<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Empresas paraenses - Correio Paraense</title>
	<atom:link href="https://correioparaense.com.br/tag/empresas-paraenses/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://correioparaense.com.br/tag/empresas-paraenses/</link>
	<description>Notícias relevantes do Pará para o mundo! </description>
	<lastBuildDate>Mon, 19 Aug 2024 20:00:52 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.8.5</generator>

<image>
	<url>https://correioparaense.com.br/wp-content/uploads/2021/11/cropped-02-15-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Empresas paraenses - Correio Paraense</title>
	<link>https://correioparaense.com.br/tag/empresas-paraenses/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Encontro apresenta oportunidades de crédito do Nova Indústria Brasil (NIB) para empresas paraenses</title>
		<link>https://correioparaense.com.br/2024/08/19/encontro-apresenta-oportunidades-de-credito-do-nova-industria-brasil-nib-para-empresas-paraenses/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=encontro-apresenta-oportunidades-de-credito-do-nova-industria-brasil-nib-para-empresas-paraenses</link>
					<comments>https://correioparaense.com.br/2024/08/19/encontro-apresenta-oportunidades-de-credito-do-nova-industria-brasil-nib-para-empresas-paraenses/?noamp=mobile#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Correio Paraense]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Aug 2024 15:57:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PARÁ]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas paraenses]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://correioparaense.com.br/?p=64817</guid>

					<description><![CDATA[<p>Nesta&#160;segunda-feira (19/08)&#160;o Núcleo de Acesso ao Crédito (NAC) da Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA), promove o encontro&#160;Linhas de Financiamento à Nova Indústria Brasil (NIB), quando serão apresentadas as linhas de crédito disponibilizadas pelo Governo Federal para impulsionar o desenvolvimento industrial do país. O encontro, em parceria com a Confederação Nacional da Indústria&#160;(CNI), [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://correioparaense.com.br/2024/08/19/encontro-apresenta-oportunidades-de-credito-do-nova-industria-brasil-nib-para-empresas-paraenses/">Encontro apresenta oportunidades de crédito do Nova Indústria Brasil (NIB) para empresas paraenses</a> apareceu primeiro em <a href="https://correioparaense.com.br">Correio Paraense</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Nesta&nbsp;<strong>segunda-feira (19/08)</strong>&nbsp;o Núcleo de Acesso ao Crédito (NAC) da Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA), promove o encontro&nbsp;<strong>Linhas de Financiamento à Nova Indústria Brasil (NIB)</strong>, quando serão apresentadas as linhas de crédito disponibilizadas pelo Governo Federal para impulsionar o desenvolvimento industrial do país. O encontro, em parceria com a Confederação Nacional da Indústria&nbsp;(CNI), será na Sede da FIEPA,&nbsp;<strong>a partir das 14h30</strong>, com entrada gratuita.</p>



<p>Durante o encontro, serão apresentadas as oportunidades do Nova Indústria Brasil (NIB), programa do Governo Federal lançado em janeiro de 2024 com o objetivo de estimular o setor industrial com foco no desenvolvimento produtivo e tecnológico, ampliar a competitividade da indústria brasileira, nortear o investimento, promover melhores empregos e impulsionar a presença qualificada do país no mercado internacional. O programa prevê investimentos de R$ 300 bilhões até 2026. Conforme dados preliminares do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), foram liberados R$ 70 bilhões até o final de maio.</p>



<p>O objetivo é esclarecer dúvidas sobre as linhas de financiamento disponíveis no contexto do NIB, com orientações sobre as formas de obtenção de crédito, as exigências de garantias, prazos de pagamento e carência, taxa de juros, itens e limites financiáveis, entre outros temas. Entre as instituições financeiras confirmadas estão Cresol, Sicoob, Banco do Brasil e Banco da Amazônia.</p>
<p>O post <a href="https://correioparaense.com.br/2024/08/19/encontro-apresenta-oportunidades-de-credito-do-nova-industria-brasil-nib-para-empresas-paraenses/">Encontro apresenta oportunidades de crédito do Nova Indústria Brasil (NIB) para empresas paraenses</a> apareceu primeiro em <a href="https://correioparaense.com.br">Correio Paraense</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://correioparaense.com.br/2024/08/19/encontro-apresenta-oportunidades-de-credito-do-nova-industria-brasil-nib-para-empresas-paraenses/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Empresas Paraenses podem participar do novo Brasil mais produtivo</title>
		<link>https://correioparaense.com.br/2024/05/16/empresas-paraenses-podem-participar-do-novo-brasil-mais-produtivo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=empresas-paraenses-podem-participar-do-novo-brasil-mais-produtivo</link>
					<comments>https://correioparaense.com.br/2024/05/16/empresas-paraenses-podem-participar-do-novo-brasil-mais-produtivo/?noamp=mobile#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Correio Paraense]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 May 2024 19:43:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PARÁ]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas paraenses]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://correioparaense.com.br/?p=62347</guid>

					<description><![CDATA[<p>O programa visa aumentar a produtividade e a competitividade das indústrias brasileiras</p>
<p>O post <a href="https://correioparaense.com.br/2024/05/16/empresas-paraenses-podem-participar-do-novo-brasil-mais-produtivo/">Empresas Paraenses podem participar do novo Brasil mais produtivo</a> apareceu primeiro em <a href="https://correioparaense.com.br">Correio Paraense</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Até o final de 2024, empresas paraenses de micro, pequeno e médio portes do setor industrial poderão se inscrever, gratuitamente, no Novo Brasil Mais Produtivo (B+P), programa que promove a produtividade e a transformação digital de micro, pequenas e médias empresas industriais. A iniciativa é assegurar a retomada do processo de modernização e evolução da indústria, enfatizando inovação, compromisso ambiental e integração com cadeias produtivas internacionais.</p>



<p>Coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o Programa conta com a parceria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), que se unem à Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e aos executores do programa, Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), para a oferta de soluções que vão desde a sensibilização e engajamento, aumento de produtividade, aumento de eficiência energética até a transformação digital das indústrias.</p>



<p>Ao participar do programa, as empresas terão acesso a conhecimentos e ferramentas que incluem planejamento de gestão e adoção de melhores práticas de produtividade e gestão do negócio, realização de consultorias (manufatura enxuta) e eficiência energética, combinadas com o aperfeiçoamento da força de trabalho, além de transformação digital e projetos&nbsp;<em>smart factories</em>&nbsp;(fábricas inteligentes).</p>



