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SAÚDE

Médica dermatologista orienta sobre a escolha do repelente para combater o mosquito da dengue

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O número de casos de Dengue tem crescido a cada dia em todo o país, o que tem feito com que a população busque por alternativas para se prevenir, entre elas, o uso do repelente. A dermatologista e professora da Afya Educação Médica, Anne Amaral, explica que ao escolher o repelente, as pessoas devem ficar atentas aos ativos presentes nos produtos. Para combater a picada do mosquito aedes aegypti , transmissor não apenas da dengue, mas do vírus da Zika e Chikungunya, a recomendação é que os produtos tenham na composição Icaridina, IR3535 e DEET.

A diferença entre os repelentes para uso de adultos e crianças está na concentração dos ativos. Segundo Anne Amaral, os produtos para adultos têm uma maior quantidade de ativos, o que aumenta o tempo de cobertura. Já os das crianças não podem ultrapassar uma média de 10% de concentração das substâncias.

“Na prática, o repelente de adulto pode ter uma duração de até 4 horas, enquanto o de criança alcança 2 horas. Isso acontece pela sensibilidade maior da pele das crianças”, destaca.

De acordo com a dermatologista, dependendo da porcentagem dos ativos existentes no repelente escolhido, o ideal é aplicar em média três vezes ao dia, borrifando sobre a pele e até mesmo por cima das roupas. “Os horários mais propícios aos mosquitos são no amanhecer e entardecer, hora que as pessoas devem ter mais atenção na aplicação do repelente”, alerta.

Sobre repelentes naturais, a médica esclarece que ativos como como citronela, lavanda, melaleuca e cravo são eficazes para espantar os mosquitos, mas não substituem o uso do repelente. Ela reforça também a importância do combate à proliferação do mosquito aedes aegypti, evitando água parada. “Os cuidados são básicos, amplamente divulgados, mas não custa reforçar. As pessoas devem observar vasos de planta, garrafas e qualquer recipiente que possa conter água parada”, disse.

Cuidados com pele

A médica acrescenta que pessoas com maior sensibilidade na pele ou pelo uso excessivo podem apresentar algum tipo de dermatite, vermelhidão, coceira e até problemas respiratórios. Nesse caso, a orientação é evitar o uso excessivo e se for necessário procurar um médico dermatologista para avaliação. Além disso, é importante manter a pele bastante hidratada mesmo fazendo uso de repelente. Isso vai ajudar a evitar ressecamento.

Texto: Assessoria de imprensa/ Afya Educação Médica

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