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	<title>ROBERTO BARBOSA | COLABORADOR</title>
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	<description>Notícias relevantes do Pará para o mundo! </description>
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	<title>ROBERTO BARBOSA | COLABORADOR</title>
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		<title>Coffee break do Cassazum reúne mães associadas em evento de integração na capital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Roberto Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 15:42:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[EVENTOS]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Coffee break]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo de Trabalho do Cassazum realiza nesta sexta-feira (15) um coffee break festivo voltado às mães associadas da entidade, em Belém. A programação acontece das 16h às 20h, no Salão da Grepa, na Travessa do Chaco, bairro do Marco. O evento tem como principal objetivo promover a integração entre as participantes e reconhecer a [&#8230;]</p>
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<p>O Grupo de Trabalho do Cassazum realiza nesta sexta-feira (15) um coffee break festivo voltado às mães associadas da entidade, em Belém. A programação acontece das 16h às 20h, no Salão da Grepa, na Travessa do Chaco, bairro do Marco.</p>



<p>O evento tem como principal objetivo promover a integração entre as participantes e reconhecer a importância das mães no contexto associativo. A organização destaca que todas as diretrizes foram planejadas para garantir o êxito da iniciativa.</p>



<p>De acordo com o presidente do grupo, suboficial da Aeronáutica Francisco Martins, a expectativa é de grande adesão. No entanto, o número de vagas foi limitado a 150 participantes, como forma de assegurar melhor organização e conforto.</p>



<p>A proposta é oferecer um momento diferenciado às associadas, com ambiente acolhedor e foco na valorização social, fortalecendo os laços entre os membros da instituição.</p>



<p><em><strong>Texto e foto: Nonato Batista</strong></em></p>
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		<title>Começa segunda-feira (18) o mutirão integrado pelo MPF com serviços de mais de 50 instituições no Marajó (PA)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Roberto Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 12:37:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nova edição do Programa Justiça Itinerante vai ser realizada de 18 a 22 de maio Na próxima segunda-feira (18), o Ministério Público Federal (MPF) volta ao Marajó (PA) para prestar atendimentos presenciais às comunidades do arquipélago. A ação, que vai durar toda a semana,&#160; integra as atividades de um mutirão com mais de 50 instituições [&#8230;]</p>
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<p><strong><em>Nova edição do Programa Justiça Itinerante vai ser realizada de 18 a 22 de maio</em></strong></p>



<p>Na próxima segunda-feira (18), o Ministério Público Federal (MPF) volta ao Marajó (PA) para prestar atendimentos presenciais às comunidades do arquipélago. A ação, que vai durar toda a semana,&nbsp; integra as atividades de um mutirão com mais de 50 instituições que vai oferecer serviços judiciais, de cidadania e de saúde para a população local.</p>



<p>As atividades do mutirão vão se concentrar nos municípios de Breves e Portel simultaneamente. Além disso, diariamente um barco da Prefeitura de Melgaço fará o deslocamento gratuito de pessoas interessadas em receber os serviços ofertados.</p>



<p>Em Breves, os atendimentos de justiça e cidadania vão ocorrer nas Escolas Municipais de Ensino Fundamental Professor Estevão Gomes e Professora Aurea Cunha e, em Portel, na Escola Municipal Paulo Afonso de Azevedo Mesquita.</p>



<p><strong>Atendimento pelo MPF</strong>&nbsp;– Confira os serviços e atuações que o MPF vai promover:</p>



<p>• Recebimento de denúncias, por meio da Sala de Atendimento ao Cidadão (SAC) itinerante;<br>•&nbsp;Fornecimento de informações sobre o andamento de procedimentos extrajudiciais que tramitam no MPF;<br>• Fornecimento de informações sobre o andamento de processos na Justiça Federal nos quais o MPF atua;<br>• Prestação de orientações jurídicas em casos de demandas coletivas, especialmente socioambientais e agrárias federais, com a presença de povos e comunidades tradicionais;<br>• Apresentação e cadastramento na&nbsp;<a href="https://territoriostradicionais.mpf.mp.br/#/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Plataforma de Territórios Tradicionais (PTT)</a>;<br>• Participação em audiências judiciais da Justiça Federal;<br>• Reuniões com povos e comunidades tradicionais da região;<br>• Visitas a territórios de povos e comunidades tradicionais;<br>• Inspeção para instruir procedimentos extrajudiciais em trâmite no MPF.</p>



<p><strong>Sobre o mutirão</strong>&nbsp;– A iniciativa das instituições faz parte do&nbsp;<a href="https://www.cnj.jus.br/programas-e-acoes/direitos-humanos/justica-itinerante/amazonia-legal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Programa Justiça Itinerante Cooperativa na Amazônia Legal</a>, coordenado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O programa busca ampliar o acesso a direitos fundamentais em regiões com dificuldades de acesso a serviços públicos e logística historicamente precária.</p>