<p>“O Brasil Mais Produtivo representa um impulso essencial para o crescimento almejado pela indústria paraense, servindo como um facilitador na adoção de ferramentas que impulsionam a produtividade, a capacidade produtiva, o uso consciente de recursos e, por consequência, a competitividade. As empresas aderentes ao programa terão assessoria em seu processo produtivo com propostas de ações de melhoria do início ao fim de cada projeto, acesso a treinamentos nas ferramentas de produtividade, de qualidade ou de manutenção para que possam solucionar seus desafios e, assim, vivenciar um cenário produtivo mais competitivo e perene”, ressalta Léo Shinomiya, gerente de tecnologia do SENAI Pará.</p>



<p>O programa prevê destinar, nos próximos quatro anos, R$ 2 bilhões para investir na melhoria da produtividade das micro, pequenas e médias (MPME) empresas brasileiras. A expectativa é chegar, no Pará, a um total de 96 empresas atendidas até o final de 2024. No programa, SENAI e Sebrae atuam de forma conjunta para identificar e diagnosticar gargalos de gestão e da produção, por meio de metodologias mais adequadas para as empresas atendidas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>RESULTADOS DO PROGRAMA NO PARÁ</strong></h2>



<p>O conjunto de ações promovido pelo programa teve uma edição no Pará em 2016, alcançando o total de 80 empresas até 2018, quando a média do aumento de produtividade das empresas paraenses participantes do programa foi de 49%. Além de ótimos resultados na eficiência e agilidade nos processos de produção, as empresas participantes alcançaram também uma melhora nas condições de trabalho dos colaboradores.</p>



<p>“Como líder da equipe, foi gratificante perceber que, a cada etapa do projeto que era superada com sucesso, podíamos ver a alegria dos participantes, assim como diante das dificuldades havia grande interação e colaboração em buscar resolver os problemas que surgiam”, conta Max Silva, gerente administrativo da SD Portas, empresa do segmento moveleiro que foi beneficiada pelo Brasil Mais Produtivo em 2017.</p>



<p>A empresa Urnas Mart também teve resultados positivos com o programa. Localizada em Marituba, a fábrica produz urnas mortuárias e participou do Programa Brasil Mais Produtivo em 2016. A gerente de vendas da empresa, Iana Meireles, destaca os benefícios do programa. “A participação no Brasil Mais Produtivo nos fez ver a importância de estar constantemente investindo em qualificação, em melhorias voltadas para a produtividade e em mudanças necessárias para se manter competitivo no mercado. Ainda praticamos muitas coisas que foram implantadas no programa, como melhoria no layout da linha de produção e a implantação sistema 5S de organização. O maior legado foi a conscientização de todos os colaboradores sobre a necessidade das mudanças”, comenta Iana.</p>



<p>Para participar do novo Brasil Mais Produtivo, as empresas devem realizar um cadastro de interesse no site do MDIC:&nbsp;<strong><u><a href="https://brasilmaisprodutivo.mdic.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://brasilmaisprodutivo.mdic.gov.br/</a></u></strong></p>
<p>O post <a href="https://correioparaense.com.br/2024/05/16/empresas-paraenses-podem-participar-do-novo-brasil-mais-produtivo/">Empresas Paraenses podem participar do novo Brasil mais produtivo</a> apareceu primeiro em <a href="https://correioparaense.com.br">Correio Paraense</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://correioparaense.com.br/2024/05/16/empresas-paraenses-podem-participar-do-novo-brasil-mais-produtivo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>FIEPA debate MP 1.185/23 que impacta negativamente empresas paraenses </title>
		<link>https://correioparaense.com.br/2023/09/26/fiepa-debate-mp-1-185-23-que-impacta-negativamente-empresas-paraenses/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=fiepa-debate-mp-1-185-23-que-impacta-negativamente-empresas-paraenses</link>
					<comments>https://correioparaense.com.br/2023/09/26/fiepa-debate-mp-1-185-23-que-impacta-negativamente-empresas-paraenses/?noamp=mobile#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Correio Paraense]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Sep 2023 11:23:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA PARAENSE]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[economia paraense]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas paraenses]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://correioparaense.com.br/?p=55902</guid>

					<description><![CDATA[<p>Para discutir e buscar soluções que amenizem os impactos negativos da Medida Provisória 1.185/23, que propõe&#160;mudanças na tributação de empresas que possuem benefícios fiscais,&#160;a Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA) e o Centro das Indústrias do Pará (CIP) realizaram nesta segunda-feira (25) uma reunião de trabalho com especialistas em tributação, empresários locais, entidades [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://correioparaense.com.br/2023/09/26/fiepa-debate-mp-1-185-23-que-impacta-negativamente-empresas-paraenses/">&lt;strong&gt;FIEPA debate MP 1.185/23 que impacta negativamente empresas paraenses &lt;/strong&gt;</a> apareceu primeiro em <a href="https://correioparaense.com.br">Correio Paraense</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Para discutir e buscar soluções que amenizem os impactos negativos da Medida Provisória 1.185/23, que propõe&nbsp;mudanças na tributação de empresas que possuem benefícios fiscais,&nbsp;a Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA) e o Centro das Indústrias do Pará (CIP) realizaram nesta segunda-feira (25) uma reunião de trabalho com especialistas em tributação, empresários locais, entidades de classe e representantes do poder público, no Auditório Albano Franco, em Belém.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>De acordo com o Governo Federal, a MP 1.585/23 tem como objetivo corrigir distorções tributárias que prejudicam a arrecadação federal do país. No entanto, segundo a FIEPA, a medida provoca um aumento na incidência de tributos federais para as empresas e pode reduzir a concessão de benefícios (subvenções), especialmente aos estados e municípios das regiões Norte e Nordeste, gerando perda de competitividade para empresas de diversos portes e segmentos do setor produtivo.&nbsp;“A tributação desses incentivos fiscais geraria para as indústrias, principalmente aqui do Pará, um impacto muito desastroso, já que temos que ter um olhar diferenciado, não só pela localização geográfica, mas pelas condições econômicas do nosso Estado. Então, em defesa do Estado do Pará, em defesa da economia e da geração de empregos, entendemos que a Medida Provisória não pode seguir do jeito que está, e nós vamos trabalhar fortemente para que haja ajustes profundos no texto ou para que, efetivamente, essa MP não siga adiante porque precisamos de políticas de incentivo que nos colocam em condições menos desiguais aos grandes centros já desenvolvidos no sul e sudeste do País”, ponderou o presidente do Sistema FIEPA, Alex Dias Carvalho.&nbsp;</p>



