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Pessoas vivendo com HIV e profissionais de saúde já podem se vacinar contra monkeypox, em Belém

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Foto: AP Photo/Jeenah Moon, File | Fonte: G1 Pará — Belém

Pessoas vivendo com HIV/Aids e profissionais de saúde já podem se vacinar contra a monkeypox, em Belém. Os profissionais de saúde habilitados para receber a vacina são aqueles que estão na na linha de frente ou fazem a coleta direta de secreção dos pacientes para exames laboratoriais.

Para ter acesso à vacinação, é preciso estar devidamente cadastrado no Ministério da Saúde e estar fazendo tratamento e acompanhamento de HIV nos últimos seis meses, com status imunológico identificado pela contagem de linfócitos T CD4 inferior a 200 células.

No Brasil, a frequência de óbitos e a ocorrência de morbimortalidade são maiores entre as pessoas vivendo com HIV/Aids. Com o sistema imunológico debilitado, há maior probabilidade de infecções oportunistas e internações hospitalares.

Monkeypox: sinais e sintomas

O Mpox é um orthopoxvírus causador de doença cujos sinais e sintomas se assemelham aos da varíola. Os sintomas mais evidentes são febre, cefaléia, dor muscular, linfadenopatia, dor de garganta, tosse, fotossensibilidade, adenomegalia, náusea e vômito.

A transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato com animal ou humano infectado, bem como com material corporal humano contendo o vírus.

A monkeypox é transmitida principalmente por meio de contato direto ou indireto com gotículas respiratórias (saliva, muco nasal), mas, principalmente, por meio do contato com lesões de pele de pessoas ou objetos e superfícies contaminadas.

Até 20 de março de 2023, foram notificados 99 casos (95 curados, 3 em monitoramento e 1 óbito) de monkeypox em Belém.

Cuidados e recomendações

Os cuidados recomendados para a prevenção são a higiene das mãos, distanciamento social e uso contínuo de máscaras, sobretudo por pessoas imunossuprimidas, que estão mais suscetíveis a desenvolver casos graves da doença.

Em caso de suspeita da doença, o procedimento é procurar assistência em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) ou Unidade de Pronto-Atendimento (UPA). Os casos sugestivos passam, então, para investigação.

A campanha de vacinação para os profissionais de saúde e pessoas vivendo com HIV no CTA se estende até o final de abril.

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