BELÉM

Feira Pan-Amazônica do Livro recebe a Exposição Ilha do Marajó Pará, do jornalista Ray Nonato

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Imagens: Ray Nonato/@agencia.imagens2.8

A exposição fotográfica “Ilha do Marajó Pará”, de autoria do repórter fotográfico paraense Ray Nonato, é vista na 26° Feira Pan-Amazônica do Livro e dá multi vozes. Agora participa como convidado no estande da Academia Paraense de Jornalismo-APJ e distribuidora de livros de São Paulo. São dois estandes que abrigam a coletânea das imagens da Ilha do Marajó para brindar o visitante da feira em Belém contando um pouco do dia a dia do arquipélago marajoara e das pessoas do cotidiano. É o sexto local da exposição.

A expô foi levada ao Rio Janeiro, na Feira de Artesanato, Cultura e Turismo da Praça José de Alencar, no bairro do Flamengo. A partir daí, a coletânea das imagens já foi exibida na Associação Brasileira de Arte Fotográfica – ABAF, no bairro de Botafogo; na Praça São Salvador, em Laranjeiras e, também, foram projetadas fora do Brasil, no evento “G10 Favelas”, que aconteceu em Nova York e marcou o pré-lançamento da Semana das Favelas do Brasil, que ocorrerá naquela cidade norte-americana, no evento que contou também com a presença da Ocas ONG do Pará. Marcou presença na Feira Internacional do Turismo – Fita, que aconteceu no Hangar e no município de Soure, no Marajó, além da Abrajt Pará junto com Abrajet nacional.

Segundo o autor da exposição, Ray Nonato, com 40 anos de experiência profissional, a coletânea de fotos tem o objetivo de mostrar as belezas da Ilha do Marajó desde o seus costumes, suas belas praias, a culinária, que é conhecida mundialmente, principalmente da carne do búfalo, leite e queijo do Marajó. E ainda tem o artesanato marajoara, que começou com os povos indígenas marajoaras que viveram na ilha entre 400 e 1300 anos d.C, seu povo e a sua história.

Repórter fotográfico, Ray Nonato também falou da importância dessa exposição fotográfica “Ilha do Marajó Pará” começar pelo Rio de Janeiro, que é uma das cidades mais visitadas do mundo e que, “certamente vamos ajudar cada vez mais a divulgar a Ilha do Marajó”. Ele também falou que ainda está recebendo convites para levar para outros locais no Rio de Janeiro e também em outros estados do Brasil.

O artista aproveita para agradecer aos que apostaram “nesse meu sonho de divulgar o Marajó para todo o mundo com essa exposição fotográfica. A minha ideia é que aquele povo sofrido tenha visibilidade para ter uma vida mais digna com geração de emprego e renda nas cidades daquele arquipélago tão lindo, que é uma fonte de matéria prima para esta grande indústria que é o turismo. Eu fico mais feliz que a exposição foi lançada antes da capital do Pará, Belém, que foi escolhida para sediar a Cop 30. Tenho certeza que nós vamos apresentar o que tem de melhor não só do Pará como da região e do Brasil para quem vem visitar a nossa capital. A equipe fotográfica, tenho certeza, vai ficar deslumbrada com essa Ilha de tanta importância, não só a natureza, mas também as pessoas e para o mundo. O prefeito Guto Gouvêa, de Soure, afirma que a exposição “Ilha do Marajó Pará” acontece num bom momento, em que se vive uma transição, com grandes expectativas”, frisou.

“Mostrar o Marajó chamará atenção para que as pessoas conheçam nossa realidade, nossa gente e nossa riqueza cultural com diversidade culinária, musical, criação de búfalos, a pesca, nossas praias e também as grandes dificuldades que vivemos neste ponto do Brasil”, disse Guto Gouvêa.

A exposição em turnê pelo Brasil tem o apoio cultura de Henvil Transporte, Uniesamaz, Prefeitura de Soure, Toró Souvenir, Que Doçura, D. Manuel Turismo, Abrajet Pâ, ABAF, AIJAM, AMAM, Reinafarma, Ocas ONG, Abrajet nacional, Setur – Secretaria de Turismo Soure e ARFOC Brasil.

Abrajet nacional é Abrajet Pá, ABAV- Pá.

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