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	<title>Arquivos qualidade - Correio Paraense</title>
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	<title>Arquivos qualidade - Correio Paraense</title>
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		<title>Empresas reduzem embalagens e qualidade para repassar custos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Correio Paraense]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jun 2022 10:53:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cada vez mais empresas estão recorrendo à redução do tamanho das embalagens e à mudança na composição dos produtos para repassar o aumento de custos ao consumidor final, observa o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). Segundo a coordenadora do Programa de Serviços Financeiros da organização não governamental, Ione Amorim, no passado casos do [&#8230;]</p>
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<p>Cada vez mais empresas estão recorrendo à redução do tamanho das embalagens e à mudança na composição dos produtos para repassar o aumento de custos ao consumidor final, observa o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1467465&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1467465&amp;o=node"></p>



<p>Segundo a coordenadora do Programa de Serviços Financeiros da organização não governamental, Ione Amorim, no passado casos do tipo já eram registrados, no entanto, a alta da inflação no Brasil nos últimos dois anos têm levado a cada vez mais empresas, de diversos setores, a adotar esse tipo de prática. “Hoje, a forma como isso vem sendo feita ganhou uma dimensão muito maior”, enfatizou.</p>



<p>O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), acumulava, em maio, taxa de 11,73% em 12 meses. De maio de 2020 a maio deste ano, a inflação medida pelo índice chega a 20,27%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Reduflação</h2>



<p>O amplo uso da redução de embalagens e diminuição das quantidades normalmente vendidas levou ao uso do termo reduflação para se referir à prática. A quantidade ou qualidade de produto é menor, mas o preço não é reduzido ou não é reduzido na mesma proporção da diminuição da embalagem. Assim, a empresa tenta evitar o desgaste do aumento direto de preços.</p>



<p>Ione lembra que uma portaria da Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor regulamenta alterações no tamanho e quantidade de produtos vendidos nas embalagens, definindo que as mudanças devem ser informadas em destaque nos rótulos por 180 dias.</p>



<p>Porém, segundo a economista, as empresas têm usado estratégias que apostam na desatenção do consumidor. “Para driblar o cumprimento dessa portaria, as empresas estão lançando embalagens paralelas”, denuncia.</p>



<p>Ou seja, o mesmo produto é vendido em duas embalagens muito parecidas, mas, em uma delas, com menos quantidade do que o original. “Embalagens de azeite que, tradicionalmente, são engarrafados em vidros de 500 ml [mililitros], hoje você já vê alguns de 400 ml. Então, tem que ficar atento na hora de pegar a embalagem, porque elas são muito parecidas”, alerta.</p>



<p>Para ajudar os consumidores a compararem os preços, a economista recomenda consultar o preço por unidade de medida: litro, quilo ou metro. “O Código de Defesa do Consumidor, no artigo 6º, exige que o preço por unidade de medida quilo, litro ou metro seja colocado nas prateleiras para que o consumidor consiga fazer a relação entre as diversas embalagens do produto que é oferecida”, explica.</p>



<p>Ione alerta que há empresas que estão mudando a composição dos produtos. De acordo com a economista, a medida vem sendo adotada por diversos fabricantes que reduzem o percentual de matérias-primas, trocando por compostos ultraprocessados. Segundo Ione, alterações do tipo já foram feitas por marcas de suco, que deixam de ter o percentual mínimo de fruta para virar néctar, chocolate, que reduzem a quantidade necessária de cacau, e de leite condensado, que deixam de ter leite na composição. “Esse produto, além de ter alteração na sua composição, também passa por essa redução de custo, porque o produto foi piorado e manteve o preço”, destaca a economista.</p>



<p class="has-text-align-right">Edição: Fernando Fraga</p>
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		<title>Carne moída deve ter novas regras de identidade e qualidade para a venda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Correio Paraense]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Oct 2021 14:53:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[Carne moída]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Agricultura pretende alterar as regras do regulamento técnico de identidade e qualidade para a venda de carne moída. O texto será submetido à consulta pública e propõe mudanças como a obrigatoriedade da informação da porcentagem de gordura da carne, o limite máximo de 1 kg por bandeja e outras. A consulta pública [&#8230;]</p>
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<p>O Ministério da Agricultura pretende alterar as regras do regulamento técnico de identidade e qualidade para a venda de carne moída. O texto será submetido à consulta pública e propõe mudanças como a obrigatoriedade da informação da porcentagem de gordura da carne, o limite máximo de 1 kg por bandeja e outras.</p>



<p>A consulta pública permanecerá aberta por 60 dias no Sistema de Monitoramento de Atos Normativos (SISMAN), da Secretaria de Defesa Agropecuária, através do&nbsp;<a href="http://sistemasweb.agricultura.gov.br/pages/SISMAN.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site da pasta</a>. Para participar, porém, é necessário cadastrar-se no&nbsp;<a href="https://sistemasweb.agricultura.gov.br/solicita/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sistema de Solicitação de Acesso (SOLICITA)</a>. Ao fim do prazo, o departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (DIPOA) irá avaliar as sugestões para montar o novo regulamento.</p>



<p>Em nota, a diretora do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal, Ana Lúcia Viana, disse que “a proposta visa promover adequações na Instrução Normativa n° 83/2003, para dar maior segurança no procedimento de registro do produto, diante da modernização dos processos produtivos e dos procedimentos industriais. Além disso, o regulamento busca dar transparência e segurança ao consumidor”.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>VEJA AS PRINCIPAIS MUDANÇAS PROPOSTAS PELA PASTA:</strong></h2>



