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Milly e Cia atuam no ramo de animação infantil há uma década

A data será celebrada pela artista Samily Neves, que neste ano de 2022 completa dez anos trabalhando dentro da produção artística e musical infantil

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Foto: Reprodução | Fonte: Correio Paraense

Simily Neves, conhecida no universo artístico como Milly e Cia, a rainha dos baixinhos da Amazônia, é uma das agentes atuantes no ramo de animação de festas infantis, que representa a Ilha de Mosqueiro dentro do Pará e até mesmo fora dele, onde leva sua energia, brincadeiras e animação pro público infantil e adulto há 10 anos, e em comemoração a esta data, Milly resolveu contar pro mundo um pouco mais sobre este ramo. Milly e Cia vai celebrar o sucesso da carreira em show na Praça da Vila, em Mosqueiro no próximo sábado 29 de janeiro de 2022 ás 10:00h.

Com a pretensão de ser uma empresária de sucesso, Milly certo dia se deparou com um empecilho de difícil solução, já que o rapaz que interpretava o palhaço da sua empresa de animação, não poderia dar vida ao personagem em um determinado evento, e foi em meio a esta situação de difícil saída, que a jovem empresária teve a ideia de juntar sua paixão pela Xuxa, com o sonho de ser paquita, e como num passe de mágica, eis que surgiu a Milly e Cia.

“Gente, a nossa companhia tá completando dez anos de existência, e são dez anos de inúmeros eventos, muitas famílias, amigos, pessoas impactadas pelo nosso trabalho. Ser animador de festa é algo tão invisibilizado pelas pessoas, por que elas olham o show acontecendo mas não se perguntam como tudo é feito, e na real, tudo é feito com muito amor”, descreve Milly ao refletir que sua atuação como animadora completa uma década neste ano.

Milly possui atuação em um vasto público, que vai desde as festas infantis até apresentações em clubes, praças, grandes trios elétricos que arrastam multidões de adultos e crianças que brincam e se divertem com a rainha dos baixinhos da Amazônia, como ela é conhecida: “Sou muito apaixonada pela Xuxa, sempre fui. Tinha o sonho de ser paquita, e era um sonho muito muito forte que eu tinha. Hoje, ser reconhecida como a Rainha dos baixinhos da Amazônia é algo muito grandioso pra mim, só agradeço aos que me proporcionaram esta história”, comenta a artista sobre seu ramo de atuação profissional.

Com a pandemia da covid-19, Milly ficou muito tempo sem os tradicionais eventos que tanto a realizam, e em meio a tantas dificuldades, ela precisou tomar uma decisão difícil, a de fechar as portas da sua empresa de forma temporária.

Apaixonada pelo público infantil, Milly já possui músicas autorais, mas ainda não teve a oportunidade de gravá-las, justamente pela falta de incentivo e visibilidade deste ramo específico da produção musical: “É muito difícil viver da arte, todos nós artistas sabemos disso, mas o ramo da música infantil regional é muito restrito e quase inexistente, espero um dia poder gravar minhas canções, sei que vão fazer parte da cultura e do imaginário da Amazônia e fazer jus ao nome que carrego”, diz a artista.

Como sendo uma das artistas representantes deste estilo no Pará, Milly já consolidou seu espaço no estado e fora dele também, quando se apresentou na Praia do Cumbuco, em Fortaleza no Ceará: “Nunca imaginei que iria me apresentar fora do estado, foi uma experiência muito boa e gostosa de conhecer gente de fora e fiquei mais feliz ainda por ter recebido um feedback tão positivo deles”, recorda a animadora.

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