<p>Entre as ofertas, estão serviços de documentação civil, previdenciários, trabalhistas, ambientais e fundiários, da infância e de saúde. As pessoas e comunidades interessadas poderão utilizar vários serviços.</p>



<p>Um dos destaques do programa são os atendimentos de saúde, que serão realizados em Unidades Básicas de Saúde (UBS) fluviais. Haverá participação de equipes especializadas, incluindo profissionais do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), do Hospital Albert Einstein e da Força Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>



<p>Na área previdenciária, a adoção de processos totalmente eletrônicos agiliza a comunicação com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).</p>



<p>Juízes do Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJPA), do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) e do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região (TRT8) serão designados para atuar no programa durante os cinco dias, podendo proferir sentenças em casos variados e homologar acordos conciliatórios.</p>



<p>Na promoção de direitos humanos, haverá campanhas de enfrentamento à violência contra mulheres e meninas e reuniões do Observatório do Trabalho Decente do Poder Judiciário, recentemente instituído pelo CNJ. Além disso, haverá uma série de ações formativas com vários eixos temáticos, em parceria com instituições de ensino como a Universidade Federal do Pará (UFPA).</p>



<p><strong><em>Do MPF-PA com informações do CNJ/Arte: MPF</em></strong></p>
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		<title>Eleições de 2026 tem na IA desafio nas campanhas e TRE-PA fica no centro do combate à desinformação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Roberto Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 20:47:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Justiça Eleitoral entrou oficialmente na era da inteligência artificial. Com a aproximação das eleições gerais de 2026, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou novas regras para disciplinar o uso de conteúdos produzidos ou alterados por IA nas campanhas políticas. O objetivo é conter a disseminação de montagens, vídeos falsos, manipulações digitais e conteúdos enganosos [&#8230;]</p>
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<p>A Justiça Eleitoral entrou oficialmente na era da inteligência artificial. Com a aproximação das eleições gerais de 2026, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou novas regras para disciplinar o uso de conteúdos produzidos ou alterados por IA nas campanhas políticas. O objetivo é conter a disseminação de montagens, vídeos falsos, manipulações digitais e conteúdos enganosos capazes de influenciar o voto dos brasileiros. Já era tempo.</p>



<p>No Pará, onde o debate político costuma ganhar forte repercussão nas redes sociais e aplicativos de mensagens, as medidas chegam em um momento estratégico. O Estado reúne um dos maiores eleitorados da região Norte e deverá enfrentar novamente desafios ligados à desinformação digital, impulsionamento irregular de conteúdo e circulação de vídeos manipulados durante o período eleitoral.</p>



<p>Segundo dados da Justiça Eleitoral, o Pará possui mais de 6 milhões de eleitores aptos a votar e concentra disputas de grande alcance político, especialmente para os cargos de governador, senador e deputados estaduais e federais. Nas eleições gerais de 2022, o Estado registrou centenas de candidaturas aos diferentes cargos em disputa, mobilizando campanhas cada vez mais dependentes das plataformas digitais.</p>



<p>A propaganda eleitoral começa em 16 de agosto de 2026. O primeiro turno será realizado em 4 de outubro e o segundo turno, se necessário, em 25 de outubro. Diante do crescimento do uso de ferramentas de IA, o TSE decidiu ampliar as regras que já haviam sido aplicadas de forma inédita nas eleições municipais de 2024.</p>



<p>Entre as principais mudanças está a obrigatoriedade de identificar conteúdos produzidos ou significativamente alterados por inteligência artificial. A norma vale para vídeos, imagens, áudios e textos utilizados em propaganda eleitoral.</p>



<p>Nos vídeos, o aviso deverá aparecer de maneira visível ao público. Em áudios, a identificação precisa ser informada logo no início da peça. Já imagens manipuladas deverão conter marca d’água e recursos de acessibilidade. Materiais impressos também precisarão informar o uso da tecnologia.</p>



<p>O TSE, porém, estabeleceu exceções. Ajustes simples de iluminação, edição de som, criação de vinhetas, logomarcas e melhorias técnicas que não alterem substancialmente o conteúdo não exigirão rotulagem.</p>



<p>Outra medida considerada rigorosa é a chamada “janela de restrição”. Fica proibida, nas 72 horas anteriores e nas 24 horas posteriores à votação, a divulgação de novos conteúdos sintéticos produzidos por IA utilizando imagem, voz ou manifestações de candidatos ou pessoas públicas. A intenção é evitar manipulações de última hora, quando há pouco tempo para checagem ou reação da Justiça Eleitoral.</p>



<p>As novas regras também proíbem plataformas e sistemas automatizados de recomendarem candidatos, partidos ou coligações aos usuários, mesmo que haja solicitação direta do eleitor. O entendimento do TSE é que algoritmos não podem interferir na escolha política da população.</p>



