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	<title>Arquivos Saúde em Belém - Correio Paraense</title>
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	<description>Notícias relevantes do Pará para o mundo! </description>
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	<title>Arquivos Saúde em Belém - Correio Paraense</title>
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	<item>
		<title>Primeiro caso de suspeita de &#8216;Urina preta&#8217; é notificado em Belém</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Correio Paraense]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Sep 2021 12:49:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BELÉM]]></category>
		<category><![CDATA[caso suspeito]]></category>
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		<category><![CDATA[urina preta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A informação foi confirmada pela Sespa</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Um caso suspeito da Síndrome de Haff, conhecida como &#8220;doença da urina preta&#8221;, em Belém, foi notificado e está sendo investigado pelo Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS). A informação foi confirmada pela Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará (Sespa) a reportagem do Portal Roma News.&nbsp;</p>



<p>A Sespa disse ainda, que outro caso em Santarém, na região oeste do Pará, também está sendo investigado. A secretaria,&nbsp; emitiu nota de alerta com orientações para identificação e notificação de casos suspeitos “em caso de sintomas é necessário buscar atendimento imediato na rede pública de saúde do município. Ressaltamos que o monitoramento, bem como o acompanhamento dos pacientes é de responsabilidade da vigilância do município”, informou.&nbsp;</p>



<p>A doença é causada pela ingestão de pescado contaminado por uma toxina capaz de causar necrose muscular, ou seja, a degradação dos músculos. Outros sintomas da doença são decorrentes desse quadro. A síndrome está associada ao consumo de peixes como arabaiana, conhecido como olho de boi, e badejo.</p>



<p><strong>Contaminação do pescado</strong></p>



<p>A forma como o animal é contaminado pela toxina que provoca a doença, não é consenso entre especialistas. Alguns infectologistas dizem que a toxina é gerada pelo mau acondicionamento do pescado, mas outros afirmam que a toxina vem de algas consumidas pelo animal.</p>
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		<title>Dor lombar. O que pode ser?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Correio Paraense]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jun 2021 20:12:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COLUNA - SAÚDE & BEM ESTAR]]></category>
		<category><![CDATA[coluna]]></category>
		<category><![CDATA[Dayara Costa]]></category>
		<category><![CDATA[dor lombar]]></category>
		<category><![CDATA[dores na coluna]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde em Belém]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A dor lombar ou lombalgia já é considerada um problema de saúde pública, gerando incapacidade funcional. A sensação dolorosa pode se apresentar em forma de dor aguda, queimação e dormência. A dor lombar é classificada como crônica quando os sintomas permanecem por mais de 3 meses. Atualmente acomete muitas pessoas de diferentes idades. Antes se [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A dor lombar ou lombalgia já é considerada um problema de saúde pública, gerando incapacidade funcional. A sensação dolorosa pode se apresentar em forma de dor aguda, queimação e dormência.</p>



<p>A dor lombar é classificada como crônica quando os sintomas permanecem por mais de 3 meses.</p>



<p>Atualmente acomete muitas pessoas de diferentes idades. Antes se remetia mais às pessoas de mais idade, hoje é cada vez mais frequente em jovens também.</p>



<p>As causas de dores na coluna lombar são diversas, incluindo má postura ao sentar, excesso de horas em uma mesma posição, falta de exercício físico que gera enfraquecimento dessa musculatura, alguma patologia instalada como hérnia de disco, execução incorreta de alguns movimentos, e etc.</p>



<p>Ao contrário do que se pensava antigamente, que deveria repousar, o tratamento hoje é movimentar.</p>



<p>Como essa região absorve bastante impacto, a melhor maneira de prevenir e tratar as dores é fortalecendo essa musculatura, com o objetivo de proteger a coluna e evitar possíveis patologias como desvios posturais e hérnia de disco.</p>



<p>A realização de atividade física regular é o que vai auxiliar muito nesse fortalecimento.<br>Em caso de alguma patologia já instalada, um fisioterapeuta é o mais indicado para iniciar o tratamento.</p>