<p>A partir de alguns parâmetros, o texto&nbsp;prevê a exclusão dos incentivos fiscais da base de cálculo do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e da&nbsp;Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), passando a ser&nbsp;concedidos na forma de crédito fiscal reembolsável qualificado. Portanto, a partir de 1º de janeiro de 2024, as receitas obtidas a partir de incentivos fiscais ou de doação efetuada pelo poder público irão compor as bases de cálculo do IRPJ, da CSLL, da contribuição do PIS/Pasep e da Confins.&nbsp;</p>



<p>Durante o evento promovido pela Federação, o advogado Helenilson Pontes, livre-docente e doutor em Direito pela Universidade de São Paulo (USP), explicou os detalhes e as implicações para as indústrias do Estado do Pará, caso a MP venha a ser aprovada. Segundo o advogado, criada no Brasil pelo decreto de Lei 1.598, em 1977, a subvenção é um incentivo fiscal concedido pelo governo para que as empresas possam expandir ou estruturar seus empreendimentos com vistas à ampliação de investimentos, não podendo ser distribuído a sócios ou acionistas, explicou o advogado.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>“A partir dessa renúncia fiscal dada pelo Governo, a empresa deveria pegar esse valor para reserva de capital. E a legislação foi muito inteligente e isso sempre funcionou muito bem no Brasil, durante muito tempo. Entretanto, com a Constituição de 1988, os Estados começaram a dar incentivos fiscais de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e aí começou o problema, porque as empresas passaram a sofrer autuações milionárias da Receita Federal porque não conseguiam explicar o seu uso para implantação de investimento devido às condições absurdas que tinham que cumprir no sentido de atender os requisitos exigidos”.&nbsp;</p>



<p>Segundo o presidente do Centro das Indústrias do Pará (CIP) e do Conselho Temático de Infraestrutura da FIEPA (COINFRA), José Maria Mendonça, por gerar perdas para todo o Estado, as discussões sobre a MP 1.185/23 devem também envolver o poder legislativo local e nacional. “Como sempre fazemos nesta casa, convidamos todos os deputados do nosso Estado para estarem aqui discutindo essa situação que é gravíssima porque pode prejudicar as empresas que estão aqui instaladas e impedir que novos empreendimentos venham se instalar aqui. Então, seja como FIEPA ou como CIP, nós&nbsp;estamos conclamando os legisladores para lutarem em nome de defesa da atividade empresarial paraense”, afirmou Mendonça.&nbsp;</p>



<p>Entre os novos parâmetros para a concessão de isenção fiscal às empresas, a MP 1.185/23 estabelece que a subvenção deverá ser utilizada especificamente para investimentos novos ou para ampliação das instalações. Além disso, no caso do ICMS, o incentivo fiscal gerará um crédito a ser compensado posteriormente, com dedução do imposto de renda, e para usufruir do benefício é necessário cadastro prévio na Receita Federal. A MP também prevê um valor limitado para a cobertura de despesas referentes à depreciação e amortização do investimento, sendo que os incentivos serão concedidos somente até 2028.&nbsp;</p>



<p>Para o titular da Secretaria da Fazenda do Estado do Pará, René de Oliveira e Sousa Júnior, a MP 1.185/23 representa um movimento de centralização econômica que enfraquece a autonomia federativa dos Estados. “É importante estar aqui junto ao empresariado para discutir sobre essas políticas públicas e sobre esse assunto extremamente importante para nós, que percebemos que há um movimento contínuo de centralização do governo federal, e isso é muito ruim, primeiramente em um país desse tamanho, segundo porque a centralização em si é contra qualquer tipo de autonomia federativa e estamos à disposição para conversar mais sobre essa situação”, afirmou secretário.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Conduzida pelo presidente da FIEPA, Alex Carvalho, a mesa de debates também contou com as presenças do presidente do CIP e do Coinfra, José Maria Mendonça; dos advogados tributaristas Helenilson Pontes e Sérgio Mendes; do vice-presidente executivo da FIEPA e presidente do Conselho Temático de Assuntos Tributários e Fiscais (CONTRIF), Odilardo Ramos de Araújo; do secretário Adjunto de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia, Carlos Ledo; e do secretário da Fazenda do Estado do Pará, René de Oliveira e Sousa Júnior.&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://correioparaense.com.br/2023/09/26/fiepa-debate-mp-1-185-23-que-impacta-negativamente-empresas-paraenses/">&lt;strong&gt;FIEPA debate MP 1.185/23 que impacta negativamente empresas paraenses &lt;/strong&gt;</a> apareceu primeiro em <a href="https://correioparaense.com.br">Correio Paraense</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://correioparaense.com.br/2023/09/26/fiepa-debate-mp-1-185-23-que-impacta-negativamente-empresas-paraenses/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fapespa garante mais de R$ 17 milhões para apoio a micro e pequenas empresas paraenses  </title>
		<link>https://correioparaense.com.br/2023/05/17/fapespa-garante-mais-de-r-17-milhoes-para-apoio-a-micro-e-pequenas-empresas-paraenses/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=fapespa-garante-mais-de-r-17-milhoes-para-apoio-a-micro-e-pequenas-empresas-paraenses</link>
					<comments>https://correioparaense.com.br/2023/05/17/fapespa-garante-mais-de-r-17-milhoes-para-apoio-a-micro-e-pequenas-empresas-paraenses/?noamp=mobile#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Correio Paraense]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 May 2023 11:57:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA PARAENSE]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas paraenses]]></category>
		<category><![CDATA[Fapespa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://correioparaense.com.br/?p=50044</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa) garantiu mais de R$ 17 milhões para o apoio a micro e pequenas empresas paraenses que tenham foco na inovação tecnológica. Grande parte do recurso foi conquistado nacionalmente através de proposta da Fundação aprovada pelo programa Tecnova III, da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://correioparaense.com.br/2023/05/17/fapespa-garante-mais-de-r-17-milhoes-para-apoio-a-micro-e-pequenas-empresas-paraenses/">Fapespa garante mais de R$ 17 milhões para apoio a micro e pequenas empresas paraenses  </a> apareceu primeiro em <a href="https://correioparaense.com.br">Correio Paraense</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa) garantiu mais de R$ 17 milhões para o apoio a micro e pequenas empresas paraenses que tenham foco na inovação tecnológica. Grande parte do recurso foi conquistado nacionalmente através de proposta da Fundação aprovada pelo programa Tecnova III, da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), órgão do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI).</p>



<p>Em parceria com as Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (FAPs), o Tecnova tem o objetivo de criar condições financeiras favoráveis e apoiar a inovação para o crescimento rápido de um conjunto significativo de empresas de micro e pequeno porte, com foco no apoio à inovação tecnológica e com o suporte aos parceiros estaduais.</p>



