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	<title>Arquivos Amazônia - Correio Paraense</title>
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	<description>Notícias relevantes do Pará para o mundo! </description>
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	<title>Arquivos Amazônia - Correio Paraense</title>
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	<item>
		<title>Centro Cultural Banco da Amazônia promove vivência de grafismo para celebrar Dia dos Povos Indígenas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Correio Paraense]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 22:30:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AMAZÔNIA]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No próximo domingo, 19 de abril, data em que é celebrado o Dia dos Povos Indígenas, o Centro Cultural Banco da Amazônia promove uma vivência em grafismo indígena. Com inscrições gratuitas, a oficina “Vivência de Grafismo Amazônico” será ministrada pela artista visual Alice Cristina da Silva, mais conhecida como Arteira Hermosa. Voltado para o público [&#8230;]</p>
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<p>No próximo domingo, 19 de abril, data em que é celebrado o Dia dos Povos Indígenas, o Centro Cultural Banco da Amazônia promove uma vivência em grafismo indígena. Com inscrições gratuitas, a oficina “Vivência de Grafismo Amazônico” será ministrada pela artista visual Alice Cristina da Silva, mais conhecida como Arteira Hermosa. Voltado para o público a partir de 12 anos, o evento inicia às 10 horas.</p>



<p>Com abordagem conceitual e prática, durante a oficina serão ministrados conteúdos que abordam desde a introdução aos grafismos indígenas amazônicos, passando pela apresentação de grafismos dos povos Tiriyó e Tupinambá, a contextualização simbólica e cultural desse tio de arte, até a demonstração do preparo de pigmentos naturais como genipapo e urucum com experimentação prática no corpo e no papel dos participantes do evento.</p>



<p>“A atividade aborda grafismos indígenas amazônicos a partir de suas dimensões simbólicas, culturais e corporais, promovendo uma experiência sensível que articula corpo, território e expressão visual”, explica a artista, cujo trabalho abrange múltiplas linguagens como tatuagem, muralismo, intervenções urbanas, projetos de fala e poesia, audiovisual e até experimentações com tecido e vestuário.</p>



<p>Arteira Hermosa foi reconhecida internacionalmente durante a COP 30, realizada em Belém do Pará, em 2025. Durante a Conferência, ela recebeu o prêmio de Jovem Liderança Artística pelo Clima, um reconhecimento ao trabalho independente que desenvolve para a conscientização e valorização de projetos voltados ao bem-estar social e ambiental. Com um total de 20 vagas, as inscrições para a oficina podem ser feitas pelo e-mail centrocultural@basa.com.br.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Serviço:</h2>



<p><strong>Oficina “Vivência de Grafismo Amazônico”</strong></p>



<p>Local: Centro Cultural Banco da Amazônia – Av. Presidente Vargas, 800 – Campina – Belém-PA</p>



<p>Data: 19 de abril de 2026.</p>



<p>Hora: 10h (duração de 3 horas)</p>



<p>Inscrições Gratuitas.</p>



<p>Número de vagas: 20</p>



<p>Onde se inscrever: centrocultural@basa.com.br</p>
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		<title>“A Amazônia não é só ingrediente, é identidade”, afirma chef Paulo Anijar</title>
		<link>https://correioparaense.com.br/2026/02/04/a-amazonia-nao-e-so-ingrediente-e-identidade-afirma-chef-paulo-anijar/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=a-amazonia-nao-e-so-ingrediente-e-identidade-afirma-chef-paulo-anijar</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Correio Paraense]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 13:39:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AMAZÔNIA]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A frase resume uma trajetória construída a partir do território, da memória e do respeito à floresta. Para o chef paraense Paulo Anijar, cozinhar na Amazônia é mais do que técnica ou estética: é um ato político, cultural e ambiental. Reconhecido como um dos principais nomes da gastronomia contemporânea do Norte do Brasil, ele defende [&#8230;]</p>
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<p>A frase resume uma trajetória construída a partir do território, da memória e do respeito à floresta. Para o chef paraense Paulo Anijar, cozinhar na Amazônia é mais do que técnica ou estética: é um ato político, cultural e ambiental. Reconhecido como um dos principais nomes da gastronomia contemporânea do Norte do Brasil, ele defende uma cozinha que valoriza os saberes tradicionais e a biodiversidade amazônica.</p>



<p>À frente dos restaurantes Santa Chicória e Com’è?! Ristorante, Anijar tem levado os sabores da região a espaços de projeção nacional e internacional. Um dos momentos marcantes dessa trajetória foi o jantar preparado para a Rainha Mary, da Dinamarca, durante a COP 30, em Belém, quando ingredientes amazônicos ocuparam uma mesa de relevância global. “A Amazônia não é só ingrediente, é identidade”, reforça o chef ao destacar a responsabilidade envolvida em representar a região por meio da gastronomia.</p>



<p>Durante a conversa, Paulo Anijar também reflete sobre o uso consciente dos insumos da floresta, a relação entre cozinha e sustentabilidade e os desafios de empreender no setor gastronômico sem romper com as raízes culturais locais. Para ele, cada prato carrega histórias, memórias e a necessidade de preservar o bioma amazônico para as próximas gerações.</p>



<p>Outro ponto abordado é a construção do seu olhar culinário ao longo dos anos, marcada pelo contato direto com produtores locais, comunidades tradicionais e pela vivência no território amazônico. A trajetória do chef evidencia que cozinhar, na Amazônia, é também narrar histórias e afirmar pertencimento.</p>



<p>Essas reflexões foram compartilhadas em um bate-papo com as apresentadoras Nélia Rufeill e Poliana Bentes, em episódio já disponível do Biodiversa Podcast. O conteúdo completo pode ser conferido no YouTube e nas principais plataformas de streaming:<br>&nbsp;https://www.youtube.com/watch?v=UFRUDGBVOxc</p>



<p>Serviço</p>



<p>Ouça o Biodiversa Podcast nas principais plataformas de áudio:</p>



<p>Spotify</p>



<p>Amazon Music</p>



<p>YouTube</p>



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		<title>Para 65% dos brasileiros a Amazônia ainda é um mistério</title>
		<link>https://correioparaense.com.br/2025/11/19/para-65-dos-brasileiros-a-amazonia-ainda-e-um-misterio/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=para-65-dos-brasileiros-a-amazonia-ainda-e-um-misterio</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Correio Paraense]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 16:56:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AMAZÔNIA]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Painel “O que o Brasil pensa da Amazônia” da ASSOBIO mostra que a floresta segue no imaginário nacional como “pulmão do mundo”, mas a COP30 pode romper com esse estereótipo</p>
<p>O post <a href="https://correioparaense.com.br/2025/11/19/para-65-dos-brasileiros-a-amazonia-ainda-e-um-misterio/">Para 65% dos brasileiros a Amazônia ainda é um mistério</a> apareceu primeiro em <a href="https://correioparaense.com.br">Correio Paraense</a>.</p>
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<p>A maioria dos brasileiros ainda enxerga a Amazônia como um território distante, mítico e intocável. É o que mostra a pesquisa “O que o Brasil pensa da Amazônia”, encomendada pela Associação dos Negócios de Sociobioeconomia da Amazônia (ASSOBIO), em parceria com a FutureBrand São Paulo e apoio do Fundo Vale.</p>



