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PARÁ

Agora são 17 casos sendo investigadas de ‘doença da urina preta’, no Pará

Foto: Reprodução / Fonte: G1 PA — Belém

Segundo boletim do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS), os exames sanguíneos e de urina dos casos suspeitos foram encaminhados, por meio do Laboratório Central do Estado do Pará (Lacen), para laboratório de referência fora do Estado, por isso o resultado não depende da Sespa e até o momento não há previsão.

Há 17 casos suspeitos da Síndrome de Haff, conhecida como “doença da urina preta”, sendo investigadas pela Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará (Sespa). São dois casos em Belém, um em Trairão, três em Juruti , dois em Almeirim e nove em Santarém, informou a Sespa neste domingo (3). Uma morte de caso suspeito da doença ocorreu em Santarém.

A Sespa salienta que o tratamento do paciente não depende do resultado desse exame tampouco as ações que devem ser adotadas pelos municípios de notificação e monitoramento, bem como ações de vigilância.

A síndrome está associada ao consumo de peixes como arabaiana, conhecido como olho de boi, badejo, tambaqui ou crustáceos (veja vídeo acima publicado após casos em Pernambuco). A doença é causada pela ingestão de pescado contaminado por uma toxina capaz de causar necrose dos músculos.

Outros sintomas da doença são decorrentes desse quadro, como dores e rigidez no corpo, dificuldade de respirar e a urina escura. Os sinais podem aparecer entre 2h e 24h após o consumo. “A hidratação é fundamental nas horas seguintes ao aparecimento desses sintomas”, detalha a Sespa.

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