<p>A Fapespa, por meio da Diretoria Científica (Dicet), elaborou a proposta para ser a instituição parceira no Estado do Pará, captando os recursos financeiros junto à Finep e coordenando a implantação do programa e o repasse de recursos às empresas selecionadas, que devem ter faturamento anual de até R$ 16 milhões.</p>



<p>“A participação da Fapespa em chamadas públicas que visam a captação de recursos para fortalecimento do sistema estadual de CT&amp;I são fundamentais para que possamos movimentar a inovação tecnológica nas empresas paraenses. Os recursos para aceleração e internacionalização também irão contribuir para a alavancagem das empresas que serão selecionadas”, explicou o diretor científico da Fapespa, Deyvison Medrado.</p>



<p>Ao todo, a proposta da Fapespa garantiu R$ 13,7 milhões para a execução do programa no Pará, com uma contrapartida financeira de R$ 3,4 milhões oriundos do orçamento da Fapespa. Assim, o volume total de recursos empregados no Programa Tecnova III pela Fundação deve chegar a mais de R$ 17 milhões.</p>



<p>Após o fim da fase de avaliação e contratação da Fapespa como parceira estadual descentralizada do programa devem ser lançadas duas rodadas de editais visando selecionar até 40 projetos de inovação tecnológica em empresas paraenses, com recursos que podem ser utilizados para a implantação, expansão, aceleração e internacionalização.</p>



<p>“A aprovação para execução do Tecnova III será o pontapé inicial do Programa de Inovação Tecnológica em Empresas Paraenses (PITE), uma ação Fapespa que visa fomentar a interação entre o mercado/indústria, universidades e o governo estadual. É mais um fortalecimento da inovação no nosso Estado, fazendo com que as pesquisas científicas sejam orientadas a missões práticas e com propósito claro e direcionado a contribuir com o desenvolvimento econômico do Pará”, disse o presidente da Fapespa, Marcel Botelho.</p>
<p>O post <a href="https://correioparaense.com.br/2023/05/17/fapespa-garante-mais-de-r-17-milhoes-para-apoio-a-micro-e-pequenas-empresas-paraenses/">Fapespa garante mais de R$ 17 milhões para apoio a micro e pequenas empresas paraenses  </a> apareceu primeiro em <a href="https://correioparaense.com.br">Correio Paraense</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://correioparaense.com.br/2023/05/17/fapespa-garante-mais-de-r-17-milhoes-para-apoio-a-micro-e-pequenas-empresas-paraenses/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Brasil tem quase 20 milhões de empresas: o que fazer para não quebrar se a sua for uma delas?</title>
		<link>https://correioparaense.com.br/2022/11/25/o-brasil-tem-quase-20-milhoes-de-empresas-o-que-fazer-para-nao-quebrar-se-a-sua-for-uma-delas/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-brasil-tem-quase-20-milhoes-de-empresas-o-que-fazer-para-nao-quebrar-se-a-sua-for-uma-delas</link>
					<comments>https://correioparaense.com.br/2022/11/25/o-brasil-tem-quase-20-milhoes-de-empresas-o-que-fazer-para-nao-quebrar-se-a-sua-for-uma-delas/?noamp=mobile#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Correio Paraense]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Nov 2022 00:47:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[empresas abertas]]></category>
		<category><![CDATA[empresas ativas]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas paraenses]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://correioparaense.com.br/?p=39643</guid>

					<description><![CDATA[<p>Segundo dados do Ministério da Economia, o Brasil abriu 1,3 milhão de empresas nos últimos quatro meses. Atualmente, o país tem 19.373.257 Cadastros Nacionais de Pessoas Jurídicas (CNPJ) ativos, o que &#8211; apesar dos desafios &#8211; mostra que os brasileiros estão realizando o sonho de ter o seu próprio negócio.&#160; No entanto, é preciso cuidado. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://correioparaense.com.br/2022/11/25/o-brasil-tem-quase-20-milhoes-de-empresas-o-que-fazer-para-nao-quebrar-se-a-sua-for-uma-delas/">O Brasil tem quase 20 milhões de empresas: o que fazer para não quebrar se a sua for uma delas?</a> apareceu primeiro em <a href="https://correioparaense.com.br">Correio Paraense</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Segundo dados do Ministério da Economia, <a href="https://www.gov.br/economia/pt-br/assuntos/noticias/2022/julho/mais-de-1-3-milhao-de-empresas-sao-criadas-no-pais-em-quatro-meses" target="_blank" rel="noreferrer noopener">o Brasil abriu 1,3 milhão de empresas nos últimos quatro meses</a>. Atualmente, o país tem 19.373.257 Cadastros Nacionais de Pessoas Jurídicas (CNPJ) ativos, o que &#8211; apesar dos desafios &#8211; mostra que os brasileiros estão realizando o sonho de ter o seu próprio negócio.&nbsp;</p>



<p>No entanto, é preciso cuidado. No mesmo período, cerca de 541 mil empresas encerraram as atividades.&nbsp;</p>



<p>Dados do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2021-06/sebrae-pequenos-negocios-tem-maior-taxa-de-mortalidade" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cerca de 21% das microempresas e 17% das pequenas empresas — que correspondem a 99% das empresas brasileiras — vão à falência antes de completar cinco anos de vida</a>. Os principais motivos estão a falta de capacitação e de planejamento para longos períodos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é a falência de uma empresa?</h2>



<p>A falência da empresa é um processo judicial que acontece quando uma empresa não tem mais como arcar com suas dívidas — ou seja, está quebrada — e precisa encerrar as atividades.</p>



<p>Todo o processo é dividido em três fases. A primeira é a preliminar ou declaratória, onde a empresa declara a falência; a segunda fase, chamada de sindicância, é quando são averiguadas possíveis irregularidades e ocorre a apuração de bens para identificar o total do patrimônio. Por último, acontece a liquidação, onde os bens são vendidos para executar as dívidas — uma espécie de política de reembolso para os credores.</p>



<p>Mas não é qualquer empresa que pode entrar com um pedido de falência. Para começar o processo, é necessário que a dívida seja acima de 40 salários mínimos.</p>



<p>Micro e pequenas empresas, por outro lado, possuem um processo diferenciado para encerrar as atividades e arcar com suas dívidas: o processo de recuperação judicial. Com ele, as dívidas podem ser parceladas em até 36 vezes e também há a possibilidade de até 80% de redução do valor devido original.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que fazer para evitar a falência de uma empresa?</h2>



<p>Entender o que é a falência é o primeiro passo para evitar que sua empresa feche as portas. Por outro lado, existem outras atitudes que todo empreendedor deve ter para não fechar as portas.</p>