<p>A pesquisa será o foco principal do painel “O que o Brasil pensa da Amazônia”, que será realizado no dia 19, às 10h, no barco Banzeiro da Esperança, ancorado no Porto Futuro II, em Belém. Entre os dados da pesquisa, um deles chama a atenção: 65% dos brasileiros afirmam desconhecer a Amazônia, seja por nunca terem visitado ou por só acompanharem quando a floresta vira notícia nacional. O levantamento revela também o que os brasileiros sentem pela Amazônia: 47% sentem admiração, 39% orgulho e 27% fascínio.</p>



<p>Outro dado surpreendente é que apenas 35% reconhecem que há grandes cidades na Amazônia. “A Amazônia não é só desmatamento e problemas ambientais. Existe um modelo econômico chamado de sociobioeconomia que comprova que é possível desenvolver e produzir com os insumos da floresta, gerar renda, conservar a natureza e fortalecer comunidades locais. É isso que estamos mostrando nesta COP”, destaca Paulo Reis, presidente da ASSOBIO.</p>



<p>O estudo também aponta que o termo bioeconomia ainda é pouco conhecido dos brasileiros. Só 34% dizem compreender o conceito, geralmente associado à sustentabilidade. Mesmo assim, 82% acreditam ser possível desenvolver a Amazônia sem destruí-la, e 83% enxergam no consumo de produtos amazônicos uma forma de apoiar comunidades locais.</p>



<p>O consumo, porém, ainda é restrito: 54% não encontram produtos amazônicos onde vivem, e 34% não sabem identificá-los. Por outro lado, 84% confiam em selos e certificações para garantir origem e responsabilidade ambiental, e 42% demonstram interesse em consumir produtos da bioeconomia, especialmente de alimentação (84%) e cosméticos (80%).</p>



<p>A pesquisa foi lançada durante a Climate Week, em Nova York, e serve como termômetro para o debate que deve ganhar força para além do período da COP30, em Belém. “A Amazônia não cabe em um único modelo. É um território diverso, com realidades e maturidades socioeconômicas muito distintas. Por isso, nosso foco tem sido construir arranjos de impacto positivo adaptados às realidades e necessidades de cada localidade. A COP está aproximando o mundo, mas especialmente o Brasil, da Amazônia”, afirma Márcia Soares, gerente de Amazônia e Parcerias do Fundo Vale.</p>



<p>O levantamento reforça que, mais do que um bioma, a Amazônia é um espelho do país e pode se tornar um modelo econômico para o mundo.</p>



<p>Serviço: O painel “O que o Brasil pensa da Amazônia” será realizado no dia 19/11, às 10h, no Barco Banzeiro da Esperança, que está ancorado em frente ao Porto Futuro II. Quer conhecer a pesquisa completa? Acesse o site: https://assobio.org</p>



<p>Mais sobre a ASSOBIO<br>A ASSOBIO é uma associação representativa, que reúne 126 pequenos e médios empreendimentos, que visam proteger e promover a sociobiodiversidade da Amazônia, integrando aspectos socioeconômicos e ambientais. Fundada em 2023, é resultado de um ecossistema cada vez mais importante na região e que incentiva uma economia verde, que gera emprego e renda nas cidades amazônicas. Os 126 negócios somados geram mais de R$52 milhões em renda por ano; mais de mil empregos diretos e promovem o impacto positivo em mais de 70 mil pessoas. Acesse o site: www.assobio.org</p>
<p>O post <a href="https://correioparaense.com.br/2025/11/19/para-65-dos-brasileiros-a-amazonia-ainda-e-um-misterio/">Para 65% dos brasileiros a Amazônia ainda é um mistério</a> apareceu primeiro em <a href="https://correioparaense.com.br">Correio Paraense</a>.</p>
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		<title>Floresta na passarela: Amazônia inspira desfile-manifesto na Ilha do Combu durante a COP30</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Correio Paraense]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 18:54:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AMAZÔNIA]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Floresta na Passarela]]></category>
		<category><![CDATA[ilha do Combu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Ilha do Combu vai se transformar em passarela nesta quinta-feira (13) para o desfile-manifesto “Vestir Amazônia, Reflorestar o Clima”, promovido pela Associação dos Negócios de Sociobioeconomia da Amazônia (ASSOBIO), com o apoio de várias marcas da Amazônia e parceiros nacionais, que já atuam na criação de produtos sustentáveis. A iniciativa integra as ações paralelas [&#8230;]</p>
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<p>A Ilha do Combu vai se transformar em passarela nesta quinta-feira (13) para o desfile-manifesto “Vestir Amazônia, Reflorestar o Clima”, promovido pela Associação dos Negócios de Sociobioeconomia da Amazônia (ASSOBIO), com o apoio de várias marcas da Amazônia e parceiros nacionais, que já atuam na criação de produtos sustentáveis.</p>



<p>A iniciativa integra as ações paralelas da COP30 e propõe um novo olhar sobre o potencial criativo da floresta, unindo moda, ancestralidade e inovação. O desfile, com direção criativa do artista e estilista indígena Sioduhi, será uma performance estética e política, mais próxima de um ritual do que de uma apresentação convencional.</p>



<p>Em meio à mata e às margens do rio Guamá, 19 looks criados por 19 marcas amazônicas serão apresentados ao som da cantora Djuena Tikuna, que conduz a trilha ao vivo em um dabucuri coletivo, ritual de celebração e troca ancestral. “Vestir a Amazônia é propor outra moda possível, que refloreste corpos, territórios e imaginários”, diz Tainah Fagundes, CEO da Da Tribu e conselheira da ASSOBIO.</p>



<p>As peças resultam da combinação entre saberes tradicionais, inovação em biomateriais e práticas regenerativas. Parte dos looks foi desenvolvida em colaboração com grandes marcas como Riachuelo e VEJA, além da participação de nomes reconhecidos na moda sustentável nacional, como Flavia Aranha (SP), Day Molina (RJ) e Catarina Mina (CE).</p>



<p>Para a Riachuelo, parceira do desfile, é mais do que uma ação estética, é um compromisso com novos modelos de produção. “Entendemos a urgência de fomentar cadeias produtivas que protejam e regenerem nossos biomas”, afirma Taciana Abreu, diretora de Sustentabilidade da empresa. “Na COP30, apoiamos o projeto da sociobioeconomia do povo Yawanawa, no Acre, em parceria com a Together Band. As pulseiras feitas com sementes e materiais reciclados preservam a floresta e geram renda para as comunidades”, destaca.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="854" height="1024" src="https://correioparaense.com.br/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-13-at-14.19.02-854x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-79285" srcset="https://correioparaense.com.br/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-13-at-14.19.02-854x1024.jpeg 854w, https://correioparaense.com.br/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-13-at-14.19.02-250x300.jpeg 250w, https://correioparaense.com.br/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-13-at-14.19.02-768x920.jpeg 768w, https://correioparaense.com.br/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-13-at-14.19.02-1282x1536.jpeg 1282w, https://correioparaense.com.br/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-13-at-14.19.02.jpeg 1335w" sizes="(max-width: 854px) 100vw, 854px" /></figure>



<p>Antes do desfile, serão realizados dois painéis: “Moda e artesania da floresta em futuros regenerativos” e “Bem-estar coméstica e bioativos na transição climática”. Os debates reúnem nomes como Sébastien Kopp (VEJA), Cris Dios (Laces), Marcella Zambardino (Positiv.a) e Day Molina, que discutirão os caminhos da moda, beleza e bem-estar na transição climática.</p>



