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SAÚDE

Outubro é considerado o mês de Conscientização do AVC

AVC: CONHEÇA OS TIPOS E SINTOMAS

Foto: Reprodução | Fonte: Correio Paraense

Outubro é considerado o mês de conscientização sobre o Acidente Vascular Cerebral (AVC), uma das principais causas de sequelas neurológicas e morte no mundo, afetando cerca de 15 milhões de pessoas por ano, segundo a Organização Mundial de Saúde.

Cerca de 90% dos AVC são isquêmicos, que acontecem pela interrupção súbita de circulação sanguínea em alguma área cerebral, com perda da função neurológica daquela região. Os AVC isquêmicos são causados pelo fechamento de alguma artéria cerebral por algum trombo ou embolia. Já os AVC hemorrágicos são menos comuns e acontecem pelo rompimento de pequenos vasos que irrigam o cérebro, principalmente devido à pressão arterial elevada.

Segundo o médico Neurocirurgião Drº Pedro Kalluf, é preciso suspeitar de AVC sempre que houver algum déficit neurológico agudo. Os principais sintomas são a perda de força e sensibilidade em um lado do corpo, perda visual, dificuldade de fala, paralisia facial, vertigem, cefaleia e alterações do nível de consciência. Só pelos sintomas, não é possível diferenciar um AVC isquêmico de um hemorrágico, apenas após a realização de outros exames complementares, como a tomografia de crânio. Explica.

Nessa situação, o paciente deve procurar imediatamente um hospital. O diagnóstico precoce, preferencialmente em até 3 horas, permite que em alguns casos seja feito o tratamento específico para desobstrução da artéria fechada. Tempo é cérebro, e o tratamento correto e precoce pode evitar sequelas neurológicas mais graves!

Além do tratamento adequado, a prevenção é essencial. Os principais fatores de risco são a hipertensão arterial, colesterol alto, tabagismo, obesidade e sedentarismo. Segundo a American Heart Association, são recomendados pelo menos 150 minutos de atividade física por semana pra prevenção do AVC.

Nos casos onde há alguma sequela neurológica, a reabilitação adequada com uma equipe multiprofissional, mantendo acompanhamento regular com fisioterapeutas, fonoaudiólogos, nutricionistas e terapeutas ocupacionais, permite a melhora das sequelas e também da qualidade de vida. Afirma o especialista.

Release:

Drº Pedro Rocha Kalluf – Médico Neurocirurgião

  • Médico formado pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
  • Residência médica em Neurocirurgia na Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
  • Visiting Fellow em Neuro-oncologia na Universidade de Tübingen (Alemanha)
  • Membro da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia
  • Pós-graduando em Neuro-oncologia no Hospital Sírio Libanês Site: http://www.drpedrokalluf.com.br/
    Instagram: @pedrokalluf

Texto: Rafaela Silva – Assessoria de Imprensa

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