ECONOMIA PARAENSE
Frutas consumidas na Grande Belém ficaram mais caras nos primeiros três meses de 2021, aponta Dieese
Mamão, maracujá e laranja foram as frutas que ficaram mais caras nos primeiros três meses do ano.
As frutas consumidas na Grande Belém ficaram mais caras nos primeiros três meses de 2021 no Pará, segundo o Dieese Pará. Assim como nos últimos 12 meses, as frutas tiveram reajustes acima das inflações calculadas para o período.
O levantamento foi realizado com os preços das principais frutas comercializadas em feiras livres e supermercados da Grande Belém.
As altas mais expressivas verificada no mês de março foram nos preços do quilo do maracujá, com reajuste de 9,38%; seguido do abacaxi (unidade), com alta de 4,77%; banana prata, com alta de 2,10% e do mamão, com alta de 1,77%. Também no mês passado, algumas frutas tiveram recuos de preços, com destaque para o abacate, com queda de 18,95%; do limão, com queda de 15,89% e da melancia, com queda de 2,15%.
No primeiro trimestre, as maiores altas foram verificadas nos preços do mamão, com reajuste de 9,94%; do maracujá, com alta de 8,35%; laranja pera, com alta de 8,15%; banana prata, com alta de 6,56%; abacaxi, com alta de 4,77%; melão amarelo, com alta de 2,70% e da melancia, com alta de 2,24%. Também no mesmo período analisado, poucas frutas apresentaram quedas de preços, com destaque para o abacate, com recuo de 43,48% e do limão, com queda de 31,69%.