<p>O presidente da ASSOBIO, Paulo Reis, destaca o potencial criativo da Amazônia. “Cerca de 30% dos negócios associados à ASSOBIO atuam nas cadeias da moda, do artesanato e da beleza. Esses empreendimentos mostram que a sociobioeconomia é uma resposta concreta à crise climática e que a Amazônia é, sim, um polo de inovação e design”. “O futuro da moda pode estar nas margens dos rios amazônicos”, afirma Sioduhi. “Ali, onde cada fibra, cor e forma nascem do encontro entre o humano e a floresta”.</p>



<p>No segmento “Moda e Artesanato” vão participar as marcas: Verobio, Yanciã, Seiva, Igara, Labb4, Nunghara, Bossapack,Tucum e Da Tribu. As marcas de biocosmeticos que também vão marcar presença no evento são: Urucuna, Tekohá, Bioilha, Arbórea, Oji, Natureza raiz, Koa, Moma, Saboaria Amazônia e ⁠Darvore.</p>



<p><strong>Mais sobre a ASSOBIO</strong></p>



<p>A ASSOBIO é uma associação representativa, que reúne 126 pequenos e médios empreendimentos, que visam proteger e promover a sociobiodiversidade da Amazônia, integrando aspectos socioeconômicos e ambientais. Fundada em 2023, é resultado de um ecossistema cada vez mais importante na região e que incentiva uma economia verde, que gera emprego e renda nas cidades amazônicas. Os 126 negócios somados geram mais de R$52 milhões em renda por ano; mais de mil empregos diretos e promovem o impacto positivo em mais de 70 mil pessoas. Acesse o site: <a href="https://assobio.org/">assobio.org</a></p>
<p>O post <a href="https://correioparaense.com.br/2025/11/13/floresta-na-passarela-amazonia-inspira-desfile-manifesto-na-ilha-do-combu-durante-a-cop30/">Floresta na passarela: Amazônia inspira desfile-manifesto na Ilha do Combu durante a COP30</a> apareceu primeiro em <a href="https://correioparaense.com.br">Correio Paraense</a>.</p>
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		<title>Parceria na COP30 reforça compromisso com a Amazônia e a regeneração</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Correio Paraense]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 11:34:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BELÉM]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Participação da companhia na Conferência do Clima reforça compromisso com a Amazônia e a regeneração</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Natura anuncia a parceria institucional para apoiar a realização da 30ª Conferência das Partes sobre Mudanças Climáticas, a COP30. O evento acontece em Belém (PA), entre 10 e 21 de novembro de 2025. A parceria se dará por meio da Organização de Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI).</p>



<p>“Para a Natura, que tem a Amazônia como uma escolha de coração e de negócios há 25 anos, apoiar a COP30 em Belém é essencial. Esta COP será realizada no nosso território e será a COP da implementação e, para nós, da regeneração, colocando a Amazônia na vitrine do mundo. A conferência deve colocar em pauta o financiamento climático, a justiça na sua distribuição, a centralidade da Amazônia e da sociobioeconomia como soluções integradoras, além de dar maior protagonismo ao setor privado na aceleração da transição”, diz Ana Costa, vice-presidente de Sustentabilidade, Jurídico e Reputação Corporativa da Natura.</p>



<p>A parceria contemplará o fornecimento de kits de hospitalidade aos participantes do evento. Líderes mundiais de países participantes da conferência receberão kits exclusivos das novas linhas Natura Ekos Andiroba e Natura Solar. Os produtos materializam o melhor da ciência e da natureza, combinando eficácia no cuidado com a pele.</p>



<p>Com esta iniciativa, a Natura reforça sua visão de que o verdadeiro bem-estar só é possível quando é bem-estar para todos. Para a COP30, a Natura busca apresentar oportunidades de negócios e de impacto socioambiental que sejam imediatamente acionáveis para uma audiência global de empresas, governos, investidores e outros parceiros. O objetivo é demonstrar que é possível criar um modelo de negócio regenerativo que gera lucro enquanto promove impacto positivo para as pessoas, a sociedade e o planeta.</p>



<p>Ao longo de mais de duas décadas, a Natura estabeleceu parcerias com 45 comunidades para criar cadeias de valor sustentáveis na Amazônia. Nesse período, a empresa passou a utilizar 46 bioativos amazônicos em seus produtos e apoiou a implementação de 19 agroindústrias na Amazônia, que permitem o processamento local da matéria-prima. Como resultado desse trabalho conjunto, no último ano, a Natura compartilhou R$ 48,51 milhões em valor com as comunidades parceiras.</p>



<p>Sobre a Natura<br>Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira líder em beleza e cuidados pessoais na América Latina. Por 11 anos consecutivos é a companhia de melhor reputação do Brasil e mais responsável em ESG pelo ranking Merco. Há mais de 25 anos, por meio do relacionamento com comunidades extrativistas na Amazônia, a Natura foi pioneira no uso cosmético de bioativos da sociobiodiversidade brasileira. Hoje, essa atuação gera benefícios para milhares de famílias e contribui para conservar 2,2 milhões de hectares de floresta. A Natura foi a primeira companhia de capital aberto a receber, em 2014, a certificação de Empresa B pelo B Lab, organização que reconhece globalmente negócios que combinam a geração de lucro ao impacto socioambiental positivo. Com operações em 14 países na América Latina, os produtos da marca podem ser adquiridos através das mais de 3 milhões de consultoras na região, via e-commerce, aplicativo Natura, ou nas mais de mil lojas. Para mais informações, visite www.natura.com.br ou acesse os perfis da empresa nas redes sociais: LinkedIn, Facebook e Instagram.</p>
<p>O post <a href="https://correioparaense.com.br/2025/11/12/parceria-na-cop30-reforca-compromisso-com-a-amazonia-e-a-regeneracao/">Parceria na COP30 reforça compromisso com a Amazônia e a regeneração</a> apareceu primeiro em <a href="https://correioparaense.com.br">Correio Paraense</a>.</p>
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		<title>Natura e Siemens lançam projeto pioneiro de Indústria 4.0 na Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Correio Paraense]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Nov 2025 19:48:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AMAZÔNIA]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Natura e a Siemens anunciam a implementação do projeto &#8220;Moiru&#8221; na Amazônia, uma iniciativa inédita que visa digitalizar processos industriais em ambientes rurais amazônicos, ainda marcados por práticas analógicas. “Moiru&#8221;, palavra em tupi que significa &#8220;ajuda mútua&#8221;, representa o conceito que vem da simbiose entre as relações preservadas pela Natura há mais de 25 [&#8230;]</p>
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<p>A Natura e a Siemens anunciam a implementação do projeto &#8220;Moiru&#8221; na Amazônia, uma iniciativa inédita que visa digitalizar processos industriais em ambientes rurais amazônicos, ainda marcados por práticas analógicas. “Moiru&#8221;, palavra em tupi que significa &#8220;ajuda mútua&#8221;, representa o conceito que vem da simbiose entre as relações preservadas pela Natura há mais de 25 anos na região, conectando as cadeias da sociobiodiversidade às tecnologias da Indústria 4.0. Por meio da iniciativa Tech4Amazonia, a Siemens lidera a aplicação de tecnologias de automação, simulação e inteligência de dados, enquanto a Natura aporta expertise científica em sociobiodiversidade e relacionamento com comunidades locais.</p>



