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Proposta de adequação para a Reforma Trabalhista será mostrada durante o 5º Congresso Estadual da UGT-PA, em Belém

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As Centrais Sindicais brasileiras apoiaram a eleição do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o compromisso de haver uma revisão em alguns pontos da Reforma Trabalhista (lei 13.467/17) e a da Minirreforma, ou Lei da Liberdade Econômica (13.874/19). As duas tiveram a justificativa de “gerar empregos” e “fomentar o empreendedorismo”. Infelizmente, pelos estudos da União Geral dos Trabalhadores – UGT, nada disso aconteceu, pelo contrário, houve sim a “precarização do emprego”, a “desvalorização dos salários”, e a “criação de trabalhos sem nenhuma proteção e, praticamente, análogo à escravidão, como é o caso dos aplicativos de transporte e delivery”.
Desde a posse de Lula, um comitê formado pelas principais centrais sindicais discute com o novo governo rever pontos importantes dessas reformas. Ricardo Patah, presidente nacional da União Geral dos Trabalhadores – UGT, um dos principais interlocutores, estará em Belém no próximo sábado, 18, para participar do 5º Congresso da UGT-Pará, que se realizará no auditório da Fecomércio, na Avenida Assis de Vasconcelos, 359 – 8º Andar, bairro da Campina, em Belém.
Patah vai falar acerca do andamento dessas negociações com o executivo e o congresso. Outro ponto polêmico é a regulamentação da manutenção econômica para a estrutura sindical, praticamente extinta com essas reformas. Segundo Patah, não seria a volta do Imposto Sindical.
O 5º Congresso da UGT-PARÁ vai discutir, ainda, “Amazônia Preservada, com Desenvolvimento Sustentável e Empregos Verdes”.
Ilustração: Divulgação

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