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BELÉM

Governador reúne com empresas de ônibus da RMB para cobrar medidas que evitem aglomerações

Encontro ocorreu com o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Belém (Setransbel), após a coletiva de imprensa na terça-feira (9)

Foto: Thiago Gomes / O Liberal / Fonte: Agência Pará

O Governo do Pará e o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Belém (Setransbel), responsável pelo serviço de transporte urbano na Região Metropolitana de Belém (RMB), estiveram reunidos na noite de terça-feira (9), no Palácio de Governo, logo após a coletiva que divulgou as novas medidas de combate à Covid-19 em todo o Estado.

Estiveram presentes o procurador-geral do Pará, Ricardo Sefer; o secretário de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup), Ualame Machado; os prefeitos de Belém e de Ananindeua, Edmilson Rodrigues e Daniel Santos, respectivamente, além do presidente do Setransbel, Paulo Gomes.

“Nosso objetivo é evitar que continuem as aglomerações nos transportes coletivos de Belém e da Região Metropolitana, principalmente neste período em que a curva de contaminação está crescente. Cobramos medidas urgentes como o aumento na frota de ônibus nos municípios e ações mais rigorosas de prevenção ao coronavírus”, informou Ricardo Sefer.

Segundo o procurador-geral, o sindicato deve apresentar, ainda nesta quarta-feira, uma proposta de aumento da disponibilidade de ônibus nas linhas de alta densidade, assim como as medidas preventivas a serem intensificadas dentro dos coletivos.

“O uso de máscara e a oferta de álcool em gel são obrigatórios. A população precisa ter essa consciência de que não vai poder acessar o transporte público sem máscara, por exemplo. As empresas estão sendo cobradas, mas a população também precisa fazer a sua parte”, reforçou Ricardo.

Durante coletiva realizada na terça-feira (9), o governador Helder Barbalho reforçou que o Estado já vem dialogando com as empresas de transporte público para encontrar soluções que evitem a proliferação da doença e garantam a segurança da população.

“Primeiro, o mais importante de tudo é que cada um deve se proteger e que as medidas são necessárias para salvar a vida da população. Por esta razão, depois de termos colocado, durante toda esta semana, o efetivo da Polícia Militar, as Guardas Municipais, os agentes que dialogam com o sistema de fiscalização, estamos chamando os detentores de concessão de empresas de ônibus para dialogar, porque não é possível continuar com uma escassez de oferta de veículos, que obriga as pessoas a se amontoarem para chegarem aos seus destinos finais. Com a anuência das prefeituras, aqueles que não cumprirem efetivamente, seremos obrigados a medidas coercitivas, a medidas duras com os prestadores de serviço”, destacou Helder Barbalho.

Por Barbara Brilhante (PGE)

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