<p>Em 2024, foi estabelecida a parceria com a Siemens para viabilizar esta iniciativa, com o propósito de aumentar a eficiência produtiva na extração de óleos essenciais, com implementação pioneira na Cooperativa de Campo Limpo, em Santo Antônio do Tauá (PA). A partir da escuta ativa dos desafios enfrentados pelas cooperativas, a Siemens desenvolveu um gêmeo digital da dorna de extração, criado com base em simulações computacionais (CFD), e implantou sensores e válvulas inteligentes que permitem o controle remoto do processo e a coleta de dados em tempo real. A Siemens, por meio de escuta ativa dos desafios enfrentados pelas cooperativas, foi responsável pela criação de um gêmeo digital da dorna de extração, utilizando simulação computacional (CFD), além da implementação de sensores e válvulas inteligentes que permitem o controle remoto e a coleta de dados em tempo real. A iniciativa está diretamente alinhada à estratégia de implementação do futuro Centro de Inovação da Natura em Benevides, também no Pará, reforçando o protagonismo da companhia na biodiversidade e acelerando inovações aplicadas à sociobiodiversidade.</p>



<p>“Estamos às vésperas da COP30 e seguimos focados em desenvolver e compartilhar boas práticas que promovam o desenvolvimento local sustentável. É o caso dessa parceria, que alia tecnologia a impacto socioeconômico. Com a implementação das novas ferramentas, temos uma extração de óleo essencial mais eficiente e com maior rentabilidade para a comunidade. E essa iniciativa é um viabilizador para outros ganhos em novos desenvolvimentos que poderão ser realizados com o aparato criado”, afirma Romulo Zamberlan, diretor de Pesquisa Avançada na Natura.</p>



<p>Os resultados iniciais desta parceria demonstram um impacto significativo na agenda de sustentabilidade: houve uma diminuição substancial no consumo de energia e de recursos hídricos, impactando positivamente nas emissões e na pegada ambiental da produção da agroindústria.</p>



<p>Os dados gerados e coletados em tempo real serão integrados e trabalhados pelos cientistas da Natura, já apoiados por inteligência artificial e aplicado no aprimoramento de processos atuais e desenvolvimento de novos bioingredientes gerando um modelo replicável para diversas agroindústrias parceiras. Dentre as funcionalidades, está a automação de processos, com a instalação de válvulas e sensores controlados remotamente. “Acreditamos que a tecnologia é uma ponte entre propósito e impacto. Ao aplicar soluções de automação, simulação e inteligência de dados em um contexto tão singular como o da Amazônia, estamos não apenas otimizando processos, mas cocriando um modelo de desenvolvimento sustentável e escalável. O projeto Moiru é um exemplo claro de promoção da inovação com impacto regional, fortalecendo o papel da tecnologia como aliada da bioeconomia”, afirma José Borges Frias, Head de Inovação da Siemens Brasil.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Impacto Socioambiental e Geração de Renda</h2>



<p>A comunidade de Campo Limpo, por meio da APROCAMP, fornece matéria-prima vegetal para a Natura desde 2003, incluindo insumos como pataqueira, priprioca e estoraque. E, desde 2024, com a inauguração de sua primeira agroindústria de óleo essencial, a comunidade assumiu a etapa de maior valor agregado que é a produção dos óleos essenciais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Créditos: Natura</h2>



<p>A construção dessas agroindústrias é uma estratégia da Natura para impulsionar a produção e renda local. A Siemens dará suporte técnico para a replicação das soluções no futuro Centro de Inovação da Natura em Benevides, contribuindo com especificações e expansão da automação para outras linhas produtivas. A digitalização por meio de &#8220;Moiru&#8221; potencializa o ganho das comunidades, que já vem sendo impactado pela extração de óleo essencial, atividade que gerou um aumento estimado de 60% da receita bruta anual da comunidade e de 25% na quantidade de vagas de empregos para trabalhadores da APROCAMP.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sobre a Natura</h2>



<p>Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira líder em beleza e cuidados pessoais na América Latina. É a companhia de melhor reputação do Brasil e a mais responsável em ESG pelo ranking Merco há 11 anos consecutivos. Há mais de 25 anos, por meio do relacionamento com comunidades extrativistas na Amazônia, a Natura é pioneira no uso cosmético de bioativos da sociobiodiversidade brasileira. Hoje, essa atuação gera benefícios para milhares de famílias e contribui para conservar 2,2 milhões de hectares de floresta. A Natura foi a primeira companhia de capital aberto a receber, em 2014, a certificação de Empresa B pelo B Lab, organização que reconhece globalmente negócios que combinam a geração de lucro ao impacto socioambiental positivo. Com operações em 14 países na América Latina, os produtos da marca podem ser adquiridos através das mais de 3 milhões de consultoras na região, via e-commerce, aplicativo Natura, ou nas mais de mil lojas. Para mais informações, visite www.natura.com.br ou acesse os perfis da empresa nas redes sociais: LinkedIn, Facebook e Instagram</p>



<p>A Siemens Brasil iniciou suas primeiras atividades em 1867, com a instalação da linha telegráfica pioneira entre o Rio de Janeiro e o Rio Grande do Sul. Em 1905, ocorria a fundação da empresa no País. Ao longo de sua história, a empresa contribuiu ativamente para a construção e para a modernização da infraestrutura brasileira, com um portfólio de tecnologias inovadoras que capacita seus clientes a acelerarem sua própria transformação digital e a alcançarem maior sustentabilidade. Além disso, oferece serviços financeiros, gestão imobiliária corporativa e serviços de negócios indiretos. O Grupo Siemens é formado pela Siemens Brasil, Siemens Healthineers e Mobility, e está presente em praticamente todo o território nacional. Conta atualmente com sete centros de Pesquisa e Desenvolvimento, com o SITRAIN &#8211; Centro de excelência para clientes do setor industrial -, além do Digital Experience Center (DEX), um ambiente que permite uma experiência imersiva pelo ecossistema de soluções e serviços da companhia. Para mais informações acesse: www.siemens.com.br ou nosso Relatório Institucional e ESG.</p>
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		<title>Voltado ao progresso social da Amazônia, Programa Corredor formaliza entrada de três novos parceiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Correio Paraense]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Sep 2025 18:27:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AMAZÔNIA]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[hydro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Três novos parceiros, Belterra Agroflorestas, Mitsui &#38; Co. e a Fundação Mitsui, estão se juntando ao programa Corredor durante a Semana do Clima de Nova York 2025. “Parcerias transformam ambições em impacto. Estamos entusiasmados em receber três novos parceiros nesta colaboração, potencializando nossa capacidade de criar oportunidades e um futuro positivo para as pessoas e [&#8230;]</p>
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<p>Três novos parceiros, Belterra Agroflorestas, Mitsui &amp; Co. e a Fundação Mitsui, estão se juntando ao programa Corredor durante a Semana do Clima de Nova York 2025.</p>



<p>“Parcerias transformam ambições em impacto. Estamos entusiasmados em receber três novos parceiros nesta colaboração, potencializando nossa capacidade de criar oportunidades e um futuro positivo para as pessoas e comunidades ao longo do nosso mineroduto, que liga Paragominas a Barcarena, no Pará”, afirma Eivind Kallevik, Presidente e CEO da Hydro.</p>