<p>O TRE-PA terá papel decisivo no monitoramento digital durante a campanha. O Estado enfrenta desafios históricos relacionados à dimensão territorial, à velocidade de circulação de informações em aplicativos de mensagens e ao acesso desigual à informação em municípios do interior.</p>



<p>Além disso, o ambiente político paraense costuma ser altamente polarizado nas redes sociais, cenário que pode ampliar os riscos de circulação de deepfakes e conteúdos manipulados. Em eleições anteriores, boatos sobre urnas eletrônicas, pesquisas eleitorais e supostas fraudes ganharam espaço em grupos digitais e exigiram ações rápidas da Justiça Eleitoral paraense.</p>



<p>As plataformas digitais também passarão a ter novas obrigações. Empresas deverão manter canais específicos para denúncias eleitorais, criar planos de conformidade e agir rapidamente para remover conteúdos ilícitos, interromper a monetização e bloquear impulsionamentos irregulares.</p>



<p>Quem descumprir as normas poderá sofrer multas entre R$ 5 mil e R$ 30 mil, além de responder por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação. Dependendo da gravidade, candidatos poderão ter registro ou mandato cassados.</p>



<p>O desafio do TSE e dos tribunais regionais, incluindo o TRE-PA, será equilibrar liberdade de expressão, inovação tecnológica e proteção da integridade eleitoral em um cenário cada vez mais dominado pela inteligência artificial.</p>



<p><strong><em>Texto: Paulo Silber/Foto: Cidade 091</em></strong></p>
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		<title>Maio Antimanicomial no Pará ocupa as ruas e a Alepa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Roberto Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 16:32:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Movimento da Luta Antimanicomial do Pará (MLA-PA) dá início, neste mês de maio, a uma intensa programação que marca os 25 anos da Lei da Reforma Psiquiátrica Brasileira (Lei 10.216/2001). Sob o lema “Eu vejo o presente repetir o passado: a reforma psiquiátrica não acabou!”, o coletivo convoca a sociedade paraense a ocupar as [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Movimento da Luta Antimanicomial do Pará (MLA-PA) dá início, neste mês de maio, a uma intensa programação que marca os 25 anos da Lei da Reforma Psiquiátrica Brasileira (Lei 10.216/2001). Sob o lema “Eu vejo o presente repetir o passado: a reforma psiquiátrica não acabou!”, o coletivo convoca a sociedade paraense a ocupar as ruas e a exigir justiça.</p>



<p>A programação deste ano ganha contornos ainda mais urgentes. O MLA-PA denuncia que quatro pacientes psiquiátricos morreram em uma das clínicas privadas que recebem recursos públicos em Belém. Os nomes não podem ser esquecidos: Michelle Margareth, Édson Clemente, Irismar Rodrigues e Heldice Baena.</p>



<p>“Queremos explicações pelas mortes. O Estado contrata, o privado lucra e a periferia enterra seus mortos sem velório, sem justiça e sem resposta”, brada o movimento. Para o MLA-PA, não há coincidência: “O manicômio não acabou, mudou de endereço e ganhou CNPJ”.</p>



<p>A denúncia se insere em um contexto de sucateamento sistemático da rede pública. “CAPS precarizados: falta de remédios, falta de água, profissionais adoecidos, rede insuficiente. Nenhum CAPS novo em mais de 20 anos. O descaso com o público é o pretexto para a entrega ao privado”, aponta o movimento, lembrando que Belém foi contemplada com verba federal para um novo CAPS III pelo Novo PAC, mas o prazo já venceu. “Cadê a obra? Cadê o serviço?”</p>



<p>QUEM É O MLA-PA</p>



<p>O MLA-PA é um dos braços mais ativos da Reforma Psiquiátrica na região Norte. Formado por profissionais da saúde, usuários, familiares e militantes dos direitos humanos, o movimento luta pela desinstitucionalização e pelo cuidado em liberdade, denunciando as estruturas manicomiais que sobrevivem em instituições privadas, nas ruas e no imaginário social. Para conhecer a fundo essa trajetória de resistência, o público pode acessar gratuitamente no YouTube o documentário “Enclausurados pelo Capital: uma luta antimanicomial”, dirigido por Ana Faleiro, militante do MLA-PA. O filme é um mergulho necessário na história e nos desafios atuais da luta por dignidade no Pará.</p>



<p>A PROGRAMAÇÃO DE MAIO</p>



<p>A agenda de 2026 foi desenhada para ser um grande movimento de memória, ocupação e incidência política. Confira:</p>



