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ECONOMIA

Maioria dos municípios do Pará fecha primeiro trimestre deste ano com saldo positivo na geração de emprego formal

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Foto: Reprodução | Fonte: Correio Paraense

Dados oficiais do Ministério do Trabalho, por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – Caged, analisados pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos – Dieese/PA mostram que, no comparativo entre admitidos e desligados, a movimentação do Emprego Formal no Estado do Pará encerrou o 1º trimestre deste ano (Janeiro-Março/2023), com a geração de oito mil postos de trabalhos de trabalhos. Este resultado também foi maior que o registrado no mesmo período do ano passado. Ainda com base no mesmo período analisado, em todo o Norte, o Pará lidera a geração de empregos formais e, no balanço nacional, ocupou a 13º posição na geração de empregos formais.

Com o cenário positivo registrado no Estado Pará, na geração de empregos formais do 1º trimestre deste ano, o Dieese/PA fez uma análise sobre a movimentação dos postos de trabalhos ocorrida nos municípios paraenses. Os dados deste Estudo mostram que aproximadamente 60,00% dos 144 municípios em todo o Pará encerraram o período analisado (Janeiro-Março/2023) com saldos positivos de empregos formais.

Conforme os dados do Caged/Ministério do Trabalho, no balanço acumulado do 1º trimestre deste ano, no comparativo entre admitidos e desligados, o Estado do Pará apresentou crescimento na geração de empregos formais. Foram feitas um total de 107.299 admissões, contra 99.217 desligamentos, gerando um saldo positivo de 8.082 postos de trabalhos formais. Este resultado é maior que o registrado no mesmo período do ano passado (Janeiro-Março/2022), quando foram feitas em todo o Pará, um total de 102.697 admissões, contra 97.444 desligamentos, gerando um saldo positivo de 5.253 postos de trabalhos.

Ainda segundo as análises, também no 1º trimestre deste ano, a grande maioria dos Setores Econômicos de atividades no Estado do Pará apresentou crescimento de empregos formais, com destaque para o Setor da Serviços, com saldo positivo de 6.507 postos de trabalhos, seguido do Setor da Indústria, com saldo positivo de 1.405 postos de trabalhos; Comércio, 1.3274, e do Setor da Agropecuária, com saldo positivo de 372 postos de trabalhos. Apenas o Setor da Construção no Pará encerrou o 1º trimestre deste ano (Janeiro-Março/2023) com recuo na geração de empregos formais, com saldo negativo de 1.526 postos de trabalhos.

Também no 1º trimestre deste ano, no comparativo entre admitidos e desligados, segundo os dados do Caged/Ministério do Trabalho, a maioria dos 144 municípios paraenses apresentaram saldos positivos de empregos formais. No período analisado, 83 municípios no Estado apresentaram resultados positivos, 56 apresentam saldos negativos e 5 registraram estabilidade no emprego formal.

O balanço feito pelo Dieese/PA mostra também que no 1º trimestre deste ano, os municípios do interior do Estado foram responsáveis por 67,0% de todo os empregos gerados no Pará. Juntos, eles somaram um total de 69.899 admissões, contra 64.480 desligamentos, gerando um saldo positivo de 5.419 postos de trabalhos. Já os municípios que integram a Região Metropolitana de Belém foram responsáveis por 33,0% da geração de empregos no Estado, registrando um total de 37.400 admissões, contra 34.737 desligamentos, gerando um saldo positivo de 2.663 postos de trabalhos.

O estudo mostra que no 1º trimestre deste ano, entre os 144 municípios paraenses, no comparativo entre admitidos e desligados, Canaã dos Carajás foi quem registrou a maior geração de empregos formais, com saldo positivo de 2.231 postos de trabalhos, seguido de Belém Capital, com saldo positivo de 2.135 postos de trabalhos; Itaituba, 992; Santana do Araguaia, 980; Ananindeua, 609; Tome Açu, 592; Parauapebas, 485; Conceição do Araguaia, 438; Marabá, 365, e Paragominas, com saldo positivo de 208 postos de trabalhos.

Mesmo com resultados positivos observados na geração de empregos formais em mais da metade dos 144 municípios paraenses, também no 1º trimestre deste ano (Janeiro-Março/2023), no comparativo entre admitidos e desligados, algumas localidades apresentaram perda de empregos formais, com destaque para Santarém, com saldo negativo de 612 postos de trabalhos, seguido de Tailandia, com saldo negativo de 448 postos de trabalhos; Óbidos, com saldo negativo de 427 postos de trabalhos; Castanhal, com saldo negativo de 373 postos de trabalhos; Bonito, com saldo negativo de 297 postos de trabalhos; Marituba, com saldo negativo de 271 postos de trabalhos; Ipixuna do Pará, com saldo negativo de 185 postos de trabalhos; Bragança, com saldo negativo de 160 postos de trabalhos; Juruti, com saldo negativo de 153 postos de trabalhos, e Acara, com saldo negativo de 144 postos de trabalhos.

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