<p>O programa Corredor foi lançado no ano passado, durante a Semana do Clima de Nova York 2024. É uma parceria multissetorial pioneira liderada pela Hydro, Mercedes-Benz e ONGs renomadas da região amazônica: Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), Centro de Empreendedorismo da Amazônia e Imazon.</p>



<p>Cocriado com as comunidades locais</p>



<p>O programa Corredor foi projetado para melhorar as condições ambientais e sociais do território que vai de Paragominas a Barcarena, cruzando o Pará. O programa abrange uma área equivalente ao território da Suíça ou do estado do Rio de Janeiro e passa por sete municípios, alcançando 650 mil cidadãos e 4,7 milhões de hectares, incluindo 2 milhões de hectares de floresta tropical de alta biodiversidade.</p>



<p>“Juntar-se ao Programa Corredor reflete o compromisso de longa data da Mitsui com o desenvolvimento sustentável e o crescimento inclusivo. Reconhecemos que um impacto duradouro requer colaboração inclusiva e soluções desenvolvidas localmente. Por meio desta parceria, nosso objetivo é apoiar a criação de cadeias de valor resilientes e promover o progresso socioeconômico, ao mesmo tempo em que protegemos a biodiversidade e o patrimônio cultural únicos da região”, diz Akinobu Hashimoto, Gerente Geral da Divisão de Novos Metais e Alumínio da Mitsui &amp; Co.</p>



<p>Os projetos do programa Corredor são cocriados com as comunidades locais, empoderando-as para identificar e priorizar iniciativas que beneficiem diretamente suas regiões e territórios. O programa mostra como a indústria pode apoiar ecossistemas e comunidades locais por meio de educação, projetos de geração de renda, restauração da biodiversidade e defesa dos direitos humanos.<br>Esta é uma iniciativa transformadora, enraizada nos princípios da bioeconomia e da equidade social. Projetado para apoiar o progresso social de agricultores familiares e povos tradicionais da Amazônia — incluindo comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas — o programa foca no fortalecimento das capacidades locais enquanto fomenta meios de vida sustentáveis.</p>



<p>Parcerias para um impacto positivo</p>



<p>O programa Corredor se baseia em investimentos implementados pela Hydro e outros parceiros para aumentar a capacidade local de desenvolver uma economia baseada na natureza, com liderança técnica do Imazon, IPAM e Centro de Empreendedorismo da Amazônia. O objetivo do programa é atrair novos investimentos para aumentar o impacto positivo.<br>O grupo fundador do programa Corredor inclui:<br>• Hydro e Fundo Hydro – Financiamento inicial e arquitetura do programa<br>• Mercedes-Benz – Primeiro coinvestidor, conectando descarbonização com desenvolvimento local<br>• Centro de Empreendedorismo da Amazônia – Responsável pela implementação do Índice de Progresso Social (IPS) dos municípios e diagnósticos comunitários<br>• *mazon – Inteligência ambiental e monitoramento do uso da terra<br>• IPAM – Diagnósticos econômicos e planejamento territorial climaticamente inteligente<br>• BCG – Estratégia, desenho de governança e roteiro de captação de recursos<br>Os três novos parceiros adicionais trazem capacidades únicas para o programa Corredor:<br>• Belterra Agroflorestas: Expertise em agricultura regenerativa e cadeias de valor da bioeconomia<br>• Mitsui &amp; Co. e Fundação Mitsui: Alcance global, financiamento e investimento de impacto social<br></p>



<p>A Hydro na Amazônia brasileira</p>



<p>Nos últimos sete anos, a Hydro investiu mais de R$ 260 milhões em programas sociais e ambientais no Pará. Um resultado chave é o projeto Usinas da Paz, do programa Territórios pela Paz (TerPaz), do Governo do Pará, com quatro unidades concluídas e mais três em construção para apoiar comunidades vulneráveis.<br><br>Em 2019, a Hydro lançou o Fundo Hydro, comprometendo-se a investir R$ 100 milhões ao longo de dez anos para o desenvolvimento de base comunitária em Barcarena. Sua primeira grande parceria com a Iniciativa Barcarena Sustentável (IBS) lançou as bases para o programa Corredor, que visa escalar o desenvolvimento sustentável em todo o Pará até 2035, promovendo oportunidades econômicas, capacitando talentos locais e avançando na conservação e restauração florestal.</p>



<p>Hydro na Semana do Clima de Nova York</p>



<p>Além da oficialização das novas parcerias do Programa Corredor, a Hydro realizou, durante a Semana do Clima de Nova York, o evento &#8220;Casa do Diálogo&#8221;. A série de palestras reuniu representantes da indústria, tomadores de decisão, defensores da sustentabilidade, pacificadores e representantes das comunidades de regiões onde a Hydro opera.</p>



<p>O painel &#8220;A caminho da COP30: clima e além&#8221;, mediado pelo CEO da Norsk Hydro Brasil, Anderson Baranov, reuniu Jader Barbalho Filho, ministro das Cidades, Raul Jungmann, presidente do Ibram, Renata Nobre, secretária adjunta da Semas-PA, e Alex Carvalho, presidente da Fiepa. Os compromissos para a realização da Conferência do Clima, a primeira na Amazônia, guiaram a conversa.</p>



<p>Jungmann apontou que o setor da mineração chegará à COP30 com metas claras e temporalmente mensuráveis para reforçar o engajamento com temas de sustentabilidade. &#8220;O setor mineral vai assumir compromissos para a descarbonização, circularidade e troca de energia fóssil, inclusive porque a humanidade não tem lugar no futuro se não houver essa preocupação&#8221;.</p>



<p>Jader Barbalho Filho destacou, ainda, a importância de que a discussão da COP30 contextualize a realidade das cidades amazônicas. &#8220;Vamos ter importantes espaços para discutir o tema urbano. A Amazônia tem sido um dos temas principais de todas as COP, e agora o mundo vai conhecer de perto o que é uma cidade amazônica.&#8221;</p>



<p>Já no painel &#8220;COP30 na Amazônia: além das estratégias de carbono&#8221;, representantes de diferentes organizações falaram sobre estratégias para abordar desafios socioambientais na região. A conversa apontou a importância do diálogo de diferentes atores e contou com Eduardo Figueiredo, vice-presidente sênior de Sustentabilidade e Impacto Social da Hydro, Aurélio Borges, diretor da Malungu, Carolina Graça, diretora do programa Green Bridge Facility (GBF) do Instituto Igarapé e Akinobu Hashimoto, gerente geral da divisão de New Metals &amp; Aluminium da Mitsui.</p>



<p>&#8220;Queremos investir na nossa cadeia produtiva e desenvolver um sistema em que a comunidade ganha. A Hydro aposta num futuro de baixo carbono, mas ele tem que ser socialmente justo. Esse é um desafio que não é simples, mas é à altura da Hydro e dos parceiros que ela tem&#8221;, afirmou Eduardo Figueiredo.</p>



