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	<title>Arquivos ambiente de trabalho - Correio Paraense</title>
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	<description>Notícias relevantes do Pará para o mundo! </description>
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	<title>Arquivos ambiente de trabalho - Correio Paraense</title>
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		<title>MPT participa de discussão sobre o meio ambiente de trabalho em frigoríficos do Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Correio Paraense]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 May 2023 17:32:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PARÁ]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[frigoríficos do Pará]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evento realizado pela Escola Judicial do TRT da 8ª Região, em Marabá, busca ampliar o debate com órgãos estratégicos e a sociedade. </p>
<p>O post <a href="https://correioparaense.com.br/2023/05/03/mpt-participa-de-discussao-sobre-o-meio-ambiente-de-trabalho-em-frigorificos-do-para/">MPT participa de discussão sobre o meio ambiente de trabalho em frigoríficos do Pará</a> apareceu primeiro em <a href="https://correioparaense.com.br">Correio Paraense</a>.</p>
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<p>O Ministério Público do Trabalho (MPT) participou, nesta sexta-feira (28), em Marabá, da programação realizada pela Escola Judicial do TRT da 8ª Região sobre “Meio Ambiente de Trabalho em Frigoríficos”. A instituição foi representada pelo procurador do Trabalho Leomar Daroncho, que atua nacionalmente na pauta, e pela procuradora Erika Trevizo, vice-coordenadora da Coordenadoria Regional de Defesa do Meio Ambiente do Trabalho e da Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (Codemat). A iniciativa contou ainda com a participação de representantes da&nbsp; Ordem dos Advogados do Brasil, seção Pará, magistrados, advogados, médicos, servidores da Justiça do Trabalho, entre outras instituições locais.</p>



<p>O município de Marabá é o principal polo econômico do sul e do sudeste do Pará, tendo a pecuária como uma das suas fontes mais expressivas de renda. Diante desse cenário, as palestras, abertas ao público, destacaram pontos importantes sobre o trabalho nos frigoríficos. O procurador do Trabalho Leomar Daroncho, gerente do Projeto Nacional de Adequação das Condições de Trabalho em Frigoríficos/CONDEMAT/MPT, ressaltou em sua apresentação os desafios de efetivar a Norma Regulamentadora 36 (NR36), que trata da segurança e saúde do trabalho em empresas de abate e processamento de carnes e derivados. “Essa é uma importante oportunidade de discussão desse tema tão relevante com a sociedade. Procuramos destacar os principais problemas do setor que apresenta altos índices de acidentes típicos e crônicos”, afirmou o procurador.</p>



<p>Segundo dados da&nbsp; Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), o estado possui o segundo maior rebanho bovino do país, com mais de 26 milhões de animais, ficando atrás de Mato Grosso, no Centro-Oeste, com mais de 32 milhões. As áreas mais expressivas de produção são as Regiões de Integração Araguaia, no Sul do Pará; Carajás; Xingu e Lago de Tucuruí, totalizando mais de 18 milhões de animais, o equivalente a 74,51% do rebanho paraense.&nbsp;</p>



<p>“A participação do Pará vem crescendo no setor de frigoríficos, então existe uma expectativa de que os problemas trabalhistas, especialmente os ligados ao meio ambiente de trabalho, se agravem, reproduzindo as ocorrências de outras regiões do Brasil. Neste sentido, o MPT ressalta a importância da concentração de esforços, da sintonia e articulação dos órgãos do Estado, nas suas diferentes competências e atribuições, especialmente na questão preventiva. Atuar antes que os acidentes e os danos se configurem. Essa é uma diretiva que está alinhada com as prioridades da agenda 2030 da ONU, que dá um grande relevo à questão da prevenção no meio ambiente, inclusive o meio ambiente do trabalho, conforme vem sendo destacado pelo STF”, explicou o procurador Leomar Daroncho.</p>



<p>De acordo com os dados do Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho do MPT, em 2022 o setor econômico “abate de reses” ocupou a terceira posição entre os que mais registraram acidentes de trabalho no Pará, com 329 notificações. No primeiro, encontra-se o de atividades de atendimento hospitalar (598 notificações) e no segundo está o de comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios (573 notificações).&nbsp; &nbsp;&nbsp;</p>



<p>Para a procuradora Erika Trevizo, da Procuradoria do Trabalho no Município (PTM), a temática é de extrema relevância para a região e iniciativas como essa, envolvendo parceiros estratégicos, são fundamentais para ampliar as discussões. “As normas nacionais e internacionais são enfáticas na previsão do direito dos trabalhadores ao meio ambiente de trabalho saudável e seguro. Nesse aspecto, é de extrema importância que todos os órgãos atuem conjuntamente com objetivo de garantir esse direito. E a campanha Abril Verde é uma oportunidade para reforçarmos essa conscientização de empregados e empregadores, bem como de toda sociedade”, ressaltou.</p>