<p>Essas atitudes se iniciam antes mesmo de começar um negócio e são fundamentais para evitar e escapar de crises econômicas, riscos financeiros, momentos de vendas baixas ou qualquer outro problema que uma empresa pode ter em seu tempo de vida.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Tenha um plano de negócios</h3>



<p>A primeira das atitudes é nunca começar um negócio sem ter algum tipo de planejamento.</p>



<p>O mais indicado é o plano de negócios: um documento onde são descritas todas as informações sobre a empresa, seu funcionamento e estratégias que a levarão a funcionar no dia a dia, além de estudos de mercado e de viabilidade de negócios.</p>



<p>Geralmente, a estrutura de um plano de negócios é a seguinte:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Objetivos e metas da empresa;</li><li>Dados estatísticos e estudos que mostrem o cenário onde ela está inserida;</li><li>Atividades de seu dia a dia;</li><li>Resultados esperados;</li><li>Planejamento financeiro;</li><li>Melhorias que podem ser feitas para melhorar os resultados.</li></ul>



<p>Um plano de negócios pode ter diversas outras informações, de acordo com os objetivos da empresa e das pessoas empresárias, e que vão ajudar a guiar o caminho que a empresa irá percorrer.</p>



<p>Por isso, é importante criá-lo antes mesmo de criar um negócio.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Evite gastos desnecessários</h3>



<p>Gastos desnecessários significam prejuízos financeiros. Por isso, é importante estar sempre atento para eliminar qualquer gasto que poderia ser evitado.</p>



<p>A melhor maneira de buscar e eliminar esses gastos é revisando os processos da empresa e buscando maneiras de otimizá-los. E isso é mais simples do que parece: por exemplo, iniciar uma política de documentos digitais na empresa economiza o dinheiro que seria gasto em papel para imprimir esses documentos, ou uma empresa que presta serviços ter uma política de reembolso do dinheiro que foi pago caso um serviço seja cancelado.&nbsp;</p>



<p>Além disso, ter uma boa gestão de contas a pagar para controlar as contas fixas e variáveis da empresa também é uma maneira de evitar gastos, e aqui podemos pensar no uso de <a href="https://vexpenses.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ferramentas como um cartão corporativo</a> para ajudar na transparência e na centralização das despesas da casa.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Renegocie dívidas e prazos</h3>



<p>Se não é possível evitar a inadimplência, renegociar dívidas e prazos de pagamentos com fornecedores é uma maneira de demonstrar que, mesmo com dificuldades no caixa, a empresa ainda está tentando honrar suas dívidas. E isso é ótimo para os negócios.</p>



<p>Por isso, é importante, além de sempre se atentar a prazos de pagamento e juros que podem surgir, buscar renegociar aqueles pagamentos que não puderam ser feitos na data certa.</p>



<p>Busque sempre acordos que sejam benéficos para ambas as partes e que sejam realistas para a situação financeira da empresa.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como reerguer uma empresa falida?</h2>



<p>Se mesmo com todo planejamento a empresa entrou em crise ou está prestes a falir, existem quatro passos que podem ser tomados para tentar melhorar a situação.</p>



<p>O primeiro deles é conhecer e entender o tamanho da dívida da empresa. Isso pode parecer óbvio, mas é preciso considerar que existem juros, que se acumulam dia após dia, e podem aumentar o valor que se imagina que está sendo devido.</p>



<p>É necessário manter registros e projeções do crescimento da dívida junto à uma planilha financeira com as entradas e saídas de dinheiro do caixa para que seja possível entender exatamente o que se está tentando resolver.</p>



<p>Depois, é importante manter um registro de todas as entradas e saídas do caixa da empresa. Ou seja, ter um bom controle das finanças. Essa análise, além de permitir a visualização do dinheiro da empresa, também permite a redução e o corte de custos e gastos desnecessários, o que ajuda a economizar e aumentar o faturamento.</p>



<p>O fluxo de caixa é uma ferramenta utilizada para manter esse registro. Ter um e mantê-lo atualizado é fundamental para a área financeira de qualquer negócio.</p>



<p>O terceiro passo é entender a capacidade de pagamento da dívida. Ter informações sobre ativos disponíveis, dinheiro em caixa e dinheiro que ainda será debitado na conta da empresa é uma maneira de conseguir entender quanto é possível pagar sem prejudicar o funcionamento do negócio.</p>



<p>O último passo é a renegociação. Ao entender a capacidade de pagamento da empresa, fica mais fácil saber quais serão as dívidas que serão priorizadas, como é possível negociá-las e em quantas parcelas será possível pagá-las.</p>



<p>Reerguer uma empresa à beira da falência sem dúvidas não é uma tarefa fácil, mas também não é impossível. Basta controle financeiro e disciplina para entender o cenário onde ela está inserida e como será possível recuperá-la.</p>
<p>O post <a href="https://correioparaense.com.br/2022/11/25/o-brasil-tem-quase-20-milhoes-de-empresas-o-que-fazer-para-nao-quebrar-se-a-sua-for-uma-delas/">O Brasil tem quase 20 milhões de empresas: o que fazer para não quebrar se a sua for uma delas?</a> apareceu primeiro em <a href="https://correioparaense.com.br">Correio Paraense</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://correioparaense.com.br/2022/11/25/o-brasil-tem-quase-20-milhoes-de-empresas-o-que-fazer-para-nao-quebrar-se-a-sua-for-uma-delas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Recorde: tempo médio de abertura de empresas no Brasil cai para 23 horas</title>
		<link>https://correioparaense.com.br/2022/10/22/recorde-tempo-medio-de-abertura-de-empresas-no-brasil-cai-para-23-horas/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=recorde-tempo-medio-de-abertura-de-empresas-no-brasil-cai-para-23-horas</link>
					<comments>https://correioparaense.com.br/2022/10/22/recorde-tempo-medio-de-abertura-de-empresas-no-brasil-cai-para-23-horas/?noamp=mobile#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Correio Paraense]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Oct 2022 18:52:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[empresas abertas]]></category>
		<category><![CDATA[empresas ativas]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas paraenses]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://correioparaense.com.br/?p=38228</guid>