<p>A importância de que as vozes das comunidades tradicionais sejam ouvidas e levadas em conta foi apresentada por Aurélio Borges. &#8220;Grupos e empresas também precisam olhar com carinho para quem está na floresta preservando e incentivando o desenvolvimento das pessoas pra que cada vez mais a gente tenha floresta viva.&#8221;</p>
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		<title>Brasileiros ainda veem a Amazônia como distante, misteriosa e pouco conectada ao cotidiano, aponta pesquisa inédita da ASSOBIO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Correio Paraense]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2025 18:37:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AMAZÔNIA]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma pesquisa inédita idealizada pela ASSOBIO &#8211; Associação dos Negócios de Sociobioeconomia da Amazônia, em parceria com a FutureBrand São Paulo, com apoio de dados da Timelens, e financiada pelo Fundo Vale, revela como os brasileiros enxergam a Amazônia e seu potencial econômico sustentável. A pesquisa denominada “O que o Brasil pensa da Amazônia”, realizada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma pesquisa inédita idealizada pela ASSOBIO &#8211; Associação dos Negócios de Sociobioeconomia da Amazônia, em parceria com a FutureBrand São Paulo, com apoio de dados da Timelens, e financiada pelo Fundo Vale, revela como os brasileiros enxergam a Amazônia e seu potencial econômico sustentável. A pesquisa denominada “O que o Brasil pensa da Amazônia”, realizada entre junho e agosto deste ano, avaliou o grau de proximidade da população com a região e quais atributos estão hoje associados à floresta.</p>



<p>A partir desse diagnóstico, o estudo busca identificar mensagens capazes de mobilizar o público e ajudar a construir um imaginário positivo em torno, sobretudo, da bioeconomia amazônica, destacando ideias com maior potencial de gerar compreensão e engajamento em ações futuras.</p>



<p>“Encomendamos esta pesquisa justamente para enfrentar o desconhecimento estrutural sobre a Amazônia. Acreditamos que a bioeconomia é o caminho para aproximar a floresta da vida dos brasileiros, articulando negócios sustentáveis que já estão em curso na região. Os empreendimentos apoiados pela Assobio demonstram que é possível gerar renda, conservar a floresta e fortalecer comunidades locais ao mesmo tempo”, destacou o presidente da Assobio, Paulo Reis.</p>



<p>O levantamento organiza seus achados em cinco eixos: o distanciamento dos brasileiros em relação à Amazônia; o imaginário marcado por mitos e narrativas de crise; o consumo sustentável restrito a práticas básicas; a bioeconomia ainda pouco conhecida; e o consumo de produtos amazônicos, limitado por barreiras de acesso e preço, mas com forte potencial de interesse.</p>



<p>“A pesquisa foi estruturada para compreender as dualidades humanas que marcam a relação dos brasileiros com a Amazônia. Há orgulho e admiração no discurso, mas o consumo ainda obedece lógicas tradicionais de preço, marca e conveniência — revelando o desafio de transformar esse desejo em escolhas que mantenham a floresta em pé e fortaleçam a bioeconomia”, garante Estela Brunhara, diretora de Behavior Consumer da FutureBrand São Paulo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A Amazônia está no imaginário da maioria dos brasileiros</h2>



<p>A pesquisa mostra que a relação dos brasileiros com a Amazônia ainda é marcada por distanciamentos e estereótipos. Cerca de 65% da população afirma desconhecer a região, seja por nunca ter visitado a floresta ou por só acompanhar quando a região ganha destaque na mídia. Essa falta de contato direto alimenta uma visão idealizada e, ao mesmo tempo, fatalista: a Amazônia aparece como território mítico, grandioso, mas inacessível, associado ao misticismo e à destruição. Apesar de 35% reconhecerem que a região abriga grandes cidades, a maioria ainda a percebe como intangível, congelada no tempo e distante do cotidiano nacional. O resultado é um imaginário coletivo em que a floresta desperta os sentimentos de admiração para 47% dos entrevistados, orgulho para 39% e fascínio para 27%, mas também frustração e impotência diante das ameaças constantes.</p>



<p>Esse imaginário, no entanto, não se resume ao distanciamento. A pesquisa mostra que a Amazônia também é carregada de significados simbólicos, que oscilam entre a idealização da natureza e a valorização da vida cultural. A floresta é vista como mãe protetora e doadora de vida, guardiã de sabedoria ancestral e símbolo de força e resiliência. Para 64% dos entrevistados, ela representa uma riqueza biodiversa única, e para 59% é motivo de orgulho nacional. Ao mesmo tempo, 56% a associam imediatamente ao desmatamento ilegal, e 55% reforçam a imagem de “pulmão do mundo”, revelando como preocupações ambientais marcam a percepção coletiva. Outros atributos também emergem, como os sabores tradicionais (45%), o caráter místico e folclórico (40%) e a ideia de utopia sustentável (40%), que traduz o desejo de um futuro em que a floresta permaneça de pé gerando riqueza. Esse conjunto de imagens reforça a Amazônia como um território de orgulho, espiritualidade e cultura, mas também de ameaças e contradições.</p>



<p>A relação dos brasileiros com a sustentabilidade segue a mesma lógica de ambivalência. Embora 81% declarem adotar práticas para economizar água e energia, 74% separem o lixo para reciclagem e 70% reutilizam embalagens, apenas 15% dizem ter a sustentabilidade como um tema de real interesse cotidiano. O consumo de produtos sustentáveis também aparece cercado de ambiguidades: 60% afirmam consumir esses itens com frequência e 86% concordam que essa escolha ajuda o meio ambiente, mas, na prática, critérios como preço, qualidade e conveniência pesam mais na decisão de compra. A sustentabilidade, assim, funciona como um valor secundário, associado muitas vezes à culpa e à moralidade, mas dificilmente suficiente para sustentar sozinha a escolha do consumidor.</p>



<p>Esse cenário se reflete diretamente na forma como os brasileiros consomem produtos amazônicos. O estudo mostra que, embora exista familiaridade, o consumo ainda é limitado por barreiras de preço, acesso e informação. Entre quem não consome os produtos atualmente, mais da metade (54%) afirma não encontrar esses produtos onde vive e 34% dizem não saber identificá-los. Apesar disso, o interesse é alto: 42% têm total interesse em consumir produtos da bioeconomia amazônica, sobretudo nas categorias de alimentação (84%) e cosméticos (80%), que lideram tanto em consumo atual quanto em potencial de crescimento. Para os consumidores, esses produtos carregam atributos de naturalidade e originalidade, associados a benefícios de saúde, qualidade superior e identidade cultural brasileira. No entanto, a confiança depende de garantias: 84% consideram selos e certificações fundamentais para assegurar procedência, responsabilidade ambiental e impacto positivo em comunidades locais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conceito de bioeconomia ainda é distante da maioria dos brasileiros</h2>



<p>Quando o assunto é bioeconomia, a pesquisa mostra que este ainda é um conceito distante para os brasileiros: apenas 34% afirmam conhecer o termo e, mesmo entre eles, a associação costuma ser superficial, ligada à sustentabilidade, geração de renda ou reciclagem. O interesse digital pelo tema teve seu auge em 2019, quando políticas públicas e eventos institucionais deram visibilidade à pauta, e desde então segue em crescimento. Apesar do desconhecimento, há sinais de potencial: 83% acreditam que consumir produtos amazônicos é uma forma de apoiar comunidades locais e 82% concordam que é possível desenvolver economicamente a região sem destruir a floresta.</p>



<p>Para os brasileiros, a bioeconomia desperta curiosidade por representar ao mesmo tempo inovação, preservação e oportunidade de renda, mas esse interesse vem acompanhado de cautela: a maioria considera essencial garantir fiscalização, transparência e envolvimento das comunidades tradicionais para que o incentivo ao consumo não reproduza práticas injustas ou predatórias.</p>



