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Pará registra saldo positivo com a exportação de madeira de janeiro a junho

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Foto: Reprodução / Fonte: O Estado Net

O setor madeireiro registrou alta na exportação de madeira no Estado do Pará no período de janeiro a junho deste ano. Segundo dados repassados pela Associação das Indústrias Exportadoras de Madeiras do Estado do Pará (AIMEX), no acumulado neste período, as exportações apresentaram crescimento de 7,76% no valor movimentado e 12,77 na tonelagem exportada. As 104 mil toneladas de madeira exportadas renderam ao setor US$ 95, 7 milhões.

Comparado aos números registrados em 2020, no mesmo período, o primeiro semestre de 2021 registrou números animadores. 

Em 2020, por exemplo, no mês de janeiro, foram exportadas por mais de 18 mil toneladas e com renda de US$ 18.069.940. Em fevereiro, o total de exportações chegou a 14. 578.384 e uma renda de US$ 13.264.354. No mês seguinte, foram exportadas 20.994.022 toneladas e um ganho de US$ 20.780.170. Abril registrou 19.335.869 toneladas exportadas e uma renda de US$ 18.681.481. No mês de maio, os ganhos foram de US$ 18.129.727 com 18.749.148 toneladas exportadas.

Total US$: 88.925.672 – 92.625.333 toneladas exportadas

Este ano, os números foram mais animadores para o setor madeireiro.  

Janeiro: US$ 17.890.22 para 18.325.654 toneladas exportadas
Fevereiro: US$ 20.353.059 arrecadados com a exportação de 21.798.977 toneladas
Março: US$ 16.438.745 para 20.142.118 toneladas.
Abril: US$ 17.275.926 e 18.856.410 toneladas exportadas. 
Maio: US$ 23.789.78 para 25.329.778 toneladas de madeira exportadas.

Total: US$ 95.747.741 – 104.452.937 toneladas.

Nos últimos três anos, 2019 segue como sendo o melhor ano para o setor. No mesmo período, foram arrecadados US$ 107.536.266 com a exportação de 114.230.436 toneladas de madeira. 

Os números registrados no primeiro semestre de 2021 são bastante positivos levando em conta o curto espaço de tempo da recuperação da economia por conta da pandemia da Covid-19. Além disso, esse crescimento favorável se deu também pela procura por madeira em virtude do pouco ou quase nada de estoques reguladores de madeira que existem.

O avanço da vacinação nos países importadores do produto paraense também é um dos motivos apontados pela Aimex na sua avaliação de mercado. 

A entidade cobra mais celeridade no processo de autorização das exportações com procedimentos padronizados para evitar distorções nos pedidos. Para a associação, o esses percentuais positivos poderiam ser ampliados não fosse o longo prazo para essas emissões, que geralmente ocorre entre 30 a 40 dias.

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