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POLÊMICA

Após Ministério da Saúde, CGU, PRF, IFPR também foram vítimas de ataque hacker

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Foto: Reprodução | Fonte: Pleno News

Após o Ministério da Saúde sofrer dois ataques de hackers, o primeiro na última sexta-feira (10), a Controladoria Geral da União (CGU), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e o Instituto Federal do Paraná (IFPR) também foram vítimas dos crime cibernético.

Após o anúncio do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, de que a pasta havia sofrido um novo ataque virtual, o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI/PR) informou que mais de um órgão havia sido afetado.

O Centro de Prevenção, Tratamento e Resposta a Incidentes Cibernéticos (CTIR Gov) também emitiu um alerta sobre o ataque, afirmando que “alguns casos de intrusão têm ocorrido com o uso de perfis legítimos de administrador, o que dispensa, ao atacante, ações para escalar privilégios”.

A PRF, por sua vez, confirmou que o Sistema Eletrônico de Informações (SEI), permanece fora do ar e que “equipes de técnicos da PRF estão trabalhando ininterruptamente para restaurar seus sistemas através dos back-ups, necessitando ainda de um prazo de 48h”. O sistema atacado é utilizado por servidores de órgãos federais para emitir informações oficiais.

Já a CGU confirmou que sofreu uma invasão em seu serviço de nuvem por volta das 17h40 de sexta-feira (10). O órgão disse que todos os dados estão armazenados em um back-up (uma forma de armazenamento de segurança) e que, na noite desta segunda-feira (13), todos os serviços já estavam operando normalmente.

O IFPR também informou que sofreu um “grande ataque” hacker em seu serviço de nuvem na sexta-feira, por volta das 18h e que no sábado, conseguiu recuperar boa parte dos arquivos perdidos, segundo a Diretoria de Tecnologia da Informação e Comunicação do instituto.

O Instituto informou ainda que precisa reconstruir todo o ambiente virtual afetado pelo hackeamento, mas que nesta segunda, o serviço já estava próximo da normalização. Segundo o órgão, o ataque afetou apenas os dados internos.

Todos os órgãos atacados utilizam o mesmo serviço de computação em nuvem, desenvolvido pela Primesys, uma subsidiária da Embratel.

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