CULTURA
Banco da Amazônia lamenta a morte do arquiteto e artista plástico Ruma
Rui Mário Cruz de Albuquerque teve papel fundamental na criação do Centro Cultural Banco da Amazônia e atuou por quase quatro décadas na instituição
O Banco da Amazônia manifestou, por meio de nota oficial, profundo pesar pelo falecimento do arquiteto e artista plástico Rui Mário Cruz de Albuquerque, conhecido como Ruma, ocorrido na última terça-feira (27). Funcionário da instituição por quase 40 anos, ele foi um dos colaboradores responsáveis pela criação do Espaço Cultural do Banco, que deu origem ao atual Centro Cultural Banco da Amazônia.
Admitido em 1976, aos 20 anos, Ruma construiu uma trajetória de quatro décadas no Banco da Amazônia, atuando nas agências Matriz Belém-Centro, Matriz Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Ele se aposentou em 2017, mas manteve vínculo com a instituição por meio da participação em iniciativas culturais e projetos voltados à valorização artística dos colaboradores.
Mesmo após a aposentadoria, Ruma teve contribuição significativa no programa Revelando Talentos, que incentiva funcionários do Banco da Amazônia a apresentarem seus dons artísticos em diferentes linguagens. A iniciativa reforça o compromisso institucional com a cultura e a expressão artística.
Além de sua atuação no Banco da Amazônia, Ruma foi reconhecido como um dos nomes mais expressivos das artes e da cultura do Pará. Sua obra dialoga de forma sensível com as tradições e a identidade amazônicas, deixando um legado de criatividade, reflexão e beleza que segue inspirando gerações.
Em nota, o Banco da Amazônia, por meio de seu Centro Cultural, se solidarizou com familiares, amigos e com a comunidade artística, desejando conforto a todos neste momento de dor. A instituição também destacou a importância de Ruma para a cultura brasileira e para a história do próprio Banco.
Com informações da assessoria.