					<description><![CDATA[<p>O tempo médio para a abertura de uma empresa no Brasil caiu para 23 horas ao final do segundo quadrimestre de 2022, ou seja, o período de maio a agosto. Trata-se do menor prazo médio já registrado. O atual patamar corresponde a uma redução de 17 horas em relação ao final do primeiro quadrimestre deste [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://correioparaense.com.br/2022/10/22/recorde-tempo-medio-de-abertura-de-empresas-no-brasil-cai-para-23-horas/">Recorde: tempo médio de abertura de empresas no Brasil cai para 23 horas</a> apareceu primeiro em <a href="https://correioparaense.com.br">Correio Paraense</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O tempo médio para a abertura de uma empresa no Brasil caiu para 23 horas ao final do segundo quadrimestre de 2022, ou seja, o período de maio a agosto. Trata-se do menor prazo médio já registrado. O atual patamar corresponde a uma redução de 17 horas em relação ao final do primeiro quadrimestre deste ano.&nbsp;</p>



<p>O Brasil registrou mais de 1,3 milhão de empresas abertas no segundo quadrimestre de 2022, o que corresponde a uma elevação de 2% na comparação com o primeiro quadrimestre do ano. Os dados constam no Painel Mapa de Empresas, divulgados pela Secretaria Especial de Produtividade e Competitividade (Sepec) do <a href="https://www.gov.br/economia/pt-br">Ministério da Economia</a>.</p>



<p>O especialista em contabilidade Wilson Pimentel considera que a importância de se reduzir o tempo médio de abertura de uma empresa no Brasil vai desde a desburocratização nos serviços até a satisfação do empresário, que deseja iniciar as atividades o quanto antes.&nbsp;</p>



<p>“O que leva à redução do tempo de abertura das empresas no Brasil é a implantação de tecnologias pelo governo e contadores, bem como pelos órgãos públicos. Vale salientar que os sistemas estão bem mais sincronizados. A burocracia é um processo natural, até porque o governo precisa ter controles. Mas está cada vez melhor a sistemática de abertura de empresas no país. A cada ano, diminuem os papéis, que são documentos físicos, e permanecem sistemas em plataformas digitais”, destaca.&nbsp;</p>



<p>No mês de julho, o tempo médio de abertura de empresas no país foi reduzido para um dia e duas horas, uma queda de cinco horas na comparação com o mês imediatamente anterior, quando era de um dia e sete horas.</p>



<p>A empresária Thais Melo tem 22 anos e mora em Brasília. Para ela, a redução é vista como algo positivo, uma vez que também serve de motivação para abertura de novas empresas, e tornar sonhos reais.&nbsp;</p>



<p>“Até recentemente, em 2018, havia muita burocracia. Levava-se dois meses para abrir uma empresa, e cerca de nove meses para se conseguir licenças e alvarás. Isso era algo que prendia muito, porque o interessado ficava à mercê disso, criava expectativas sem saber se daria certo ou não. Com isso, muitas pessoas desistiam”, relata.&nbsp;</p>



<p>A redução no tempo médio necessário para se abrir uma empresa é ainda maior quando notada a evolução da série histórica. Quando a comparação é feita com o início de 2019, a diminuição foi de quatro dias e 10 horas.&nbsp;</p>



<p>As informações acerca do tempo médio contemplam o período médio de consulta prévia de viabilidade, assim como o tempo médio de registro da companhia. Vale destacar que o atual tempo médio alcança a meta prevista para ser atingida apenas em dezembro de 2022.</p>



<p>O levantamento aponta, ainda, que o Brasil registrou 1.379.163 empresas abertas no segundo quadrimestre deste ano, o que corresponde a uma elevação de 2% na comparação com o primeiro quadrimestre do ano.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-right">Fonte: <a href="https://brasil61.com/n/recorde-tempo-medio-de-abertura-de-empresas-no-brasil-cai-para-23-horas-pind223595" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Brasil 61</a></p>
<p>O post <a href="https://correioparaense.com.br/2022/10/22/recorde-tempo-medio-de-abertura-de-empresas-no-brasil-cai-para-23-horas/">Recorde: tempo médio de abertura de empresas no Brasil cai para 23 horas</a> apareceu primeiro em <a href="https://correioparaense.com.br">Correio Paraense</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://correioparaense.com.br/2022/10/22/recorde-tempo-medio-de-abertura-de-empresas-no-brasil-cai-para-23-horas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Total de empresas ativas cresce 3,7% no Brasil</title>
		<link>https://correioparaense.com.br/2022/06/23/total-de-empresas-ativas-cresce-37-no-brasil/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=total-de-empresas-ativas-cresce-37-no-brasil</link>
					<comments>https://correioparaense.com.br/2022/06/23/total-de-empresas-ativas-cresce-37-no-brasil/?noamp=mobile#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Correio Paraense]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jun 2022 14:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[empresas abertas]]></category>
		<category><![CDATA[empresas ativas]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas paraenses]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://correioparaense.com.br/?p=33592</guid>

					<description><![CDATA[<p>O número de empresas e outras organizações ativas no Brasil cresceu 3,7% entre 2019 e 2020, chegando a 5,4 milhões. Mesmo com esse aumento, o total de pessoas ocupadas assalariadas em empresas diminuiu 1,8% no mesmo período, o que significa 825,3 mil postos de trabalho formais a menos no país. As mulheres foram as que [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://correioparaense.com.br/2022/06/23/total-de-empresas-ativas-cresce-37-no-brasil/">Total de empresas ativas cresce 3,7% no Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://correioparaense.com.br">Correio Paraense</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O número de empresas e outras organizações ativas no Brasil cresceu 3,7% entre 2019 e 2020, chegando a 5,4 milhões. Mesmo com esse aumento, o total de pessoas ocupadas assalariadas em empresas diminuiu 1,8% no mesmo período, o que significa 825,3 mil postos de trabalho formais a menos no país.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1467207&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1467207&amp;o=node"></p>



<p>As mulheres foram as que mais perderam postos de trabalho. Os dados são da pesquisa Estatísticas do Cadastro Central de Empresas (Cempre) 2020 divulgada hoje (23), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<p>É a primeira vez, na série histórica do estudo, desde 2008, que a queda no número de assalariados ocorreu ao mesmo tempo em que houve aumento expressivo no total de empresas. Esse movimento pode ter sido ocasionado, de acordo com o instituto, por pessoas que foram demitidas e tentaram abrir seu próprio negócio ou por quem buscava compensar as perdas de renda nesse período.</p>



<p>“A gente não imagina, em período de forte crise econômica, ter aumento de empresas. Mas, ao mesmo tempo, isso é explicado pelo crescimento de empresas que não possuem assalariados”, disse o gerente da pesquisa, Thiego Ferreira.</p>



<p>“Apesar de todos os esforços, inclusive políticos, e das políticas públicas para manter os empregos, ocorreram, naturalmente, demissões. Muita gente teve redução na renda ou porque foi demitida ou porque teve diminuição da jornada de trabalho e isso pode ter motivado a busca dessas pessoas por abrirem seus próprios negócios”, argumentou. &nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Menos funcionários e salários menores</h2>