<p>Movimento é saúde, tanto para tratar quanto para prevenir. Mexa-se!</p>



<h2 class="wp-block-heading">Serviço:</h2>



<p>Telefone:&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5591988478323" target="_blank"><strong>WhatsApp</strong>: (91) 98847-8323</a><br>Acompanhe pelo&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="https://www.instagram.com/dayarafisiodermato/?hl=pt-br" target="_blank">https://www.instagram.com/@dayara_costaa</a></p>



<p class="has-text-align-right">Por: Dayara Costa</p>
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		<item>
		<title>A Prefeitura de Belém inicia vacinação dos idosos com idade entre 80 e 82 anos na terça-feira, 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Mar 2021 00:55:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BELÉM]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura de Belém]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde em Belém]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação contra Covid-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Prefeitura de Belém, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Sesma), realiza nos dias 2, 3 e 4 de março, mais uma etapa de imunização contra a Covid-19.&#160; Desta vez, a meta é vacinar, aproximadamente, 10 mil idosos com idade entre 80 e 82 anos, ou seja, que nasceram nos anos de 1939, 1940 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Prefeitura de Belém, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Sesma), realiza nos dias 2, 3 e 4 de março, mais uma etapa de imunização contra a Covid-19.&nbsp;</p>



<p>Desta vez, a meta é vacinar, aproximadamente, 10 mil idosos com idade entre 80 e 82 anos, ou seja, que nasceram nos anos de 1939, 1940 e 1941 ou que completarão as respectivas idades até o mês de dezembro de 2021. A ação seguirá o mesmo esquema de outras etapas, com&nbsp;a disponibilização de 14 postos de vacinação, funcionando das 9h às 17h.</p>



<p>As pessoas acamadas na faixa etária entre 80 e 82 anos poderão solicitar a vacinação na residência por meio do endereço eletrônico.<a href="https://sistemas.belem.pa.gov.br/belemvacinada/#/home">https://sistemas.belem.pa.gov.br/belemvacinada/#/home</a></p>



<p>Os idosos com idade a partir de 85 anos que ainda não foram vacinados, seja na primeira ou na segunda dose, também poderão comparecer aos postos. Já as pessoas com 83 anos, que ainda não receberam a primeira dose, também poderão comparecer aos postos montados.</p>



<p>Para se vacinar é necessário apresentar o RG, CPF, cartão do SUS (opcional) e comprovante de residência de Belém. Aqueles com 85 anos ou mais, que receberam a primeira dose no início de fevereiro, além destes documentos, devem levar também o cartão de vacinação para que seja feito o registro da segunda dose.</p>



<p><strong>Postos de vacinação:</strong></p>



<p>1) Universidade Federal do Pará (UFPA-Campus Guamá). Rua Augusto Corrêa, 01, Guamá. Drive-thru e a pé;</p>



<p>2) Escola de Enfermagem da UEPA. Avenida José Bonifácio, nº 1289, bairro do Guamá. Drive-thru e a pé;</p>



<p>3) UNAMA. Avenida Alcindo Cacela, nº 287. Drive-thru e a pé;</p>



<p>4) UNIFAMAZ. Avenida Visconde de Souza Franco, nº 72, bairro do Reduto. Drive-thru e a pé;</p>



<p>5) FIBRA. Avenida Gentil Bitencourt, nº 1144, bairro de Nazaré. Drive-thru e a pé;</p>



<p>6) Aldeia Cabana. Avenida Pedro Miranda, S/N, bairro da Pedreira. Drive-thru e a pé;</p>



<p>7) Ginásio Mangueirinho. Avenida Augusto Montenegro, nº 524, bairro do Mangueirão. Drive-thru e a pé;</p>



<p>8) Cassazum. Avenida Duque de Caxias, nº 1375, bairro do Marco. Drive-thru e a pé;</p>



<p>9) Colégio do Carmo. Travessa Dom Bosco, nº 72, bairro da Cidade Velha;</p>



<p>10) Escola Rotary. Rua Lauro Malcher, nº 279, bairro da Condor;</p>



<p>11) Paróquia de São João e Nossa Senhora das Graças. Praça Pio XII, nº 148, Distrito de Icoaraci;</p>