<p>14 de maio (quinta-feira) – Quarteirão da Liberdade</p>



<p>O pontapé inicial se dá com o projeto que reconta as dores da história manicomial de Belém. O encontro é às 8h, na esquina da Rua 25 de Setembro com a Rua Perebebuí, de onde parte um cortejo para marcar a memória dos horrores que não podem ser esquecidos. O percurso resgata os porões do antigo hospício que, por décadas, segregou e violentou vidas no centro da cidade. “Gritando o que não deve ser esquecido!”, convoca o movimento.</p>



<p>17 de maio (domingo) – Ato Público na Praça da República</p>



<p>“Dobramos a aposta do ano passado”, anuncia o MLA. A concentração começa às 8h em frente ao Theatro da Paz para mais uma vez ocupar a praça com um grande coletivo. O ato celebra a resistência viva da Reforma Psiquiátrica Antimanicomial e defende o SUS como espaço de cuidado integral e liberdade. O movimento relembra: “Liberdade é terapêutica”.</p>



<p>28 de maio (quarta-feira) – Sessão Especial na Alepa</p>



<p>Fechando o mês, o movimento ocupa a Assembleia Legislativa do Pará (Alepa) em parceria com os mandatos dos deputados estaduais Carlos Bordalo (PT) e Lívia Duarte (PSOL). A Sessão Especial, marcada para às 8h no Auditório João Batista, homenageia os 25 anos da Lei da Reforma Psiquiátrica e presta reconhecimento público aos protagonistas da luta antimanicomial paraense.</p>



<p>O QUE O MLA-PA REIVINDICA:</p>



<p>&#8211; Fim imediato do contrato com a clínica Voo de Liberdade e apuração rigorosa de todas as mortes;</p>



<p>&#8211; Reestatização e fortalecimento dos CAPS e SRT públicos, sob controle popular;</p>



<p>&#8211; Expansão da Rede de Atenção Psicossocial pública de qualidade, funcionando 24h;</p>



<p>&#8211; Concurso público para ampliação do quadro de trabalhadores.</p>



<p>Serviço:</p>



<p>&#8211; Programação completa: disponível nas redes sociais do MLA-PA (@mlapaoficial)</p>



<p>&#8211; Documentário:“Enclausurados pelo Capital: Uma luta antimanicomial” | YouTube.</p>



<p>Chamada final: O Maio Antimanicomial de 2026 não é apenas um calendário de lutas é um alerta. A privatização da saúde mental mata, e as quatro vidas ceifadas em Belém exigem resposta. Venha somar com a gente.</p>



<p><strong><em>Texto: Ana Faleiro/Apoio: Marcelo Serrão/Foto: Divulgação</em></strong><em></em></p>
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		<item>
		<title>Jovem atleta do Madre Celeste conquista o 1º nos 400 e 800 metros dos JEPS em Marabá</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Roberto Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 15:30:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ESPORTES]]></category>
		<category><![CDATA[Ananindeua]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A atleta Sammyle Barros, aluna do 3º ano do ensino médio do Colégio Madre Celeste Cidade Nova, foi a grande campeã dos Jogos Estudantis Paraenses (JEPS) nas provas 400 e 800m, obtendo o melhor tempo da competição. O evento foi realizado em Marabá, no último dia 09.05, promovido pelo Governo do Estado do Pará, por [&#8230;]</p>
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<p>A atleta Sammyle Barros, aluna do 3º ano do ensino médio do Colégio Madre Celeste Cidade Nova, foi a grande campeã dos Jogos Estudantis Paraenses (JEPS) nas provas 400 e 800m, obtendo o melhor tempo da competição. O evento foi realizado em Marabá, no último dia 09.05, promovido pelo Governo do Estado do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Educação (SEDUC-PA), e coordenado pelo Núcleo de Esporte e Lazer (NEL).</p>



<p>Aos 17 anos, Sammyle revela que gratidão e felicidade definem tudo o que vem sentindo por cada vitória conquistada nessa caminhada. &#8220;Poder carregar o nome do Madre Celeste e da ESMAC comigo é uma honra imensa e motivo de muito orgulho.&nbsp;</p>



<p>A atleta falou da alegria pela conquista de mais um título e da gratidão pelo apoio da instituição à qual representa. &#8220;Desde os meus 12 anos de idade, venho conquistando vitórias e trazendo títulos tanto para o Madre Celeste quanto para a ESMAC, e isso me motiva ainda mais a continuar sonhando e evoluindo dentro do esporte.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="585" height="1024" src="https://correioparaense.com.br/wp-content/uploads/2026/05/a58c4405-3bc6-4881-aeba-0562c8881568-585x1024.jpg" alt="" class="wp-image-84935" srcset="https://correioparaense.com.br/wp-content/uploads/2026/05/a58c4405-3bc6-4881-aeba-0562c8881568-585x1024.jpg 585w, https://correioparaense.com.br/wp-content/uploads/2026/05/a58c4405-3bc6-4881-aeba-0562c8881568-171x300.jpg 171w, https://correioparaense.com.br/wp-content/uploads/2026/05/a58c4405-3bc6-4881-aeba-0562c8881568-768x1344.jpg 768w, https://correioparaense.com.br/wp-content/uploads/2026/05/a58c4405-3bc6-4881-aeba-0562c8881568-877x1536.jpg 877w, https://correioparaense.com.br/wp-content/uploads/2026/05/a58c4405-3bc6-4881-aeba-0562c8881568.jpg 914w" sizes="(max-width: 585px) 100vw, 585px" /></figure>



