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	<title>Arquivos produção industrial - Correio Paraense</title>
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	<description>Notícias relevantes do Pará para o mundo! </description>
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	<title>Arquivos produção industrial - Correio Paraense</title>
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		<title>Produção industrial cresce no Pará, no mês de agosto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Correio Paraense]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Oct 2024 11:56:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA PARAENSE]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[produção industrial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Indústria extrativa e de produtos de madeira impulsionaram o resultado</p>
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<p>Em agosto, o Pará registrou o segundo melhor desempenho na produção industrial do país, com um crescimento de 16,9% em relação ao mesmo período de 2023, superando a média nacional de 2,2%. O estado ficou atrás apenas do Ceará, que alcançou 17,3%. No acumulado dos últimos 12 meses, o estado também registrou avanço, com um índice positivo de 6,9%. Os dados são do Observatório da Indústria do Pará, da Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA), obtidos junto ao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<p>Felipe Freitas, gerente do Observatório, analisa que o crescimento da produção industrial no Estado foi impulsionado pela indústria extrativa que apresentou variação positiva de 18,8% e pelo setor de fabricação de produtos de madeira, que também avançou 14,8% no período. Segundo ele, outros setores também influenciaram o bom desempenho da indústria paraense. “Olhando para os resultados acumulados de janeiro a agosto deste ano, em relação ao mesmo período de 2023, os destaques já são dos setores de metalurgia e de fabricação de produtos alimentícios, que apresentaram, respectivamente, variações positivas de 17% e 8,8%. É importante pontuar que o crescimento da produção industrial, usualmente, vem acompanhado do aumento da empregabilidade. Como exemplos desse padrão de tendência temos a indústria extrativa e de fabricação de alimentos, que nos últimos sete meses geraram 1.041 e 1.210 novos empregos, respectivamente, no nosso Estado”, analisou Freitas.</p>



<p>Os dados do Observatório também apontam que, no comparativo entre os meses de agosto e julho de 2024, a produção industrial do Pará apresentou uma queda de -3,5% o que, segundo Freitas, não impacta no desempenho geral do Estado. “Embora no comparativo mensal entre agosto e julho a produção industrial do Pará tenha ficado abaixo da média nacional, que foi de 0,1%, o desempenho acumulado ao longo de 2024 foi positivo, com um crescimento de 4,5%, ocupando a quarta colocação no ranking nacional”, explica.</p>



<p>“Apesar das dificuldades regionais, o Pará tem mostrado resiliência e mantido uma posição de destaque no cenário nacional, com avanços que superam a média do país. São índices que refletem um cenário de recuperação da nossa indústria, assim como a importância estratégica do setor para o fortalecimento da economia local, gerando oportunidades e impulsionando o desenvolvimento socioeconômico, principalmente, pelo seu grande potencial na geração de empregos”, afirma o presidente da FIEPA, Alex Carvalho.</p>
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		<title>Produção industrial caiu 0,2% em fevereiro </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Correio Paraense]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Apr 2023 11:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[industrial]]></category>
		<category><![CDATA[produção industrial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na passagem de janeiro para fevereiro, a produção da indústria nacional registrou&#160;variação negativa de 0,2%, acumulando queda de 0,6% por três meses consecutivos.&#160;A produção da indústria nacional ainda está 2,6% abaixo do patamar pré-pandemia da covid-19, que considera como marco o mês de&#160;fevereiro de 2020. O resultado também ficou&#160;19% abaixo do&#160;recorde da série, alcançado em [&#8230;]</p>
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<p>Na passagem de janeiro para fevereiro, a produção da indústria nacional registrou&nbsp;variação negativa de 0,2%, acumulando queda de 0,6% por três meses consecutivos.&nbsp;A produção da indústria nacional ainda está 2,6% abaixo do patamar pré-pandemia da covid-19, que considera como marco o mês de&nbsp;fevereiro de 2020. O resultado também ficou&nbsp;19% abaixo do&nbsp;recorde da série, alcançado em maio de 2011.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>A Pesquisa Industrial Mensal (PIM) foi divulgada nesta quarta-feira (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).&nbsp;Na comparação anual, a queda foi de 2,4%. No acumulado do ano, a retração&nbsp;está em&nbsp;1,1%, e&nbsp;nos&nbsp;últimos 12 meses, o indicador registra queda de 0,2%.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Atividades&nbsp;</h2>



