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Pró-Saúde diz que recebeu promessa de repasse para pagar salários de 4 mil funcionários de hospitais no Pará

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Foto: Divulgação/ Pró-Saúde | Fonte: G1 PA — Belém

Uma reunião nesta sexta-feira (9) definiu sobre o pagamento de quase 4 mil funcionários em hospitais públicos no Pará.

Segundo a Pró-Saúde, que administra unidades, foi feita uma promessa pelo Governo de repasse de parte do custeio, vencido desde 15 de novembro, para que o pagamento seja efetuado.

A organização social afirma que o encerramento do contrato com o Governo do Pará deveria ocorrer no dia 11 de dezembro, mas foi antecipado. O resultado foi o atraso de salários em unidades de saúde. A recisão do contrato foi publicada em edição extra do Diário Oficial do Estado na segunda-feira (5).

A Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) alega que “todos os pagamentos da pasta para a Pró-Saúde estão em dia”e que “o contrato com a organização social já atingiu prazo máximo previsto em lei”.

Os salários estão atrasados nos hospitais Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE, em AnanindeuaBarcarena (HMIB) e Altamira (HRPT). No hospital de Santarém, o pagamento deve ser depositado em juízo.

Os atrasos têm gerado protestos de servidores, principalmente da área da saúde. Na quarta-feira (7), funcionários do Hospital Metropolitano chegaram a bloquear a BR-316 pedindo pagamento de salários.

A Pró-Saúde informou que o compromisso de pagamento consta em ata da reunião entre a Sespa, a Pró-Saúde, sindicatos e profissionais da saúde.

A previsão da organização social é que o pagamento seja feito nos próximos dias, incluindo salários de novembro em atraso desde o quinto dia útil de dezembro, o salário proporcional de dezembro, além da primeira parcela do 13º salário.

“A Pró-Saúde lamenta profundamente os conflitos que têm marcado o encerramento dos contratos, causando prejuízo para os funcionários que até agora não receberam o que têm direito”, afirma em nota.

Ainda segundo a Pró-Saúde, foi apresentado à Sespa o caso de profissionais de radiologia, fisioterapia e médicos, entre outros, que também não receberam pagamentos. A Secretaria então se comprometeu em avaliar o pedido da entidade nos próximos dias, para realizar o pagamento em janeiro e fevereiro.

A Sespa havia dito, ainda na quarta-feira (7), que já prevê um novo processo de contratação no qual todas as OSS habilitadas no Estado devem participar.

A pasta foi novamente procurada pela reportagem para se posicionar sobre o que ficou definido na reunião desta sexta-feira, mas ainda não deu respostas.

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