<p>E tudo isso se torna ainda mais gratificante por ser o meu último ano nos Jogos da Juventude. Encerrar esse ciclo representando instituições que sempre acreditaram em mim e fizeram parte da minha trajetória tem um significado muito especial para mim.&#8221;</p>



<p>&#8220;Sou muito grata por todo apoio, incentivo e confiança que recebo ao longo dessa caminhada. Cada treino, cada competição e cada conquista têm um pedacinho de vocês.&nbsp;</p>



<p>Seguirei dando o meu melhor para representar essas instituições que fazem parte da minha história. Que essa seja apenas mais uma etapa de muitas vitórias que ainda estão por vir&#8221;, completou a atleta.</p>



<p><strong><em>Da Ascom do Madre Celeste</em></strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="689" height="1024" src="https://correioparaense.com.br/wp-content/uploads/2026/05/15c00658-f7c5-4334-9b9f-84b9d8a4e580-689x1024.jpg" alt="" class="wp-image-84936" srcset="https://correioparaense.com.br/wp-content/uploads/2026/05/15c00658-f7c5-4334-9b9f-84b9d8a4e580-689x1024.jpg 689w, https://correioparaense.com.br/wp-content/uploads/2026/05/15c00658-f7c5-4334-9b9f-84b9d8a4e580-202x300.jpg 202w, https://correioparaense.com.br/wp-content/uploads/2026/05/15c00658-f7c5-4334-9b9f-84b9d8a4e580-768x1142.jpg 768w, https://correioparaense.com.br/wp-content/uploads/2026/05/15c00658-f7c5-4334-9b9f-84b9d8a4e580-1033x1536.jpg 1033w, https://correioparaense.com.br/wp-content/uploads/2026/05/15c00658-f7c5-4334-9b9f-84b9d8a4e580.jpg 1076w" sizes="(max-width: 689px) 100vw, 689px" /></figure>
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		<title>Remo confirma superioridade, vence novamente o Bahia e avança às oitavas com premiação milionária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Roberto Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 13:26:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Clube do Remo confirmou sua superioridade no confronto diante do Bahia e garantiu classificação às oitavas de final da Copa do Brasil. Após vencer o jogo de ida por 3 a 1, em Salvador, a equipe paraense voltou a triunfar, desta vez por 2 a 1, de virada, no Mangueirão. A partida apresentou equilíbrio [&#8230;]</p>
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<p>O Clube do Remo confirmou sua superioridade no confronto diante do Bahia e garantiu classificação às oitavas de final da Copa do Brasil. Após vencer o jogo de ida por 3 a 1, em Salvador, a equipe paraense voltou a triunfar, desta vez por 2 a 1, de virada, no Mangueirão.</p>



<p>A partida apresentou equilíbrio em diversos momentos, com o Bahia conseguindo abrir o placar aos 22 minutos da primeira etapa, por meio de Erick, após cobrança de escanteio.</p>



<p>O Remo manteve sua proposta de jogo e alcançou o empate aos 35 minutos, quando Patrick completou jogada iniciada por Alef Manga, após assistência indireta de Jajá.</p>



<p>Na etapa final, o Bahia aumentou o volume ofensivo, criando oportunidades e chegando a marcar dois gols anulados pela arbitragem, sendo um deles após revisão do VAR. A equipe visitante ainda acertou a trave, evidenciando a pressão exercida.</p>



<p>O Remo, por sua vez, soube administrar o momento e, com alterações promovidas pelo técnico Léo Condé, ganhou fôlego na reta final.</p>



<p>Aos 48 minutos, Leonel Picco marcou o gol da vitória ao aproveitar sobra de bola após jogada individual de Alef Manga, definindo o resultado e a classificação.</p>



<p><strong>Impacto financeiro e sequência</strong></p>



<p>Com o avanço, o clube paraense garante cerca de R$ 3 milhões em premiação. O próximo adversário será definido por sorteio da CBF, sem restrição de confrontos.</p>



