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ECONOMIA PARAENSE

Pescado tem recuo de preço mas ainda é caro em Belém

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Foto: Reprodução / Fonte: Correio Paraense

Pesquisas conjuntas efetuadas pelo Dieese/PA e Secretaria Municipal de Economia (Secon/PMB(, mostram que pela quarta vez este ano, a maioria do pescado comercializado em mercados municipais de Belém ficou mais barato. No entanto, mesmo com a queda verificada no mês passado (Julho/2021), nos balanços dos sete primeiros meses deste ano (Jan-Ju/2021) e também nos últimos 12 meses o pescado ainda continua caro.

Desde junho/2013, fruto de um Convênio de Cooperação Técnica, firmado entre a Prefeitura de Belém e o Dieese/PA, as pesquisas do pescado na capital estão sendo feitas semanalmente em conjunto entre o órgão de pesquisa e a Secretaria Municipal de Economia Secon/PMB envolvendo coleta de preços de 38 tipos de pescados mais consumidos, além do camarão regional e o caranguejo.

As pesquisas conjuntas realizadas mostram que no mês passado (Julho/2021), a maioria do pescado pesquisado apresentou quedas de preços. Assim, em Julho/2021, as maiores quedas ocorreram nos preços do Cangatá, com recuo de 19,62%, seguido do peixe pedra, com queda de 9,12%; bagre, queda de 7,39%; tamuatá, queda de 5,05%; arraia, queda de 3,93%; gurijuba, queda de 3,90%; mapará, queda de 3,79%; curimatã, queda de 3,37%; pescada branca, queda de 3,10%; traíra, queda de 2,67%; sarda, queda de 2,63%; corvina, queda de 1,96%; cação, queda de 1,57%; pirapema, queda de 1,49% e o aracu, com queda de 1,20%.

Também no mês passado (Julho/2021), algumas espécies de pescado apresentaram aumentos de preços, com destaque para a piramutaba, com alta de 11,10%, seguida do tucunaré, com alta de 10,49%; surubim, alta de 5,79%; tambaqui, alta de 5,17%; pratiqueira, alta de 3,98%; xaréu, alta de 3,91%; peixe serra, alta de 3,38%; pescada gó, alta de 2,99%; uritinga, alta de 2,32%; dourada, alta de 1,54% e a tainha, com alta de 1,34%.

Mesmo com o recuo verificado no mês passado (Julho/2021), no balanço efetuado pelo Dieese/PA sobre a trajetória do preço do pescado comercializado em mercados municipais da capital nos sete primeiros meses deste ano 2021 (Jan-Jul) mostra altas de preços da grande maioria do pescado pesquisado e uma quantidade expressiva com reajustes acima da inflação estimada para o mesmo período em torno de 4,00% (INPC/;IBGE).

Nos sete primeiros meses deste ano (Jan-Jul/2021), os maiores reajustes de preços ocorreram nos seguintes tipos de pescados: piramutaba, com alta acumulada de 46,15% seguida da Tucunaré, alta de 34,15%; uritinga, alta de 25,74%; pescada gó, alta de 23,74%; dourada, alta de 21,97%; tainha, alta de 19,93%; cação, alta de 19,14%; aracu, alta de 19,03%; traíra, alta de 18,42%; curimatã, alta de 17,45%; serra, alta de 16,40%; sarda, alta de 16,35%; filhote, alta de 16,23%; pratiqueira, alta de 14,64%; tamuatá, alta de 14,54%; mapará, alta de 14,18%; tambaqui, alta de 13,18%; xaréu, alta de 12,20%; pirapema, alta de 11,73%; corvina, alta de 11,38%; pescada amarela, alta de 10,90%; surubim, alta de 10,72%; gurijuba, alta de 9,47%; bagre, alta de 7,35% e a pescada branca com alta de 5,50%.

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