<p>Entre 2019 e 2020, o número de empresas sem empregados assalariados cresceu 8,6%, o que significa 227,3 mil empresas a mais em 2020. Já as empresas com assalariados recuaram em todas as faixas analisadas. As com um a nove empregados caíram 0,4%; as com 10 a 49 empregados, 5,3%; as com 50 a 250 assalariados, 2,3%; e as com mais de 250 funcionários tiveram uma redução de 1%.</p>



<p>Os dados mostram, ainda, que o salário médio pago pelas empresas do país em 2020 caiu 3% em relação a 2019, chegando a R$ 3.043,81, ou o equivalente a 2,9 salários mínimos. Já a massa salarial, que atingiu R$ 1,8 trilhão, teve um recuo de 6% em relação a 2019, o que representou, segundo o IBGE, a maior redução na série histórica da pesquisa. Essa perda salarial foi, segundo o instituto, intensificada pela redução no número de assalariados.</p>



<p>Em relação às unidades federativas, o Distrito Federal e o Amapá registraram os maiores salários: o DF com uma remuneração média mensal 5,3 salários mínimos e o Amapá com 3,7 salários, ambos seguidos pelo Rio de Janeiro e São Paulo com 3,3 salários mínimos cada. Esses dois estados concentram mais de um terço dos assalariados do país. Já os menores salários foram anotados na Paraíba &#8211; salário médio mensal de 2,1 salários mínimos -, seguido do Ceará e Alagoas: 2,2 salários mínimos cada.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mulheres mais impactadas</h2>



<p>Segundo o IBGE, as mulheres foram as que mais perderam postos de trabalho em empresas. Em 2020, enquanto o número de homens assalariados caiu 0,9%, em relação a 2019 o total de mulheres recuou 2,9%. Dos 825,3 mil postos de trabalho perdidos entre 2019 e 2020, 71,9%, o equivalente a 593,6 mil vagas, eram ocupados por mulheres.</p>



<p>Diante desse cenário, a participação feminina entre os assalariados das empresas formais do país diminuiu, pela primeira vez, desde 2009. O percentual de postos ocupados por mulheres passou de 44,8% em 2019 para 44,3% em 2020, a menor participação feminina desde 2016.</p>



<p>“Apesar de ser uma queda de 0,5%, ela revela um comportamento que tem relação com a pandemia. Quando procuramos entender melhor esses números, o que encontramos como justificativa são dois movimentos. Houve um crescimento de ocupações em setores que usualmente empregam mais homens e, por outro lado, uma redução dos segmentos que empregam mais mulheres”, explicou o gerente da pesquisa.</p>



<p>De acordo com Ferreira, setores como o de construção, com empregados majoritariamente homens, cresceram, enquanto segmentos com funcionários majoritariamente mulheres &#8211; educação e alimentação &#8211; reduziram os postos no primeiro ano de pandemia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Perdas em alimentação e cultura</h2>



<p>Segundo a pesquisa do IBGE, as maiores reduções de assalariados foram nos segmentos de alojamento e alimentação, com uma queda de 373,2 mil; administração pública, defesa e seguridade social ( 233,9 mil); e comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (221,7 mil funcionários a menos).</p>



<p>Na outra ponta, o aumento mais significativo foi no setor de saúde humana e serviços sociais, com mais 139,3 mil assalariados.</p>



<p>O gerente da pesquisa destacou, ainda, que as áreas de alimentação e de arte, cultura, esporte e recreação tiveram as maiores perdas de assalariados da série histórica. Esses percentuais são respectivamente 19,4% e 16,4%.</p>



<p>“As características desses setores já contribuem para terem sofrido efeitos da pandemia. Mais ainda a natureza da pandemia, que envolveu distanciamento social. As pessoas não vão para restaurantes para evitar contaminação, têm receio de comer fora, fora os&nbsp;<em>lockdowns</em>. Por mais que tivesse muita garantia de segurança, [elas] não podiam sair”, explicou Ferreira.</p>



<p>O Cempre é um banco de dados mantido pelo IBGE com informações cadastrais e econômicas da grande maioria das empresas e outras organizações legalmente constituídas no Brasil.</p>



<p>Integram esse banco empresas inscritas no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), da Secretaria Especial da Receita Federal. Microempreendedores individuais não fazem parte do levantamento. &nbsp;</p>



<p class="has-text-align-right">Edição: Kleber Sampaio</p>
<p>O post <a href="https://correioparaense.com.br/2022/06/23/total-de-empresas-ativas-cresce-37-no-brasil/">Total de empresas ativas cresce 3,7% no Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://correioparaense.com.br">Correio Paraense</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://correioparaense.com.br/2022/06/23/total-de-empresas-ativas-cresce-37-no-brasil/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pará é o primeiro estado do Norte a implantar o &#8216;Balcão Único&#8217;, que facilita a abertura de empresas</title>
		<link>https://correioparaense.com.br/2021/11/16/para-e-o-primeiro-estado-do-norte-a-implantar-o-balcao-unico-que-facilita-a-abertura-de-empresas/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=para-e-o-primeiro-estado-do-norte-a-implantar-o-balcao-unico-que-facilita-a-abertura-de-empresas</link>
					<comments>https://correioparaense.com.br/2021/11/16/para-e-o-primeiro-estado-do-norte-a-implantar-o-balcao-unico-que-facilita-a-abertura-de-empresas/?noamp=mobile#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Nov 2021 00:36:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA PARAENSE]]></category>
		<category><![CDATA[Abertura de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Balcão Único]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[empresas abertas]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas paraenses]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://correioparaense.com.br/?p=22293</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Pará é o primeiro estado do Norte a implantar&#160;a plataforma &#8216;Balcão Único&#8217;, que permite qualquer cidadão abrir uma empresa de forma simples, automática, em poucos minutos e sem nenhum custo. A iniciativa foi lançada nesta terça-feira (16) e já está presente em São Paulo, Bahia e Pernambuco. Para utilizar o serviço é preciso preencher [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://correioparaense.com.br/2021/11/16/para-e-o-primeiro-estado-do-norte-a-implantar-o-balcao-unico-que-facilita-a-abertura-de-empresas/">Pará é o primeiro estado do Norte a implantar o &#8216;Balcão Único&#8217;, que facilita a abertura de empresas</a> apareceu primeiro em <a href="https://correioparaense.com.br">Correio Paraense</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Pará é o primeiro estado do Norte a implantar&nbsp;a plataforma &#8216;Balcão Único&#8217;, que permite qualquer cidadão abrir uma empresa de forma simples, automática, em poucos minutos e sem nenhum custo. A iniciativa foi lançada nesta terça-feira (16) e já está presente em São Paulo, Bahia e Pernambuco.</p>