<p>12) Funbosque. Avenida Nossa Senhora da Conceição, Distrito de Outeiro;</p>



<p>13) UMS Maracajá. Travessa Siqueira Mendes, nº 1132, Distrito de Mosqueiro;</p>



<p>14) UMS Carananduba. Praça Carananduba, Distrito de Mosqueiro.</p>



<p class="has-text-align-right">Por: Victor Miranda</p>
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		<title>Câncer de estômago é o segundo mais incidente em homens no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação 02]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2020 13:47:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer de estômago]]></category>
		<category><![CDATA[profissionais de Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde em Belém]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2017, a Lei nº 8.535 instituiu o dia 28 de setembro como o Dia Estadual de Conscientização e Orientação Sobre o Câncer de Estômago. A criação da data tem por objetivo esclarecer a sociedade sobre a doença que é o segundo tipo mais incidente em homens e o terceiro em mulheres no Pará. As [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em 2017, a Lei nº 8.535 instituiu o dia 28 de setembro como o Dia Estadual de Conscientização e Orientação Sobre o Câncer de Estômago. A criação da data tem por objetivo esclarecer a sociedade sobre a doença que é o segundo tipo mais incidente em homens e o terceiro em mulheres no Pará. As preocupações previstas nos objetivos da lei são fundamentadas num problema de saúde pública que no Pará tem forte ligação com o padrão alimentar da população.</p>



<p>A alimentação e a nutrição inadequadas são responsáveis por até 20% dos casos de câncer nos países em desenvolvimento, como o Brasil, e por 35% das mortes por câncer. O cirurgião oncológico do Centro de Alta Complexidade em Oncologia do Hospital Ophir Loyola, Alessandro França, alerta que uma dieta não balanceada é um dos principais motivos para a elevada taxa de incidência na região, onde ocorre o alto consumo das nitrosaminas, substâncias potencialmente cancerígenas.</p>



<p><a href="https://www.agenciapara.com.br/midias/2020/grandes/up_ag_22443_504de185-26f8-4ece-bf4d-2715ace90588.jpg"></a>Alessandro França _ Ophir LoyolaFoto: Ascom / Ophir Loyola“As refeições têm como base a proteína salgada como carne de sol, camarão, charque, peixe e aqueles conservados em salmoura, a mandioca e os carboidratos. Somando-se a isso, o consumo irregular de fibras, verduras, legumes e frutas frescas prejudica a ingestão de vitaminas e sais minerais que protegem a estrutura celular”, explica.</p>



<p>Os residentes na região do salgado são os mais afetados. “As pessoas que se alimentam com alimentos ricos em nitritos e nitratos (alimentações conservadas em sal) apresentam um risco bem maior. Tanto que pessoas destas regiões que se mudam para outras áreas acabam diminuindo o risco de ter câncer de estômago pela mudança às exposições ambientais”, frisa.</p>



<p>O câncer gástrico é mais frequente no sexo masculino, uma realidade que não é peculiar dos paraenses, mas afeta todo o planeta. “Isso não ocorre devido a diferenças genéticas entre os sexos e sim porque o homem se expõe mais aos riscos para adquirir essa neoplasia”, esclarece.</p>



<p><strong>Prevenção e tratamento</strong>&nbsp;&#8211; A doença é multifatorial, além da dieta, o excesso de peso, a obesidade, o tabagismo, o consumo de álcool, a ingestão de água proveniente de poços com alta concentração de nitrato, ter parentes de primeiro grau com histórico da doença e infecções a longo prazo pela H. Pylori pode causar o câncer de estômago.</p>



<p>O diagnóstico é feito pela endoscopia digestiva alta e biópsia. Em caso de tumor pequeno e localizado, as chances de cura chegam a 90%. Porém, nos primeiros estágios se apresenta de forma inespecífica e pode ser confundido com outras doenças como gastrite, úlceras pépticas e doenças de refluxo.</p>