<p><br>– É facultativo nomear o corte cárneo, quando a carne moída for obtida, exclusivamente, das massas musculares que o constituem;<br>– A porcentagem de gordura da carne moída deverá ser informada logo após a denominação de venda.<br>– A matéria-prima para fabricação da carne moída deve ser exclusivamente carne, submetida a processamento prévio de resfriamento ou congelamento;<br>– As carnes utilizadas como matéria-prima na elaboração da carne moída devem estar livres de aponeuroses, linfonodos, glândulas, cartilagens, ossos, grandes vasos, coágulos, tendões e demais tecidos não considerados aptos ao consumo humano;<br>– Não é permitida a obtenção da carne moída a partir de moagem de carnes oriundas da raspagem de ossos, ou obtidas de quaisquer outros processos de separação mecânica dos ossos;<br>– É permitido o uso da gordura inerente ao corte utilizado para a produção da carne moída;<br>– A carne moída deverá ser embalada imediatamente após a moagem, devendo cada pacote do produto ter peso máximo de 1 kg;<br>– Não é permitida a utilização de carne industrial, para a fabricação de carne moída;<br>– Não é permitida a obtenção da carne moída a partir de moagem de miúdos;<br>– A carne moída deverá sair do equipamento de moagem com temperatura nunca superior a 7 graus Celsius e ser submetida, imediatamente, ao resfriamento, ao congelamento rápido ou ultrarrápido.<br>– A carne moída resfriada deverá ser mantida entre 0 e 4 graus Celsius, e a carne moída congelada à temperatura máxima de -18 graus graus Celsius;<br>– Poderá ser admitida embalagens com peso superior a 1 kg, desde que a espessura do bloco seja igual ou menor que 15 cm, sendo vedada a sua venda a varejo.</p>
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		<title>Como ter qualidade de vida na terceira idade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Correio Paraense]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 May 2021 15:28:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COLUNA - SAÚDE & BEM ESTAR]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), até 2050 o número de idosos no país triplicará, chegando aos 66,5 milhões de pessoas. Ou seja, estamos vivendo mais! Entretanto, não basta alcançar a longevidade, é necessário ter qualidade de vida na terceira idade. Com o passar do tempo, naturalmente os sistemas do corpo [&#8230;]</p>
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<p>Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), até 2050 o número de idosos no país triplicará, chegando aos 66,5 milhões de pessoas. Ou seja, estamos vivendo mais! Entretanto, não basta alcançar a longevidade, é necessário ter qualidade de vida na terceira idade.</p>



<p>Com o passar do tempo, naturalmente os sistemas do corpo humano vão sofrendo degeneração, surgem as doenças crônicas, a massa muscular diminui, os ossos ficam mais fracos, a mobilidade fica reduzida, a audição já não é mais a mesma, o equilíbrio fica prejudicado e etc.</p>



<p>Todos esses fatores afetam diretamente a qualidade de vida do idoso. E somado a tudo isso, ainda existem aqueles que sofrem com negligência e descaso dos familiares, falta de assistência médica, e exclusão do convívio social.</p>



<p>É por isso que o cuidado ao idoso deve ser estruturado de forma específica a cada necessidade, é preciso considerar todas essas situações adversas.</p>



<p>Três coisas que podem ajudar a manter a qualidade de vida na pessoa idosa, são:</p>



<p>1- Praticar alguma atividade física; exercícios físicos diminuem os riscos de doenças cardiovasculares e fortalecem os músculos. Essas atividades são importantes para que o idoso se mantenha disposto e ativo. Isso também evita a ocorrência de quedas, muito perigosas na terceira idade, quando os ossos são mais frágeis, o que aumenta o risco de fraturas. Atividade física regular também está intimamente relacionada a uma melhor saúde mental. E de preferência que essa atividade seja supervisionada por um profissional fisioterapeuta ou educador físico.</p>



<p>2- Alimentação saudável; a dieta dos idosos deve incluir mais cálcio e proteínas, e menos açúcares, gorduras, sódio e alimentos industrializados. Frutas e verduras são sempre bem-vindas no prato!</p>



<p>Esse cuidado evita o desenvolvimento de doenças e afasta as chances de desnutrição. O mais indicado é que o idoso seja acompanhado por um nutricionista, que vai prescrever a dieta com base em exames individuais.</p>



<p>3- Integração e convívio social; Assim como em qualquer faixa etária, a integração e convívio social são importantes na terceira idade. Caso isso não ocorra, o idoso pode se sentir abandonado, o que pode levar a quadros de depressão. Mesmo que a pessoa idosa opte por morar sozinha, é importante que os filhos, netos e demais familiares se façam presentes em sua rotina.</p>



<p>As visitas semanais levam alegria para o idoso e fazem com que ele se sinta parte da família. Quando não for possível, é importante compensar essa ausência com ligações e mensagens. Outra opção interessante é incentivá-lo a participar de atividades coletivas, como aulas de dança ou hidroginástica. Assim, além de se exercitar, ele convive com outras pessoas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Serviço:</h2>



<p>Telefone:&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5591988478323" target="_blank"><strong>WhatsApp</strong>: (91) 98847-8323</a><br>Acompanhe pelo&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="https://www.instagram.com/dayarafisiodermato/?hl=pt-br" target="_blank">https://www.instagram.com/@dayara_costaa</a></p>



<p class="has-text-align-right">Por: Dayara Costa</p>
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