<p>As palestras abordaram ainda “A cadeia produtiva dos frigoríficos de carne bovina e a atuação do Poder Judiciário na promoção do trabalho decente”, ministrada pelo juiz do TRT da 8ª Região, José Iraelcio de Souza Melo Júnior; e a “Análise das dinâmicas sociais e econômicas da atividade frigorífica na Região de integração de Carajás, o direito à alimentação digna, e o sistema de renda e desigualdade social”, conduzida pelo presidente da subseção da OAB em Marabá, Rodrigo Albuquerque Botelho da Costa.</p>



<p>A programação na região faz parte das formações itinerantes, promovidas pela Escola Judicial do TRT da 8ª Região, voltadas a magistradas(os) e servidoras(es) das Varas Trabalhistas Parauapebas, Redenção, Xinguara, Marabá e Tucuruí, realizadas entre os dias 25 e 28.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ci3.googleusercontent.com/proxy/rClQeLhjNWX6oS6y7Q_AY99ji3cvAOHUxilXK0BMcjJIgbp8Mxsqgrlmp3hBdxBAO05L0jpjyg_YuoiOWHHQF6J4BlYIl-rv0BiYvSLpPdQVwE0ED8IQ1mMLz2oX30bKXvtweQ=s0-d-e1-ft#https://www.prt8.mpt.mp.br/images/cache/f0a74154b05035e4f05f186345de838d_w600.jpg" alt=""/></figure>



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		<title>Pará tem a maior taxa de trabalho informal do Brasil, diz IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Correio Paraense]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Sep 2021 18:47:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA PARAENSE]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho Informal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Taxa é maior que a média nacional e a da região Norte. Informais são mais afetados em momentos de recessão, afirma especialista.</p>
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<p>No Pará, a cada dez trabalhadores, seis estão sem carteira assinada. É a&nbsp;maior taxa de informalidade entre os estados brasileiros, superando a taxa nacional de 40,6% e da região Norte de 56,4%.</p>



<p>De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa do Pará é de 60,5% no segundo trimestre deste ano.</p>



<p>O vendedor Juan Carlos Artigas é venezuelano e vende suco de frutas pelo centro comercial de Belém. Ele conta que deseja formalizar o trabalho, abrir a própria empresa, mas a situação financeira dele ainda não é favorável.</p>



<p>&#8220;Cheguei com um triciclo, depois eu mandei fazer um carrinho e aí comecei. Gostaria de me legalizar, pagar meus impostos e ficar mais legal para não estar mais na rua, porque na rua é assim, sol quente, chuva&#8221;, relata.</p>



<p>Para a coordenadora do Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), Ângela Gemaque, a informalidade tem vários aspectos negativos, desde a baixa remuneração à baixa produtividade.</p>



<p>&#8220;Fato é que essa população é mais suscetível em momentos de recessão, como na pandemia, em que os informais foram os primeiros a perderem o trabalho com a restrição das atividades comerciais para conter a Covid-19&#8221;, explica.</p>
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		<title>Problemas causados pela má postura no ambiente de trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Correio Paraense]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Apr 2021 23:15:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COLUNA - SAÚDE & BEM ESTAR]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[coluna]]></category>
		<category><![CDATA[dores na coluna]]></category>
		<category><![CDATA[má postura]]></category>
		<category><![CDATA[Problemas]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Passar horas e horas do dia em uma função profissional que exige ficar sentado por muito tempo é a realidade de muitos trabalhadores no Brasil. Com jornadas longas e estressantes, a pessoa acaba deixando de lado o cuidado com a maneira de se sentar. Em consequência disso, vão se criando os chamados vícios posturais, que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Passar horas e horas do dia em uma função profissional que exige ficar sentado por muito tempo é a realidade de muitos trabalhadores no Brasil.</p>



<p>Com jornadas longas e estressantes, a pessoa acaba deixando de lado o cuidado com a maneira de se sentar.</p>



<p>Em consequência disso, vão se criando os chamados vícios posturais, que podem ser responsáveis pelo surgimento de diversas complicações, dores e até doenças crônicas.</p>



<p>Essas dores somadas ao esgotamento físico e mental acabam comprometendo o rendimento do trabalhador e sua rotina pessoal diária.</p>



<p>As principais alterações que acometem os trabalhadores são as dores nas costas, LER/DORT (Lesão por esforço repetitivo/Distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho), alterações posturais como escoliose e cifose, tendinites e etc.</p>



<p>A dica número um para evitar as consequências da má postura no trabalho é, além de fortalecer sua musculatura com exercícios físicos, também lembrar-se de educar a postura o tempo todo.</p>



<p>Fazer pequenos intervalos durante o dia, caminhar e alongar podem ajudar a quebrar o vício postural e assim fazer com que o tempo de trabalho seja mais proveitoso e confortável.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Serviço:</h3>



<p>Telefone:&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5591988478323" target="_blank"><strong>WhatsApp</strong>: (91) 98847-8323</a><br>Acompanhe pelo&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="https://www.instagram.com/dayarafisiodermato/?hl=pt-br" target="_blank">https://www.instagram.com/@dayara_costaa</a></p>



<p class="has-text-align-right">Por: Dayara Costa</p>
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