<p>O tratamento, geralmente, é cirúrgico e tem a radioterapia e a quimioterapia como adjuvantes, mas nunca são usadas isoladamente como tratamento curativo. A cirurgia é capaz de curar o paciente eliminando o câncer, desde que o mesmo seja diagnosticado precocemente. Em fase inicial (bem avaliada) pode ser realizada a ressecção por endoscopia, mas essa não é a realidade no estado. O alívio proporcionado pela automedicação durante os primeiros sintomas faz com que a procura por assistência médica seja tardia, reduzindo a possibilidade de cura.</p>



<p>“Os sintomas quando se manifestam, como sangramento (que pode ocorrer em patologias benignas), perda de peso ou a dor com intensidade muito forte, normalmente, o câncer está em estágio avançado. Quando esses sintomas se tornam irremediáveis ou bem mais evidentes é  que as pessoas em geral procuram atendimento médico.  Por isso a importância do diagnóstico precoce que permite melhores resultados”, destaca o cirurgião oncológico.</p>



<p class="has-text-align-right"><small><strong><em>Por Leila Cruz (HOL)</em></strong></small></p>
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		<item>
		<title>Projeto “SUS na Floresta” apresenta melhorias no atendimento de saúde dos povos indígenas e ribeirinhos</title>
		<link>https://correioparaense.com.br/2020/08/26/projeto-sus-na-floresta-apresenta-melhorias-no-atendimento-de-saude-dos-povos-indigenas-e-ribeirinhos/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=projeto-sus-na-floresta-apresenta-melhorias-no-atendimento-de-saude-dos-povos-indigenas-e-ribeirinhos</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação 02]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2020 12:05:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[povos indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[profissionais de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde da população]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde do Pará]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde em Belém]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Além do R$ 1 bilhão doado pelo Itaú Unibanco, o Todos pela Saúde já recebeu mais R$ 238 milhões de pessoas e empresas</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A crise causada pela pandemia do novo coronavírus expôs as dificuldades que indígenas e ribeirinhos têm ao acessar o sistema público de saúde. Com o rápido avanço do número de casos da doença pelo interior do Amazonas, garantir medicamentos, equipamentos médicos, materiais de higiene e outros itens, além dos serviços básicos para essa população, gerou um grande desafio. Pensando nessa realidade, a Fundação Amazonas Sustentável (FAS), por meio do Todos pela Saúde, iniciativa lançada pelo Itaú Unibanco para enfrentar a Covid-19 e seus efeitos sobre a sociedade brasileira, está articulando a criação do projeto &#8220;SUS na Floresta&#8221; com o objetivo de repensar o modelo de atenção básica de saúde na Amazônia.</p>



<p>&#8220;É uma iniciativa para analisar, debater e propor ajustes no Sistema Único de Saúde (SUS) para melhor adequá-lo à realidade da Amazônia profunda. Queremos fortalecer e aprimorar o SUS para o contexto específico das comunidades e aldeias amazônicas&#8221;, explica o superintendente geral da FAS, Virgilio Viana.</p>



<p>O projeto surgiu dentro da Aliança de Povos Indígenas e Populações Tradicionais e Organizações Parceiras do Amazonas para o Enfrentamento do novo coronavírus, iniciativa coordenada pela FAS em conjunto com 89 instituições e prefeituras para combater a pandemia no interior do Estado. Foi a partir do trabalho feito pela Aliança em comunidades remotas que se constatou a necessidade de ajustar o SUS à realidade amazônica.</p>



<p>&#8220;A principal característica da região é o isolamento e, disso, decorrem as dificuldades de transporte, logística e comunicação. As comunidades mais distantes com as quais a FAS trabalha ficam a mais de 15 dias de viagem de barco de Manaus&#8221;, afirma o superintendente.</p>



<p>&#8220;Este é mais um importante auxílio do Todos pela Saúde à sociedade. Desta vez, especificamente aos povos indígenas e ribeirinhos da Amazônia. A região foi bastante afetada pela pandemia e entendemos como prioritário o aporte para benefícios de infraestrutura e de saúde&#8221;, afirma Luciana Nicola, superintendente de Relações Institucionais, Sustentabilidade e Empreendedorismo do Itaú Unibanco.</p>



