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Governo do Pará fiscaliza casos suspeitos de sarampo em Afuá

Cidade recebe ações para o combate à propagação do vírus do sarampo até o dia 10 de junho.

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Foto: Mariana Ramos/Prefeitura do Rop | Fonte: G1 Pará

O governo do Pará está monitorando seis casos suspeitos de sarampo em Afuá, extremo norte da ilha do Marajó. Os casos estão em fase de investigação, segundo a Secretaria de Estado da Saúde (Sespa).

Em paralelo à investigação desses casos, começam nesta segunda-feira (30) ações de combate à disseminação do vírus na cidade de Afuá. As medidas estão previstas para durarem até o dia 10 de junho.

No Pará, ainda não foi confirmado nenhum caso de sarampo este ano, porém o estado vizinho, Amapá, vive um surto com mais de 300 casos confirmados só este ano. O fluxo de pessoas entre o Amapá e Afuá é intenso , o que pode contribuir para a transmissão do sarampo.

Ações de prevenção

Dentre as ações promovidas pela Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), além de intensificar a vacinação contra o sarampo, estão previstas a capacitação de profissionais da saúde municipal e reuniões entre as secretarias de saúde estadual e municipal para definir o itinerário a ser realizado para as buscas dos casos suspeitos e das barreiras vacinais.

Desde o último sábado (28) técnicos da Sespa se deslocaram para o município para executar medidas que interrompam a circulação do vírus do sarampo em toda a região.

No Pará, 4.832 casos de sarampo foram registrados em 2020. Em 2021, foram 116 casos confirmados.

Na campanha contra o sarampo em curso, a meta é vacinar contra o sarampo é 629.169 crianças. Até o momento foram vacinadas 104.523 crianças de 6 meses a 4 anos, o que corresponde a cerca de 16,61% da população alvo da campanha. A Sespa destaca que a aplicação de vacina é responsabilidade das secretarias municipais de saúde.

Sintomas de sarampo

  • Febre;
  • Tosse;
  • Coriza;
  • Conjuntivite;
  • Manchas vermelhas na pele

Todas as pessoas não vacinadas e que nunca adoeceram de sarampo podem adoecer, pois só a vacina garante a proteção.

A Sespa alerta: a pessoa com suspeita da doença deve procurar imediatamente atendimento médico para que seja feita a notificação do caso e a equipe de saúde possa agir para interromper a circulação do vírus entre as pessoas que tiveram contato com o doente.

A vacina tríplice viral protege contra sarampo, rubéola e caxumba e está disponível nas salas de vacinação das unidades de saúde.

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