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Setor produtivo discute a importância da exploração de petróleo na Margem Equatorial 

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Foto: Reprodução | Fonte: Comunicação FIEPA - GECOM

Na última semana, ao se posicionar contra o licenciamento de exploração de óleo e gás na Margem Equatorial, exigindo que a Petrobras realize uma Avaliação Pré-Operacional (APO) antes da simulação, o Ibama gerou preocupação em diversos setores do Estado. O impasse deve atrasar o início da perfuração e operação na Foz do Rio Amazonas, que compreende as bacias Pará-Amapá, Pará-Maranhão, Barreirinhas, Ceará e Potiguar, considerada a mais nova fronteira exploratória brasileira em águas profundas e ultraprofundas. 

Para discutir o atual cenário e a polêmica suscitada pelo Ibama em relação ao empreendimento, que tem investimentos previstos de US$ 2,9 bilhões, a Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA) e o Centro das Indústrias do Pará (CIP) promoverão nesta quarta-feira, 17, a partir das 08 horas, um encontro que reunirá técnicos, empresários, acadêmicos e entidades do setor produtivo no Auditório Albano Franco da FIEPA, em Belém.  

Da programação constam três palestras e debates sobre o projeto. A primeira palestra será “Sustentabilidade Ambiental da Região Costeira e da Plataforma Continental do Pará/Amapá”, proferida pelo professor Luís Ercilio Faria Júnior, doutor em geociências pela UFPA.  

Em seguida, o pós-doutor Allan Kardec Dualibe Barros Filho falará sobre as “Potencialidades e Desafios da Exploração da Bacia Pará-Maranhão para o Desenvolvimento Regional e Consequências Socioambientais”.  

O encontro contará ainda com a participação de um representante do Estado do Amapá.  

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