<p>De acordo com o IBGE, nove das 25 atividades pesquisadas na PIM recuaram&nbsp;em fevereiro, com queda de 1,1% nos&nbsp;produtos alimentícios, 1,8% nos químicos e&nbsp;redução de 4,5% nos&nbsp;farmoquímicos e farmacêuticos.&nbsp;</p>



<p>A pesquisa destaca a&nbsp;queda na&nbsp;produção de carnes bovinas, aves e suínos, sucos e derivados da soja, influenciada pela suspensão das exportações de carne para a China, devido ao mal da vaca louca no final de fevereiro.&nbsp;</p>



<p>Outras reduções importantes ocorreram nas&nbsp;atividades de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (3,5%) e de produtos de metal (1,4%).&nbsp;</p>



<p>Entre as 16 atividades&nbsp;que tiveram alta no período,&nbsp;o IBGE destaca&nbsp;as&nbsp;indústrias extrativas, que cresceram 4,6% após a&nbsp;expansão de&nbsp;3,4% registrada em&nbsp;janeiro. Outros crescimentos importantes vieram dos&nbsp;setores de bebidas (3,6%);&nbsp;coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (0,5%);&nbsp;impressão e reprodução de gravações (11,2%); produtos diversos (4%);&nbsp;metalurgia (0,8%); e equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (2%).&nbsp;</p>



<p>Entre as grandes categorias econômicas, a&nbsp;principal influência para a queda veio dos bens de consumo duráveis, com queda de&nbsp;1,4%, intensificando a queda de 1,2% registrada em&nbsp;janeiro. Bens de consumo semi&nbsp;e não duráveis tiveram recuo de 0,1%, após quatro meses de alta.&nbsp; Apresentaram crescimento os setores de bens de capital (0,1%) e de bens intermediários (0,5%).&nbsp;</p>



<p>Na comparação anual, a PIM revela que o&nbsp;setor industrial caiu&nbsp;2,4%, com retração disseminada&nbsp;por&nbsp;17 dos 25 ramos&nbsp;analisados. Nessa análise, as principais influências negativas foram dos&nbsp;produtos químicos (8%);&nbsp;produtos alimentícios (3,8%);&nbsp;veículos automotores, reboques e carrocerias (6,1%);&nbsp;e máquinas e equipamentos (9%).&nbsp;</p>



<p>Foram registradas altas em&nbsp;oito atividades, com destaque para as indústrias extrativas (5,1%), impulsionadas&nbsp;pelos&nbsp;itens minérios de ferro e óleos brutos de petróleo.&nbsp;</p>



<p></p>



<p class="has-text-align-right">Edição: Fernando Fraga</p>
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		<title>Produção industrial do Amazonas aponta crescimento no acumulado de 2022, informa IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Correio Paraense]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jan 2023 22:21:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AMAZÔNIA]]></category>
		<category><![CDATA[estima IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE contrata]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em novembro de 2022, a produção industrial do Amazonas variou 0,1%, em comparação com o mês anterior, quando houve queda de 8,2%. No entanto, na comparação com novembro de 2021, o índice avançou 1,8%, e na variação acumulada dos últimos 12 meses, a alta foi de 4,1%. Dessa forma, apesar das quedas em setembro (-3,1%), [&#8230;]</p>
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<p>Em novembro de 2022, a produção industrial do Amazonas variou 0,1%, em comparação com o mês anterior, quando houve queda de 8,2%. No entanto, na comparação com novembro de 2021, o índice avançou 1,8%, e na variação acumulada dos últimos 12 meses, a alta foi de 4,1%. Dessa forma, apesar das quedas em setembro (-3,1%), outubro (-8,2%) e da estabilidade em novembro (0,1%), a produção do Amazonas segue em crescimento no acumulado do ano de 2022, período de janeiro a novembro (4,2%), quando comparada à produção acumulada do mesmo período do ano anterior. Dados regionais da Pesquisa Industrial Mensal (PIM Regional) foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no dia&nbsp;13.</p>



<p>Na passagem de outubro para novembro, a produção industrial recuou em seis dos 15 locais investigados pela Pesquisa Industrial Mensal (PIM) Regional. No resultado geral, a indústria do país teve variação de -0,1% no mesmo período.</p>



