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PARÁ

21 casos suspeitos da “doença da urina preta” seguem sem resultados de exames no Pará

Foto: Reprodução | Fonte: O Estado Net

Passados 30 dias, após o registro do primeiro caso suspeito da doença de Haff no estado, em Santarém, no oeste do Pará, no dia 7 de setembro, ainda não se tem resultado de nenhum dos exames enviados pela Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), para o Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC). O processo de análise ainda está em andamento e é feito em parceria com o Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA). 

Nesta quinta-feira (7), a Sespa informou, por meio do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS), que atualmente, a pasta investiga 21 casos suspeitos da síndrome de Haff no estado, sendo Belém (02), Santarém (09), Juruti (03), Almeirim (02), Afuá (02), Chaves (02) e Trairão (01).

Todos os exames sanguíneos e de urina dos casos suspeitos foram encaminhados, por meio do Laboratório Central do Estado do Pará (Lacen), para o laboratório de referência em Santa Catarina.

Na nota divulgada ontem, a pasta informa que o resultado não depende da Sespa e até o momento não há previsão de quando os exames serão divulgados. No entanto, a Sespa salienta que o tratamento do paciente não depende do resultado desse exame tampouco as ações que devem ser adotadas pelos municípios de notificação e monitoramento, bem como ações de vigilância. 

A única morte registrada no estado por suspeita da doença da urina preta ocorreu no dia 7 de setembro em Santarém e teve como vítima o mototaxista Genivaldo Cardoso de Azevedo, 55 anos. 

A doença de Haff é causada por uma toxina que pode ser encontrada em determinados peixes como arabaiana, conhecido como olho de boi. tambaqui, badejo ou crustáceos (lagosta, lagostim, camarão).

Os principais sintomas da “doença da urina preta” são falta de ar, dormência, perda de força em todo o corpo e a urina cor de café.

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