<p>Para a Assobio, os dados reforçam a urgência de criar novas narrativas sobre a Amazônia, capazes de desconstruir estereótipos e aproximar a floresta da vida cotidiana. “É preciso ultrapassar a visão dicotômica entre preservação e exploração e promover a ideia de conservação com produção consciente. Só assim será possível transformar a Amazônia em um espaço produtivo, com a floresta em pé, gerando renda para suas populações e promovendo um futuro sustentável”, destaca o presidente da Assobio, Paulo Reis.</p>



<p>O estudo conclui que fortalecer os vetores de conexão simbólica e cultural da Amazônia com o restante do país é um caminho importante para aproximar os brasileiros da região. Ao mesmo tempo, abre-se uma oportunidade estratégica para o fortalecimento da bioeconomia, capaz de unir desenvolvimento econômico, valorização das comunidades locais e conservação ambiental.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Destaques</h2>



<p>Para chegar ao objetivo, o estudo combinou entre junho e agosto deste ano metodologias qualitativas, digitais e quantitativas: analisou postagens online, promoveu grupos de discussão em diferentes regiões do país e consolidou os dados inéditos. Entre os números que chamaram a atenção estão:</p>



<p>● 65% dos brasileiros desconhecem a Amazônia.<br>● 35% dos brasileiros afirmam que a região possui grandes cidades urbanizadas.<br>● 34% dos brasileiros acreditam conhecer a bioeconomia amazônica.<br>● 54% dos brasileiros declaram frequentemente escolher marcas com certificações ambientais.<br>● 60% dos brasileiros afirmam que consomem produtos sustentáveis frequentemente.<br>● 82% dos brasileiros afirmam que é possível desenvolver economicamente a Amazônia sem destruir a floresta.<br>● 53% dos entrevistados disseram se sentir culpados(as) quando não escolhem a opção mais saudável.<br>● 84% dos entrevistados afirmaram que selos e certificações são importantes para garantir a origem e a responsabilidade dos produtos amazônicos.</p>



<p>&#8220;Os resultados da pesquisa evidenciam a necessidade de ampliar o entendimento sobre a Amazônia, superando estereótipos e reconhecendo a importância da bioeconomia como um modelo de desenvolvimento. É fundamental conectar a conservação da floresta em pé com modelos produtivos inovadores, que fortaleçam comunidades locais e consolidem a região como vetor de desenvolvimento sustentável para o Brasil e para o mundo”, reforça Marcia Soares, gerente de Amazônia e Parcerias do Fundo Vale.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pesquisa sobre Amazônia será lançada durante a Climate Week, em Nova York</h2>



<p>A pesquisa “O que o Brasil pensa da Amazônia” será lançada durante a Semana do Clima de Nova York (21 a 28 de setembro), um dos principais eventos globais sobre mudanças climáticas. O lançamento será no dia 22, na sede do Banco do Brasil em NY, às 15h.</p>



<p>A apresentação da pesquisa marca um passo importante para ampliar o conhecimento sobre a relação entre a floresta amazônica, sua biodiversidade e o potencial econômico sustentável associado ao território.</p>



<p>“O lançamento durante a Climate Week em Nova York reforça a importância de inserir a Amazônia no centro do debate global, destacando que soluções sustentáveis precisam estar conectadas à conservação da floresta e à valorização das comunidades locais”, destaca Paulo Reis, presidente da ASSOBIO.</p>



<p>Sobre o Fundo Vale &#8211; O Fundo Vale é uma organização de fomento criada para gerar impacto socioambiental positivo. Sua missão é impulsionar soluções que fortaleçam uma economia mais sustentável, justa e inclusiva, por meio de capital catalítico e apoio a negócios e iniciativas inovadoras. Há 16 anos, o Fundo Vale atua na construção de uma nova realidade econômica, fomentando no desenvolvimento de negócios, na produção de conhecimento e na criação de arranjos financeiros voltados à conservação e recuperação de biomas, com atenção especial à Amazônia.</p>



<p><strong>Sobre a ASSOBIO &#8211; </strong>A ASSOBIO é formada por 130 associados, de pequenos e médios negócios dedicados à sociobioeconomia na Amazônia, Fundada com o objetivo de fomentar práticas empresariais responsáveis, busca conciliar o desenvolvimento econômico com a preservação do ecossistema amazônico e o bem-estar das comunidades locais. Saiba mais acessando o site: www.assobio.org<br>Sobre a FutureBrand &#8211; A FutureBrand é um ecossistema multiespecialista que prepara marcas para o futuro por meio da criação de experiências conectadas. Com FutureBrand, Springpoint e Timelens forma-se o ecossistema com equipes que atuam de forma integrada para desenvolver future-proof brands. A unidade Consumer Behavior é dedicada a mapear comportamentos e percepções com rigor de pesquisa para orientar decisões estratégicas para marcas e negócios. Saiba mais clicando aqui.</p>
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		<title>Workshop debate o futuro do setor florestal na Amazônia no contexto da COP 30</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Correio Paraense]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2025 18:13:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BELÉM]]></category>
		<category><![CDATA[aimex]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[FIEPA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Associação das Indústrias Exportadoras de Madeira do Estado do Pará (Aimex) realiza, nesta sexta-feira (5), o workshop “COP 30 e o Futuro do Setor Florestal na Amazônia”, com o objetivo de fomentar o diálogo sobre os caminhos da bioeconomia e do manejo florestal sustentável na região amazônica diante das discussões globais sobre clima e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Associação das Indústrias Exportadoras de Madeira do Estado do Pará (Aimex) realiza, nesta sexta-feira (5), o workshop “COP 30 e o Futuro do Setor Florestal na Amazônia”, com o objetivo de fomentar o diálogo sobre os caminhos da bioeconomia e do manejo florestal sustentável na região amazônica diante das discussões globais sobre clima e meio ambiente.</p>



<p>Realizado em parceria com a Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa), o encontro reunirá especialistas, empresários, pesquisadores e tomadores de decisão para debater os principais desafios, tendências e oportunidades que o setor oferece em uma agenda de desenvolvimento que concilia conservação ambiental, inovação tecnológica e geração de emprego e renda na floresta.</p>



<p>Para Deryck Martins, diretor executivo da Aimex, o workshop representa um momento estratégico para reposicionar a importância da produção florestal sustentável nos debates globais sobre clima.</p>



<p>“Nós vivemos na maior floresta tropical do planeta, então, qualquer solução para os nossos problemas, passa inevitavelmente por ela, inclusive o combate às mudanças climáticas. E o setor florestal é parte disso. Quando falamos em manejo sustentável, estamos falando de geração de empregos, de desenvolvimento regional com base na floresta em pé e de inovação que respeita os ciclos da natureza. Estamos falando, justamente, de colocar a floresta como protagonista dessas soluções. E a COP, que será realizada aqui, nos dá a oportunidade de mostrar ao mundo como isso é possível” destaca Martins.</p>



<p>O Pará é o maior produtor de floresta nativa do Brasil, além de concentrar uma das maiores áreas de floresta manejada do país, por isso, tem papel central na construção dessa nova narrativa sobre a Amazônia. Com a COP 30 no horizonte, o Estado se torna vitrine global para iniciativas que conciliam conservação e desenvolvimento. “Temos a responsabilidade e a oportunidade de liderar esse debate com conhecimento técnico, articulação entre setores e foco em resultados reais para as populações da floresta”, conclui o diretor executivo da Aimex.</p>