<p><strong><em>Da Redação do CORREIO PARAENSE/Foto: Samara Miranda/ASCOM Remo</em></strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="640" height="427" src="https://correioparaense.com.br/wp-content/uploads/2026/05/55267913192_762be24c07_z.jpg" alt="" class="wp-image-84909" srcset="https://correioparaense.com.br/wp-content/uploads/2026/05/55267913192_762be24c07_z.jpg 640w, https://correioparaense.com.br/wp-content/uploads/2026/05/55267913192_762be24c07_z-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></figure>
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		<title>Paysandu empata com o Vasco no Rio e dá adeus à Copa do Brasil 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Roberto Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 12:06:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PAYSANDU]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Brasil 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Paysandu está eliminado da Copa do Brasil 2026. Jogando na noite dessa quarta-feira (13), em São Januário, no Rio de Janeiro, o Papão empatou em 2 a 2 com o Vasco, mas não conseguiu reverter a desvantagem construída no jogo de ida, em Belém, e se despediu da competição nacional na quinta fase. Foi [&#8230;]</p>
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<p>O Paysandu está eliminado da Copa do Brasil 2026. Jogando na noite dessa quarta-feira (13), em São Januário, no Rio de Janeiro, o Papão empatou em 2 a 2 com o Vasco, mas não conseguiu reverter a desvantagem construída no jogo de ida, em Belém, e se despediu da competição nacional na quinta fase. Foi uma despedida honrosa, já que o Papão da Curuzu segurou um clube da Série A na casa dele e está impulsionado para a Copa Norte e o Brasileirão da Série C.</p>



<p>A equipe bicolor entrou em campo pressionada pela necessidade da vitória, após ter sido derrotada no primeiro confronto. Mesmo mostrando poder de reação e buscando o resultado fora de casa, o time paraense esbarrou na eficiência do adversário e acabou ficando pelo caminho.</p>



<p>O jogo foi movimentado desde os primeiros minutos, com o Vasco tentando administrar a vantagem e o Paysandu apostando em uma postura mais ofensiva. O Papão conseguiu balançar as redes e chegou a alimentar a esperança de classificação, mas viu o adversário responder rapidamente, mantendo o controle do confronto no placar agregado.</p>



<p>Apesar da eliminação, o Paysandu encerra sua participação com uma campanha considerada histórica. Esta foi a primeira vez que o clube alcançou a quinta fase da Copa do Brasil no atual formato do torneio, demonstrando evolução e competitividade diante de adversários de maior investimento.</p>



<p>Nas fases anteriores, o time paraense superou desafios importantes, incluindo confrontos contra equipes tradicionais do futebol brasileiro, o que reforça o desempenho consistente ao longo da competição.</p>



<p>Agora, o Paysandu volta suas atenções para a sequência da temporada, com foco nas competições nacionais e regionais. A expectativa é de que a boa campanha na Copa do Brasil sirva como impulso para os próximos desafios do clube.</p>



<p><strong><em>Texto: Erison Jr/Ronabar/Fotos: Jorge Luís Totti/PSC</em></strong></p>
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		<title>Endividamento atinge nível crítico em Belém e revela pressão econômica sobre famílias, aponta Keniston Braga</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Roberto Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 18:32:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BELÉM]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
		<category><![CDATA[Endividamento atinge nível crítico em Belém e revela pressão econômica sobre famílias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Não podemos naturalizar esse cenário. Uma capital com 76% da população negativada mostra que existe algo profundamente errado no sistema econômico. O povo de Belém não quer favor, quer oportunidade. E o Brasil precisa reagir antes que essa crise destrua ainda mais famílias.” Foi dessa forma que o deputado federal Keniston Braga (MDB-PA) reagiu aos [&#8230;]</p>
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<p>“Não podemos naturalizar esse cenário. Uma capital com 76% da população negativada mostra que existe algo profundamente errado no sistema econômico. O povo de Belém não quer favor, quer oportunidade. E o Brasil precisa reagir antes que essa crise destrua ainda mais famílias.”</p>



<p>Foi dessa forma que o deputado federal Keniston Braga (MDB-PA) reagiu aos dados divulgados pela Folha de S.Paulo que apontam Belém entre as capitais brasileiras com maior índice de endividamento do país. Segundo o levantamento, 76% da população adulta da capital paraense estão negativados no Serasa, revelando um cenário de forte pressão econômica sobre milhares de famílias.</p>



<p>Para o parlamentar, os números refletem uma crise que já é sentida diariamente nas periferias da cidade, onde o aumento do custo de vida, a perda do poder de compra e os juros elevados têm empurrado famílias para um ciclo contínuo de dívidas.</p>



<p>“Não é normal uma cidade inteira sobreviver sufocada por dívidas. Quando 76% da população adulta estão no Serasa, isso significa que falta comida na mesa, falta oportunidade e sobra abandono. Belém não pode continuar sendo retrato da desigualdade brasileira”, afirmou Keniston.</p>