<p>Em novembro de 2022, frente ao mesmo período de 2021, as atividades de impressão e reprodução de gravações (-86,5%) e a fabricação de máquinas e equipamentos (-25,0%) apresentaram os principais resultados negativos.&nbsp;</p>



<p>Os principais avanços nesse período, que contribuíram para o índice positivo (1,8%) do Estado, foram os das atividades de fabricação de bebidas (29,0%) e a fabricação de outros equipamentos de transporte, exceto veículos automotores (16,0%).</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="768" height="466" src="https://correioparaense.com.br/wp-content/uploads/2023/01/ab85d7c8717df21449081.png" alt="" class="wp-image-41865" srcset="https://correioparaense.com.br/wp-content/uploads/2023/01/ab85d7c8717df21449081.png 768w, https://correioparaense.com.br/wp-content/uploads/2023/01/ab85d7c8717df21449081-300x182.png 300w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption><a> </a>Arte: Divulgação/IBGE</figcaption></figure></div>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Rankings do índices de produção</strong></h2>



<p>O índice da produção da indústria no mês de novembro, frente a outubro, no Amazonas (0,1%), foi o 6º menor do ranking dos 14 Estados pesquisados, à frente de cinco Estados que tiveram resultados negativos no mês. As maiores quedas foram registradas pelo Pará (-5,2%) e por Pernambuco (-2,0%); e as maiores altas foram as do Paraná (8,5%), Espírito Santo (7,6%) e Ceará (4,3%).</p>



<p>Considerando o índice positivo de 1,8% na produção de novembro de 2022, frente ao mesmo mês do ano anterior, o Amazonas obteve a quinta maior alta entre os locais pesquisados. Os piores desempenhos foram os do Pará (-16,5%), Espírito Santo (-12,2%) e Paraná (-9,8%); e os melhores, os de São Paulo (7,3%), Rio de Janeiro (6%) e Minas Gerais (4,7%).</p>



<p>No índice acumulado do ano, o Amazonas, com a alta de 4,2%, apresenta o terceiro maior avanço entre os locais pesquisados, atrás apenas do Mato Grosso (21,3%) e Rio de Janeiro (4,4%); e as maiores quedas foram as do Pará (-8,9%), Espírito Santo (-7,2%) e Ceará (-5,0%).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Fabricação de bebidas foi a atividade de maior crescimento na produção</strong></h2>



<p>Em novembro de 2022, na comparação com o mesmo mês de 2021, as indústrias de transformação do Amazonas avançaram 2,1%, e as indústrias extrativas apresentaram recuo de 4,1%.</p>



<p>As atividades da indústria local com resultado positivo em novembro, frente ao mês mês do ano anterior, foram as seguintes: fabricação de bebidas (29%); outros equipamentos de transportes (16%) (motocicletas e suas peças); e a fabricação de produtos de borracha (3,4%).</p>



<p>As demais atividades tiveram resultados negativos, sendo os maiores, a impressão e reprodução de gravações (-93,1%) (DVDs e discos); a fabricação de máquinas e equipamentos (-25%) (artefato de aço e tampas e cápsulas); e a fabricação de produtos de metal (-20,8%) (lâminas, aparelhos de barbear, estruturas de ferro).</p>



<p>Na variação acumulada do ano de 2022, frente a 2021, a fabricação de bebidas (18,2%) foi a atividade que apresentou maior alta, no Estado, seguida pela fabricação de outros equipamentos de transporte exceto veículos automotores (9,6%); e a maior queda foi a da atividade de impressão e reprodução de gravações (86,5%), seguida pela fabricação de máquinas e equipamentos (39,7%).&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Estado do Pará registra maior queda nacional na produção industrial em 2022</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Correio Paraense]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Jan 2023 01:08:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA PARAENSE]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[estado do Pará]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[produção industrial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mesmo faltando computar o resultado de dezembro, já é possível afirmar que o Pará registrou no ano passado os piores indicadores de produção industrial do país, entre todos os 15 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nesta sexta-feira (13), o IBGE divulgou a produção industrial oficial de novembro, e a maior [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Mesmo faltando computar o resultado de dezembro, já é possível afirmar que o Pará registrou no ano passado os piores indicadores de produção industrial do país, entre todos os 15 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nesta sexta-feira (13), o IBGE divulgou a produção industrial oficial de novembro, e a maior economia do Norte recuou 5,2% no comparativo com outubro, o pior desempenho nacional.</p>



