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BRASIL

Com custo de quase R$ 1 bilhão ao INSS em 2025, adoecimento mental no trabalho força novas regras para empresas

A partir de 26 de maio, mapear gatilhos emocionais nas equipes passa a ser obrigação legal prevista na atualização da NR-1

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Crédito: Freepik

Uma epidemia silenciosa está esvaziando as empresas brasileiras e gerando um custo bilionário para os cofres públicos. Apenas no ano passado, o Brasil atingiu o recorde histórico de mais de 546 mil afastamentos do trabalho motivados por transtornos mentais – uma alta de 15,6% em relação a 2024, segundo a Previdência Social. Impulsionado por diagnósticos de ansiedade, depressão e por casos de burnout (que triplicaram em relação a 2023), o problema custou quase R$1 bilhão ao INSS em 2025. É diante deste cenário de urgência nacional que o Ministério do Trabalho alterou a Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1). Com a mudança, que passa a valer a partir de 26 de maio, o cuidado com o bem-estar emocional deixa de ser opcional, exigindo medidas preventivas contra condições organizacionais nocivas para garantir a conformidade legal.

Para avançar nesse cuidado, o uso de tecnologias voltadas à saúde do trabalhador tem sido o caminho mais eficaz. Segundo pesquisa desenvolvida pelo Serviço Social da Indústria (SESI), 78% dos trabalhadores brasileiros têm interesse em utilizar serviços de saúde digital. Soluções como a plataforma Blua, da Care Plus, maior operadora de saúde premium do Brasil, permitem que o colaborador acesse suporte virtual e presencial de forma flexível, garantindo que o acompanhamento psicológico e clínico esteja integrado à sua rotina diária.

O ecossistema da Blua foi desenhado para unir a praticidade do digital à precisão dos dados. A eficácia é evidenciada pelos resultados do programa Mental Health, integrado ao ecossistema da Care Plus, que utiliza a tecnologia para realizar análises detalhadas e planos de cuidado personalizados, monitorando indicadores como qualidade do sono e níveis de estresse.

A adesão tecnológica contribui para que as empresas tenham uma base de dados necessária para cumprir a nova norma de forma estratégica e proativa. Segundo Amanda Bittencourt, gerente de unidade de negócio da Care Plus Ocupacional, a nova NR-1 convida a um olhar estatístico que só é possível mapeando e cruzando essas informações. “O uso de metodologias inteligentes permite entender o perfil epidemiológico da empresa em relação ao seu segmento, saindo de uma postura reativa para a identificação precoce de riscos”, explica.

Ao consolidar esses dados em dashboards que permitem a comparação com indicadores de mercado, as organizações transformam a obrigação legal em vantagem competitiva. “Utilizando a tecnologia como aliada, é possível garantir uma promoção contínua e real da saúde e do bem-estar dos colaboradores e a produtividade das operações”, conclui Amanda.

Sobre o grupo Care Plus

Com mais de 1600 clientes e 600 mil beneficiários, o grupo é composto por cinco empresas que, juntas, oferecem uma ampla gama de serviços e soluções para todas as etapas da jornada de cuidados com a saúde: Care Plus Medicina (maior operadora premium de saúde no Brasil), Care Plus Clinic, Care Plus Odontologia, Care Plus Ocupacional, e Vacinar – Centro de Imunizações. Com mais de três décadas de atuação, desde 2016, o grupo Care Plus faz parte da Bupa, presente em mais de 190 países e somando mais de 50 milhões de beneficiários em todo o mundo.

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