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Mangueirão completa 48 anos e segue como gigante do esporte na Amazônia

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Foto: Divulgação / Ag. Pará

O Estádio Olímpico do Pará – Jornalista Edgar Proença (Mangueirão) completou 48 anos nesta quarta-feira (4), reafirmando seu papel como um dos maiores símbolos do esporte e da cultura na região amazônica. Inaugurado em 4 de março de 1978, o estádio se consolidou ao longo de quase cinco décadas como o principal palco das grandes emoções do futebol paraense e de importantes eventos culturais.

Localizado em Belém, o Mangueirão foi projetado pelo arquiteto paraense Alcyr Meira e idealizado pelo então governador Alacid Nunes. Desde sua inauguração, o estádio passou a representar o orgulho do esporte no Norte do país, recebendo partidas históricas e reunindo multidões apaixonadas pelo futebol.

Ao longo de sua trajetória, o Mangueirão foi palco de grandes clássicos entre Clube do Remo e Paysandu Sport Club, confrontos que movimentam o tradicional Re-Pa e fazem parte da identidade esportiva do estado. O estádio também recebeu partidas marcantes da Seleção Brasileira de Futebol, incluindo jogos históricos contra Chile, Marrocos, Venezuela e Argentina, reforçando sua importância no cenário nacional.

Entre os momentos mais memoráveis está o Superclássico das Américas de 2011, quando o Brasil venceu a Argentina por 2 a 0 diante de mais de 40 mil torcedores, em uma noite que marcou a história do futebol em Belém.

Com capacidade atual para mais de 53 mil pessoas, o Mangueirão é hoje um dos maiores estádios do Brasil e referência na região Norte. Além do futebol, o complexo também abriga pista de atletismo e outras estruturas esportivas, sendo utilizado em competições, eventos culturais e grandes celebrações populares.

Para celebrar os 48 anos do estádio, o governo do Pará preparou uma programação especial com visitas guiadas e ações voltadas a jovens atletas, permitindo que novas gerações conheçam de perto o principal templo esportivo da Amazônia. À noite, a estrutura recebe iluminação especial com as cores da bandeira do estado, marcando simbolicamente mais um capítulo na história do Mangueirão.

Mais do que um estádio, o Mangueirão se tornou um espaço de memória coletiva para os paraenses. Entre gols históricos, decisões emocionantes e grandes eventos culturais, o “Gigante da Amazônia” continua sendo um símbolo de identidade, paixão e orgulho para quem vive e respira o esporte no Pará.

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