POLÍCIA
Identificado indígena Edvaldo Tembé como líder de invasão que culminou com tentativa de homicídio contra funcionário da BBF em Tomé-Açu
Imagens fotográficas revelam a participação de Edivaldo Tembé nas invasões realizadas na última terça-feira, 27, e que se estenderam durante a manhã do dia seguinte, culminando numa tentativa de homicídio contra um funcionário da BBF, que teve o corpo queimado pelos invasores – que jogaram combustível e atearam fogo.
Nas fotos é possível observar a presença de Edivaldo Tembé na invasão da Fazenda Nippaki, nos dias 27 e 28 de dezembro e também na invasão do polo da empresa BBF em Tomé-Açu no dia 23 de dezembro. A empresa BBF registrou boletim de ocorrência no próprio dia do atentado, 28 de dezembro, na Divisão de Homicídios da Polícia Civil do Pará e aguarda o rápido desfecho do caso.
Diferentemente da afirmação do líder indígena Paratê Tembé em nota enviada pela AITTA – que afirmava que não havia integrantes Tembé na invasão – as imagens obtidas possuem data, horário e coordenadas geográficas que comprovam a participação de Edivaldo Tembé como líder em ambos os ataques. O mais curioso é que Paratê Tembé e Edivaldo Tembé são muitos próximos e articulam suas atividades sempre em parceria.
E Paratê Tembé faz questão de mostrar em suas redes sociais – vide fotos do instagram de Paratê Tembé – a relação de proximidade e parceria que possui com Edivaldo Tembé, identificado de cocar nas imagens das postagens, fica evidente nas imagens postadas nas redes sociais de Paratê Tembé em reuniões de ambos com autoridades públicas, prefeito, vereadoras e autoridades policiais da região.
Mais uma vez, Paratê Tembé utilizou veículos de imprensa para divulgar uma nota em nome da associação AITTA (Associação Indígena Tembé de Tomé-Açu), a qual preside, para distorcer fatos e difamar a imagem da empresa Brasil BioFuels (BBF). Paratê Tembé, em documento disponibilizado, afirma que “as comunidades indígenas de Tomé-Açu nada têm a ver com os atos de violência e que a violência narrada aconteceu a cerca de 100 quilômetros das áreas de ocupação tradicional do povo Tembé”, fato que mostra mais uma vez a conduta repetitiva do líder indígena em distorcer os fatos com o objetivo de enganar a população e prejudicar a imagem da Companhia, agindo de forma desumana com um trabalhador, pai de família, que agora luta por sua vida em uma UTI de hospital.
A companhia reforça que há mais de um ano enfrenta invasões em suas terras em diversas regiões nos municípios de Tomé-Açu e Acará. Já foram registrados mais de 700 boletins de ocorrência relacionando membros da etnia Tembé, liderados por Paratê Tembé, em crimes contra a empresa BBF, seus funcionários e moradores das comunidades da região. Os criminosos praticam crimes ambientais, incêndios criminosos, roubo, furtos, associação criminosa, ameaças, agressões, entre outros. Se utilizam do status de indígena, protegidos por suas associações e políticos locais, para provocarem os mais variados crimes e ganharem espaço na imprensa para divulgação de informações que faltam com a verdade e com o objetivo de enganar órgãos públicos, ONGs e a sociedade em geral.
A reportagem tenta contato com a Associação Indígena Tembé de Tomé-Açu, mas ainda não obteve reposta.
Imagens: Reprodução