<p>Mais de sete em cada dez adultos da capital enfrentam hoje dificuldades para acessar crédito, financiar bens ou reorganizar a própria vida financeira. Para o economista paraense Luiz Carlos Silva, o avanço da inadimplência é consequência direta do comprometimento crescente da renda das famílias e também de um novo fator: o crescimento das apostas online. Dados do DataSenado mostram que quase um em cada cinco paraenses já realizou apostas em plataformas digitais.&nbsp;</p>



<p>Na avaliação do economista, o avanço das chamadas “bets” tem aprofundado o endividamento e consumido uma fatia cada vez mais relevante da renda familiar, principalmente entre pessoas de baixa renda. O impacto já é percebido no orçamento doméstico, no aumento do uso de crédito e na dificuldade de quitar despesas básicas.</p>



<p>Para Keniston Braga, o dado reforça a necessidade de uma resposta urgente do poder público. “Muita gente está recorrendo ao crédito para sobreviver e, ao mesmo tempo, sendo bombardeada por falsas promessas de dinheiro fácil. O resultado é uma população cada vez mais endividada e sem perspectiva de reorganizar a vida financeira”, declarou.</p>



<p>O deputado defendeu políticas nacionais voltadas à recuperação econômica das famílias de baixa renda e afirmou que a nova etapa do programa Desenrola, anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pode representar uma oportunidade concreta para milhares de paraenses voltarem a ter acesso ao crédito.</p>



<p>Keniston também defendeu medidas estruturais para combater o problema de forma duradoura, como ampliação do microcrédito, incentivo ao empreendedorismo, qualificação profissional e programas de educação financeira.</p>



<p>“Não adianta apenas limpar o nome das pessoas se elas continuam sem renda e sem oportunidade. Precisamos devolver dignidade econômica às famílias paraenses”, disse.</p>



<p><strong><em>Da Assessoria Parlamentar/Fotos: Agência Pará</em></strong></p>


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		<title>Santa Rosa quer esclarecimentos sobre uso do VAR nas partidas do Campeonato Paraense Série A1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Roberto Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 11:56:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ESPORTES]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Santa Rosa Esporte Clube ampliou a pressão por esclarecimentos no futebol paraense ao formalizar pedidos e denúncias junto às instâncias responsáveis pela arbitragem no Estado do Pará. O clube solicitou, por intermédio de seu presidente Luiz Omar, acesso integral às imagens e aos áudios da cabine do VAR, além de protocolar uma denúncia administrativa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O <strong>Santa Rosa Esporte Clube</strong> ampliou a pressão por esclarecimentos no futebol paraense ao formalizar pedidos e denúncias junto às instâncias responsáveis pela arbitragem no Estado do Pará. O clube solicitou, por intermédio de seu presidente Luiz Omar, acesso integral às imagens e aos áudios da cabine do VAR, além de protocolar uma denúncia administrativa contra a Comissão de Arbitragem da Federação Paraense de Futebol (FPF-PA).</p>



<p>Em requerimento encaminhado oficialmente à Comissão de Arbitragem do Pará e à própria Federação, a diretoria do Santa Rosa pede a liberação completa das gravações da sala do VAR, bem como de todas as comunicações entre árbitros de campo e a equipe de vídeo durante partidas do Campeonato Paraense Série A1 em que a tecnologia foi utilizada.</p>



<p>Conforme nota divulgada nas redes sociais, o objetivo do pedido não é alterar resultados — uma vez que a competição já foi encerrada —, mas sim assegurar transparência nos procedimentos adotados e esclarecer eventuais dúvidas sobre a atuação dos profissionais responsáveis pelo VAR.</p>



<p>“O requerimento não tem como finalidade modificar placares, mas assegurar lisura, honestidade, integridade e transparência nos procedimentos adotados durante os jogos em que houve utilização do VAR”, destacou o clube.</p>



<p><strong>Denúncia administrativa levanta suspeitas graves</strong></p>



<p>Paralelamente ao pedido de acesso ao material do VAR, o Santa Rosa também protocolou uma denúncia formal na FPF-PA contra membros da Comissão de Arbitragem. O documento aponta uma série de suspeitas que, segundo o clube, precisam ser apuradas com rigor.</p>



<p>Entre as alegações apresentadas estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>suposto comércio paralelo envolvendo a venda de produtos esportivos a árbitros em troca de escalas para partidas oficiais;</li>



<li>recebimento de presentes, incluindo equipamentos eletrônicos, como forma de favorecimento;</li>



<li>pagamento de valores sob a justificativa de “patrocínio” em troca de designações para jogos;</li>



<li>denúncias de perseguição e desligamento de árbitros sem justificativa clara.</li>
</ul>



<p>Outro ponto considerado sensível envolve uma possível interferência externa na elaboração da súmula de uma partida entre Águia de Marabá e São Francisco. Segundo o documento, um incidente em que um assistente teria sido atingido por bebida arremessada por torcedores não teria sido registrado oficialmente após intervenção externa atribuída à presidência da Comissão de Arbitragem.</p>