<p>O Blog do Zé Dudu analisou a performance do Pará, também, no confronto com novembro do ano passado, e a queda nesse ponto de análise foi de 16,5%, nada visto em nenhuma outra região. No acumulado do ano, entre janeiro e novembro, a queda da atividade industrial paraense foi de 8,9%, a mais brusca do Brasil.</p>



<p>Isso já era esperado, conforme o Blog do Zé Dudu projetava, uma vez que a indústria paraense é altamente dependente da atividade mineradora, que responde por 80% do volume físico produzido no estado. O carregamento de minério de ferro — saído dos municípios de Canaã dos Carajás, Parauapebas e Curionópolis, que compõem o cinturão do complexo de Carajás — é o carro-chefe da economia estadual e recuou frente a anos anteriores.</p>



<p>Como o Blog previra, ao se debruçar sobre os números das exportações do Ministério da Economia, 2022 definitivamente não foi o ano da economia paraense, que é guiada pela indústria extrativa mineral, setor que apresentou o maior encolhimento — tanto físico quanto financeiro — dos últimos três anos. A economia dos municípios de Parauapebas e Canaã dos Carajás, maiores produtores nacionais de ferro, também foi à lona, mas a contabilidade da depressão de 2022 só virá à tona em 2024, na divulgação oficial do Produto Interno Bruno (PIB), pesquisa que é feita com dois anos de atraso dos dados.</p>



<p>O reflexo da retração é sensivelmente captado pelo levantamento industrial do IBGE, que apontou o Pará como o local de maior queda do país ao longo do ano passado, ainda que à ausência do resultado de dezembro, o qual só será liberado em fevereiro. Mesmo assim, a julgar pelos dados do Ministério da Economia para dezembro, a indústria paraense poderá cair mais ainda e fechar o consolidado de 2022 com a maior regressão na atividade industrial dos últimos 12 anos.</p>
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		<title>Puxados pelo Pará, sete estados tiveram alta da produção industrial em janeiro</title>
		<link>https://correioparaense.com.br/2021/03/13/puxados-pelo-para-sete-estados-tiveram-alta-da-producao-industrial-em-janeiro/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=puxados-pelo-para-sete-estados-tiveram-alta-da-producao-industrial-em-janeiro</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Mar 2021 01:38:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[estados]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Pará]]></category>
		<category><![CDATA[produção industrial]]></category>
		<category><![CDATA[Puxados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A produção industrial do País teve alta de 0,4% entre dezembro de 2020 e janeiro deste ano. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que detalhou o crescimento em sete das 15 regiões pesquisadas. Os melhores resultados foram vistos nas regiões do Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio de Grande [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A produção industrial do País teve alta de 0,4% entre dezembro de 2020 e janeiro deste ano. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que detalhou o crescimento em sete das 15 regiões pesquisadas.</p>



<p>Os melhores resultados foram vistos nas regiões do Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio de Grande do Sul, Paraná, São Paulo e Santa Catarina. No Pará, o aumento chegou a 4,4%.</p>



<p>Houve queda na passagem de dezembro para janeiro no Espírito Santo, Amazonas, Bahia, Mato Grosso, Ceará, Minas Gerais e Goiás, além da Região Nordeste como um todo, que teve decréscimo de -2,1%, a única região que tem desempenho avaliado pela pesquisa.</p>



<p class="has-text-align-right">Por: Alan Rios<br>Fonte: <a rel="noreferrer noopener" href="https://brasil61.com/noticias/puxados-pelo-para-sete-estados-tiveram-alta-da-producao-industrial-em-janeiro-bras214141" target="_blank">Brasil 61</a></p>
<p>O post <a href="https://correioparaense.com.br/2021/03/13/puxados-pelo-para-sete-estados-tiveram-alta-da-producao-industrial-em-janeiro/">Puxados pelo Pará, sete estados tiveram alta da produção industrial em janeiro</a> apareceu primeiro em <a href="https://correioparaense.com.br">Correio Paraense</a>.</p>
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