<p>A programação do evento contará com painéis temáticos, palestras e rodadas de conversa, que abordarão temas como comércio de carbono, atuação dos órgãos ambientais, regras nacionais e internacionais para comércio madeireiro, concessões florestais, exportação e mercado. O objetivo é promover conexões entre ciência, setor produtivo e políticas públicas, fomentando um ambiente colaborativo de inovação e soluções práticas para pensar o presente e futuro do setor florestal na Amazônia.</p>



<p>Realização &#8211; O Workshop “COP 30 e o Futuro do Setor Florestal na Amazônia” é uma realização da Associação das Indústrias Exportadoras de Madeira do Estado do Pará (Aimex), Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa) e Sindicato da Indústria de Serrarias, Carpintarias, Tanoarias, Madeiras Compensadas e Laminadas, Aglomerados e Chapas de Fibras de Madeiras de Belém, Ananindeua e Marituba – SINDIMAD. O evento tem o patrocínio de Ebury Bank e apoio de Jornada COP+, Sindimata e Simava.</p>



<p>As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site da FIEPA, no endereço: &nbsp;https://www.fiepa.org.br/event-details/workshop-cop-30-e-o-futuro-do-setor-florestal-na-amazonia</p>



<p>PROGRAMAÇÃO</p>



<p>06/06/2025 – 8h às 18h</p>



<p>8h: Welcome coffee</p>



<p>9h: Abertura</p>



<p>10h: Palestra 1<br>Environmental, Social and Governance – ESG e comércio de carbono<br>Palestrante: Assessoria Jurídica Barreto Corrêa da Veiga</p>



<p>10h30: Painel 1<br>Atuação dos órgãos ambientais, federal e estadual, no comando e controle das atividades florestais<br>Painelistas: Ibama-SUPES/PA, CFISC-Semas/PA, LAMAPA e OAB</p>



<p>11h30: Painel 2<br>Manejo florestal sustentável e os impactos das listas restritivas de espécies florestais: Convenção do Comércio Internacional das Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção (CITES) e os Pareceres de Extração Não Prejudicial (NDFs).<br>Painelistas: IBAMA/PA, DGFLOR-SEMAS/PA, UFRA, IMAFLORA, OAB e AIMEX</p>



<p>12h30: Intervalo &#8211; Brunch</p>



<p>13h30: Painel 3<br>Concessões Florestais: caminhos para a sustentabilidade e desenvolvimento no Pará<br>Painelistas: SFB, IDEFLOR-BIO, DFLO/ICMBio, Confloresta, Mútua/PA e Aimex</p>



<p>15h: Palestra 2<br>Exportar com Segurança: As vantagens da proteção cambial no setor florestal<br>Palestrante: Ebury Bank</p>



<p>15h30: Coffee Break – Intervalo</p>



<p>16h: Painel 4<br>Desafios e perspectivas para o futuro do setor florestal na Amazônia<br>Painelistas: EMBRAPA, IMAFLORA, IFPA e AIMEX</p>



<p>17h: Perguntas e encaminhamentos finais</p>
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		<title>Atlas da Amazônia Brasileira amplia debate ambiental no ano da COP 30</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeferson Hoenisch]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Apr 2025 20:19:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AMAZÔNIA]]></category>
		<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[AtlasdaAmazonia]]></category>
		<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Publicação organizada por fundação alemã será lançada nesta quarta-feira (23), na Casa Balaio, em Belém</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Será lançado, em Belém, nesta quarta-feira (23), às 18 horas, em evento na Casa Balaio, o Atlas da Amazônia Brasileira, uma publicação com 32 artigos de amazônidas e pesquisadores da região. Iniciativa da Fundação Heinrich Böll, organização política alemã com presença em 35 países, o trabalho reúne dados e saberes da maior floresta tropical do mundo e amplifica o debate ambiental no ano da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas no Brasil, a COP 30, que ocorre em novembro na capital paraense.</p>



<p>O evento terá a participação de jornalistas, acadêmicos, ativistas, comunicadores, gestores públicos e parlamentares. Serão realizadas duas mesas de diálogos com autores do Atlas, membros do Conselho Editorial e facilitadores, com foco no conhecimento e saberes dos territórios para ação e resistência e no protagonismo amazônidas na crise climática.</p>



<p>Pela primeira vez pensado e produzido no Sul Global, países localizados majoritariamente no hemisfério sul e que possuem desafios semelhantes de desenvolvimento econômico e social, ainda que em contextos culturais diferentes, o Atlas da Amazônia Brasileira propõe a abordagem de temas que afetam a floresta e suas comunidades sob a ótica dos próprios amazônidas e de pessoas com longa conexão com o território.</p>



<p>“Em meio à crise climática global, o lançamento do Atlas da Amazônia Brasileira é um marco essencial para ampliar o debate sobre o futuro e os desafios da região &#8211; especialmente em ano de COP 30 e com o evento sendo realizado em Belém. A Fundação Heinrich Böll, que acompanha todas essas questões desde o início de sua presença no Brasil, no ano 2000, está muito satisfeita de lançar a coletânea e espera que o material possa provocar diálogos pela justiça socioambiental e inspirar soluções para as adversidades que a Amazônia e seus povos enfrentam”, afirmou Regine Schönenberg, diretora da Fundação Heinrich Böll no Brasil.</p>



<p>O Atlas aprofunda temas cruciais para a Amazônia e indica alternativas para um desenvolvimento sustentável e justo. Estão na pauta a preservação ambiental e os saberes ancestrais, a cultura e a educação locais, os desafios fundiários e o desmatamento, o impacto das mudanças climáticas, a luta das mulheres amazônidas pela justiça socioambiental e a crescente violência e exploração ilegal, como na mineração. A obra também questiona a utilização dos recursos naturais como moeda e a prática do “greenwashing”, o marketing que vende produtos e serviços como sustentáveis sem que isso seja verdade.</p>



<p>Para Regine, a Fundação Heinrich Böll desempenha um papel fundamental, às vésperas do maior debate climático do planeta, de atuar como agente de mudança para e pela Amazônia. “Defender os direitos territoriais dos povos amazônidas e preservar seus modos de vida devem ser prioridades em qualquer debate sobre soluções para a crise climática. Este é o momento de agir: proteger, preservar e garantir que a Amazônia continue de pé, não apenas para o Brasil, mas para o planeta”, assinalou.</p>



<p><strong>Sobre a Fundação Henrich Böll</strong></p>



<p>A Fundação Heinrich Böll é uma organização política alemã, presente em 35 países. Seus escritórios na América Latina têm um compromisso especial com as organizações da sociedade civil do campo crítico porque acreditam que essas são fundamentais para o fortalecimento democrático. Promover diálogos pela democracia e buscar a garantia dos direitos humanos; atuar em defesa da justiça socioambiental; defender os direitos das mulheres e se posicionar como antirracista são os valores que impulsionam as ideias e ações da Fundação.</p>



<p>No Brasil, a organização apoia projetos de diversas organizações da sociedade civil, organiza debates e produz publicações gratuitas. No campo da justiça socioambiental, busca fortalecer o debate público que alie a defesa do meio ambiente com a garantia dos direitos dos povos do campo e da floresta. Para mais informações, acesse https://br.boell.org/pt-br</p>
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