<p>As denúncias incluem ainda a acusação de que um árbitro teria atuado sob efeito de álcool, sem que houvesse qualquer tipo de punição posterior por parte da comissão.</p>



<p>PRESSÃO DE CLUBES E REPERCUSSÃO</p>



<p>O caso ganhou maior dimensão após a informação de que 14 clubes filiados à FPF-PA encaminharam pedido ao presidente da entidade, Ricardo Gluck Paul, solicitando a exoneração dos atuais membros da Comissão de Arbitragem.</p>



<p>Apesar das críticas contundentes, o Santa Rosa fez questão de reforçar apoio institucional à presidência da Federação Paraense de Futebol. Segundo o clube, a iniciativa busca contribuir para o fortalecimento, a credibilidade e a transparência do futebol no estado.</p>



<p>Até o momento, nem a Comissão de Arbitragem nem a Federação Paraense de Futebol se manifestaram oficialmente sobre os pedidos de acesso às gravações do VAR e as denúncias apresentadas.</p>



<p><strong><em>Da Ascom do Santa Rosa/Foto: Ray Nonato</em></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mães solo no Pará formam exército do tamanho da população de Ananindeua</title>
		<link>https://correioparaense.com.br/2026/05/12/maes-solo-no-para-formam-exercito-do-tamanho-da-populacao-de-ananindeua/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=maes-solo-no-para-formam-exercito-do-tamanho-da-populacao-de-ananindeua</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Roberto Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 13:30:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O avanço das mães solo no Brasil já ultrapassa a população inteira de Portugal. Agora, os números ajudam a desenhar também um retrato silencioso do Pará. Mantida a proporção nacional identificada pelo IBGE e por estudos da Fundação Getúlio Vargas, o estado pode ter hoje cerca de 450 mil mulheres criando filhos sem um companheiro [&#8230;]</p>
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<p>O avanço das mães solo no Brasil já ultrapassa a população inteira de Portugal. Agora, os números ajudam a desenhar também um retrato silencioso do Pará. Mantida a proporção nacional identificada pelo IBGE e por estudos da Fundação Getúlio Vargas, o estado pode ter hoje cerca de 450 mil mulheres criando filhos sem um companheiro e sem rede de apoio, sozinhas entre a informalidade, a pobreza e a ausência do poder público. É um contingente próximo à população de uma cidade do porte de Ananindeua, com seus 478 mil habitantes, segundo o Censo 2022.</p>



<p>Esse número escancara uma mudança profunda na estrutura familiar brasileira. O último Censo mostrou que as famílias formadas por mulheres sem cônjuge e com filhos chegaram a 7,8 milhões de domicílios no país, uma alta em relação aos 11,6% registrados em 2000, subindo para 13,5% em 2022. Paralelamente, levantamento do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre-FGV) aponta que o Brasil já soma 11,3 milhões de mães solo. Um milhão e 700 mil a mais do que há dez anos.&nbsp;</p>



<p>No Pará, onde a taxa de fecundidade ainda está entre as maiores do país e a idade média da maternidade é uma das menores do Brasil, o impacto social tende a ser ainda mais intenso. O próprio IBGE aponta que mulheres paraenses têm filhos, em média, aos 26,8 anos.</p>



<p>Em Belém, a realidade das mães solo se cruza com outro dado estrutural: a informalidade. Grande parte das mulheres chefes de família atua sem carteira assinada, dependendo de bicos, vendas informais ou trabalho doméstico, na maioriadas vezes sem carteira assinada, para sustentar os filhos. Sem creches suficientes, muitas acabam restringindo jornadas de trabalho ou abandonando empregos formais.</p>



<p>A ausência paterna também pesa diretamente na renda. Estudos nacionais mostram que lares chefiados por mães solo concentram maior vulnerabilidade econômica, insegurança alimentar e dificuldade de acesso à educação infantil. Segundo o levantamento da Fundação Getúlio Vargas, mais de 72% dessas mulheres vivem apenas com os filhos, sem uma rede de apoio familiar dentro de casa, como mostra reportagem da IstoÉ Dinheiro.</p>



<p>Enquanto o Brasil discute queda de natalidade e envelhecimento da população, o cotidiano das mães solo revela outra face da crise social: a sobrecarga invisível. São mulheres que sustentam financeiramente o lar, cuidam dos filhos, administram a casa e enfrentam jornadas múltiplas sem divisão de tarefas.</p>



<p>No Pará, estado de grandes distâncias, baixa cobertura de serviços públicos e forte desigualdade regional, a maternidade solo se transforma também em um marcador de exclusão. E cresce num ritmo que já pode ser comparado às popuações de cidades inteiras.</p>



<p><strong><em>Texto: Paulo Silber/Portal Cidade 091/Imagem ilustrativa</em></strong><em></em></p>
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