<p><strong>Eixos</strong></p>



<p>De acordo com o analista técnico do Comitê de Planejamento da Aliança Covid Amazonas, Luiz Castro, o &#8220;SUS na Floresta&#8221; atuará em quatro eixos: diagnóstico e atenção básica na saúde em comunidades e aldeias; transporte de emergência para hospitais estaduais; tratamento nos municípios no interior; e retomada pós-calamidade Covid-19.</p>



<p>Cada eixo se desdobrará em quatro componentes fundamentais: instalação dos polos de telemedicina e formação de agentes de saúde; transporte de emergência de comunidades a hospitais estaduais; melhorias e aquisições de equipamentos para hospitais municipais; e proposição de políticas públicas de saúde.</p>



<p>O projeto envolve diversas fases e a primeira é uma análise científica e avaliação participativa do sistema de saúde voltada para as populações indígenas e ribeirinhas. É uma fase diagnóstica, onde vamos trabalhar com profissionais de saúde que têm experiência na área da saúde pública na Amazônia, secretarias de saúde municipais, Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM), Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI), conselhos municipais, associações e técnicos que atuam nessas áreas remotas. Esse trabalho será um diagnóstico de problemas, dificuldades, necessidades e possibilidades para avançar, e remodelar o sistema onde for necessário. A primeira fase será de implementação, com duração de aproximadamente três meses&#8221;, adianta Castro. O &#8216;SUS na Floresta&#8217; já se encontra em fase de pré-diagnóstico, garante o analista técnico.</p>



<p><strong>Atuação</strong></p>



<p>Para estruturar a atuação do &#8220;SUS na Floresta&#8221;, a FAS abordará sua experiência e o trabalho que realiza há mais de 12 anos em sete Reservas de Desenvolvimento Sustentável (RDS) e 581 comunidades do interior. &#8220;A FAS está agindo como uma articuladora e propulsora desse debate, e encaminhamento para um modelo aperfeiçoado de atendimento à saúde dos povos indígenas e populações tradicionais. Nossa expectativa é a melhoria da qualidade do sistema de saúde para o usuário do SUS no interior&#8221;, diz Luiz Castro.</p>



<p>Entre as atividades previstas dentro do &#8220;SUS na Floresta&#8221;, destaque para a formação de agentes de saúde e outros profissionais; instalação de pontos de internet em comunidades; aquisição e reforma de ambulanchas; combustível para transporte emergencial; adequação das alas hospitalares para pacientes indígenas; aquisição de equipamentos hospitalares; melhoria das políticas públicas de atenção básica em saúde para comunidades remotas; e adaptação e fortalecimento do SUS para a realidade das comunidades remotas.</p>



<p><strong>Doações</strong></p>



<p>Além do R$ 1 bilhão doado pelo Itaú Unibanco, o Todos pela Saúde já recebeu mais R$ 238 milhões de pessoas e empresas. As orientações sobre o movimento e como contribuir estão em&nbsp;<a href="https://todospelasaude.org/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">todospelasaude.org</a>.</p>
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		<title>Belém tem queda de casos ligados ao vírus da dengue, zika, chikungunya e febre amarela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação 02]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2020 17:33:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BELÉM]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde do Pará]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde em Belém]]></category>
		<category><![CDATA[zika]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Boletim epidemiológico da Sesma aponta recuo de 87% em comparação a registros de 2019</p>
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<p>O último boletim epidemiológico do Departamento de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde (Devs/Sesma), divulgado na segunda-feira (3), apontou que os casos de arboviroses caíram em mais de 87% este ano em Belém, em comparação a 2019.</p>



<p>As arboviroses são as doenças causadas pelos arbovírus, como o vírus da dengue, o zika vírus, a febre chikungunya e a febre amarela. A classificação engloba todos os vírus transmitidos por artrópodes, ou seja, insetos e aracnídeos.</p>



<p>Os dados revelam que, no ano passado, 1.112 casos de dengue, zika e chikungunya foram confirmados na capital, contra 140 neste ano, no mesmo período.</p>