<p>Para utilizar o serviço é preciso preencher um formulário eletrônico único, disponibilizado no&nbsp;<a href="https://www.jucepa.pa.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site da Junta Comercial do Estado do Pará (Jucepa)</a>. Os interessados devem clicar em &#8216;portal de serviços&#8217; e realizar o requerimento universal para terem acesso ao formulário.</p>



<p>Com a nova metodologia, o objetivo é que não haja mais a necessidade de percorrer vários órgãos públicos para formalizar um negócio.</p>



<p>“Hoje o empreendedor pode abrir uma empresa em menos de dois dias, em média, no país inteiro, sem burocracia, sem perder tempo com exigências e deslocamentos desnecessários”, ressalta o secretário especial de desburocratização, gestão e governo digital do Ministério da Economia, Caio Mario Paes de Andrade.</p>



<p>Inicialmente, o Balcão Único é voltado para empresas de baixo risco, independente do porte: pequena, média ou grande, além de atender o empresário individual e a sociedade limitada. Outra vantagem obtida pelo empreendedor no Pará é a versatilidade que o ambiente virtual permite.</p>



<p>&#8220;A iniciativa possibilita que várias etapas sejam efetuadas de forma automatizada, a exemplo do registro da empresa, número do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e inscrições fiscais, do recebimento das aprovações da prefeitura, das licenças necessárias, cadastro dos empregados contratados e registro no e-Social, entre outros”, explica o diretor de Registro Mercantil da Jucepa, Aiua Reis.</p>
<p>O post <a href="https://correioparaense.com.br/2021/11/16/para-e-o-primeiro-estado-do-norte-a-implantar-o-balcao-unico-que-facilita-a-abertura-de-empresas/">Pará é o primeiro estado do Norte a implantar o &#8216;Balcão Único&#8217;, que facilita a abertura de empresas</a> apareceu primeiro em <a href="https://correioparaense.com.br">Correio Paraense</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://correioparaense.com.br/2021/11/16/para-e-o-primeiro-estado-do-norte-a-implantar-o-balcao-unico-que-facilita-a-abertura-de-empresas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Empresas paraenses movimentam R$ 38,4 bilhões em salários</title>
		<link>https://correioparaense.com.br/2021/06/25/empresas-paraenses-movimentam-r-384-bilhoes-em-salarios/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=empresas-paraenses-movimentam-r-384-bilhoes-em-salarios</link>
					<comments>https://correioparaense.com.br/2021/06/25/empresas-paraenses-movimentam-r-384-bilhoes-em-salarios/?noamp=mobile#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Correio Paraense]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jun 2021 11:55:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PARÁ]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas paraenses]]></category>
		<category><![CDATA[Pará]]></category>
		<category><![CDATA[R$38.4 Bilhões]]></category>
		<category><![CDATA[salários]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://correioparaense.com.br/?p=12971</guid>

					<description><![CDATA[<p>Estado registrou 1,19 milhão de trabalhadores, 1,1 milhão dos quais assalariados. A média de remuneração mensal é de R$ 2.654. Atualmente, Pará é a 12ª maior praça empresarial do país</p>
<p>O post <a href="https://correioparaense.com.br/2021/06/25/empresas-paraenses-movimentam-r-384-bilhoes-em-salarios/">Empresas paraenses movimentam R$ 38,4 bilhões em salários</a> apareceu primeiro em <a href="https://correioparaense.com.br">Correio Paraense</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>As quase 82 mil empresas atuantes e instaladas no estado mais rico da Região Norte movimentaram juntas a fortuna de R$ 38,38 bilhões em massa salarial, o 12º segundo maior volume do país em 2019. É o que divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (24) por meio do Cadastro Central de Empresas (Cempre). De um ano para outro, os pagamentos de salários e remunerações em terra paraense prosperaram mais de R$ 1 bilhão.</p>



<p>Dados da pesquisa analisados pelo Blog do Zé Dudu mostram que em 2018 o Cempre detectou um movimento de R$ 37,32 bilhões no Pará. No ano seguinte, 2019, o estado só perdeu para São Paulo (R$ 584,65 bilhões), Rio de Janeiro (R$ 182,78 bilhões), Minas Gerais (R$ 157,93 bilhões), Paraná (R$ 111,58 bilhões), Rio Grande do Sul (R$ 109,92 bilhões), Distrito Federal (R$ 88,34 bilhões), Santa Catarina (R$ 83,43 bilhões), Bahia (R$ 73,7 bilhões), Pernambuco (R$ 50,62 bilhões), Goiás (R$ 49,83 bilhões) e Ceará (R$ 44,52 bilhões).</p>



<p>O Pará registrou 1,19 milhão de trabalhadores, sendo 1,1 milhão deles assalariados e média de remuneração mensal de R$ 2.654. As maiores médias salariais nas empresas do país são pagas no Distrito Federal (R$ 5.242), no Amapá (R$ 3.650), no Rio de Janeiro (R$ 3.487) e em São Paulo (R$ 3.345). Paraíba (R$ 2.186), Alagoas (R$ 2.263) e Ceará (R$ 2.276) têm as menores remunerações médias.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Municípios paraenses</strong></h2>



<p>Belém é uma das cidades do país com maior potencial salarial. Na 13ª colocação nacional, a capital paraense movimenta R$ 18,91 bilhões em salários, de acordo com a pesquisa. Fica atrás, no entanto, de Goiânia-GO (R$ 25,15 bilhões), Manaus-AM (R$ 19,91 bilhões) e Campinas-SP (R$ 19,74 bilhões). Parauapebas vem na sequência, em nível de Pará, com movimento de R$ 1,84 bilhão, sendo acompanhado por Ananindeua (R$ 1,58 bilhão) e Marabá (R$ 1,56 bilhão). Todas estão no grupo dos 150 municípios brasileiros com as empresas que somam os maiores salários do país.</p>
<p>O post <a href="https://correioparaense.com.br/2021/06/25/empresas-paraenses-movimentam-r-384-bilhoes-em-salarios/">Empresas paraenses movimentam R$ 38,4 bilhões em salários</a> apareceu primeiro em <a href="https://correioparaense.com.br">Correio Paraense</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://correioparaense.com.br/2021/06/25/empresas-paraenses-movimentam-r-384-bilhoes-em-salarios/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