<p>“Esta redução representa o esforço do combate às endemias, ainda que em um cenário pandêmico. Houve a necessidade de reajustarmos nossas equipes que realizam o trabalho de bloqueio das doenças e de educação em saúde”, destacou o coordenador do Programa Municipal de Controle de Endemias, Tadeu Morais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Número de casos de dengue recuou 96%</h2>



<p><br>Os números apontam ainda que em relação à dengue houve uma queda de 95,8% nos casos desde o início da gestão atual. Em 2012, Belém registrava 1.894 casos, sendo que no ano passado caiu para 92. Desde 2016 Belém não registra mortes pela doença.</p>



<p>Durante a pandemia de covid-19, o combate à dengue prosseguiu com a realização de ações de controle bloqueios de transmissão, intervenções em pontos estratégicos e situações especiais com inspeções em terrenos baldios, obras e residências com casos suspeitos.</p>



<p>“O nosso alerta à população é, sobretudo, para que as pessoas não se esqueçam da dengue por conta da pandemia do novo coronavírus. Quem está em casa pode aproveitar para limpar o quintal, retirar entulhos e tudo o que pode acumular água parada, até mesmo o escorredor de louças. Nossos agentes seguem vistoriando terrenos e prédios públicos, mas os moradores precisam continuar fazendo a sua parte”, alertou o coordenador do Programa Municipal de Controle de Endemias.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sem focos de malária</h2>



<p><br>Em 2013, Belém registrava 27 casos de malária autóctone, que é originada no município. As estratégias utilizadas pelas equipes de Vigilância Epidemiológica para o controle da infecção levaram à redução na taxa de incidência e letalidade da doença, eliminando a transmissão em áreas urbanas.</p>



<p>No período de 2014 a 2017, Belém zerou o número de ocorrências de casos originados no município. Apenas em 2018 é que foi notificado um caso da doença, no bairro do Barreiro. E a partir de 2019 a capital voltou a zerar o número de casos.</p>



<p>De acordo com o parâmetro epidemiológico Incidência Parasitária Anual (IPA), adotado pelo Ministério da Saúde para medir o risco de transmissão de malária, a capital está classificada como área de baixo risco para transmissão local da doença, com 0,01 casos por 1.000 habitantes/ano.</p>



<p>“Investimos constantemente em medidas para identificação de doentes e para combater o mosquito Anopheles, transmissor da malária. Este ano, de janeiro a julho, em decorrência da pandemia de covid-19 também houve redução de casos importados de outros municípios, pois as viagens estavam suspensas. Foram contabilizados 41 casos positivos importados contra 157 no ano passado, no mesmo período”, informou a biomédica e coordenadora do Programa Municipal de Controle da Malária, Eliete Campelo.<img decoding="async" src="https://www.oliberal.com/image/contentid/policy:1.292425:1596635120/SESMA.png?f=3x2&amp;q=1.0&amp;w=700&amp;$p$f$q$w=52534c7" alt="Capital segue combate ao mosquito e não registrou casos de malária">Capital segue combate ao mosquito e não registrou casos de malária (Agência Belém)</p>



<h2 class="wp-block-heading">Setecentos agentes contra mosquitos</h2>



<p><br>Em relação à prevenção e controle de doenças, Belém também avançou no quantitativo de agentes de combate às endemias (ACEs), que desenvolvem atividades de combate ao vírus transmitidos pelo mosquito Aedes aegypti, e à malária, transmitida pelo mosquito do gênero Anopheles.</p>



<p>Em 2012, atuavam 376 agentes e atualmente esse número cresceu para 744 agentes, o que representa um aumento de aproximadamente 98% no quadro de servidores que desenvolvem um conjunto de atividades de vigilância em saúde.</p>



<p>“Uma das funções do agente é inspecionar a área externa do imóvel verificando todos os depósitos favoráveis à proliferação de mosquitos, e sempre na presença do morador e com sua autorização”, explica Tadeu Morais.</p>



<p>O agente também coleta amostra dos focos encontrados e trata a área com larvicida, um produto utilizado no controle de vetores dessas doenças, além de repassar orientações educativas ao morador. Já em locais onde há a confirmação de casos, as equipes realizam aplicações com o “fumacê”, veículo que pulveriza inseticida (com informações da Agência Belém).</p>
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