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Coração mata o homem mais alto das Américas

Americano de origem ucraniana, Igor Vovkovinskiy, tinha 2,35 metros

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Foto: Divulgação / Fonte: Blog Zé Dudu

O homem mais alto das Américas, o norte-americano de origem ucraniana, Igor Vovkovinskiy, com 2,35 metros, morreu na última sexta-feira (20) de uma doença cardíaca aos 38 anos de idade, no estado de Minnesota, anunciou sua mãe no Facebook. Ele sofria de um tumor que desencadeou uma produção excessiva de hormônios de crescimento e seu estado de saúde ficou crítico devido complicações com a diabetes.

O problema de saúde do homem gigante obrigou sua família a se estabelecer, já na infância, em Rochester, cidade do norte dos Estados Unidos conhecida por seus bons centros de saúde.

Já alto para sua idade, o “pequeno” Igor continuou a crescer, apesar do tratamento, até alcançar uma altura recorde nos Estados Unidos, certificada pela equipe do Livro dos Recordes Guinness quando ele tinha 27 anos.

”É tão bom finalmente ter uma prova de que sou o homem mais alto da América. Todo mundo está sempre me perguntando se tenho certeza de que sou o mais alto e nunca consegui provar. Agora que tenho este certificado para pendurar na parede, posso finalmente mostrá-lo!”, disse o jovem à época da premiação.

Dois anos depois, Vovkovinskiy iniciou uma arrecadação com a meta de US$ 16 mil para comprar sapatos especiais. Milhares de doações chegaram a ele, mas a Reebok o presenteou com os pares requisitados, segundo o portal Star Tribune.

O estado de saúde do recordista piorou nos últimos anos, chegando a comprometer seriamente sua locomoção. Além disso, ele também tinha diabetes.

Durante a edição de 2013 do Festival Eurovisão da Canção, Igor Vovkovinskiy carregou para o palco a cantora que representou a Ucrânia. Antes, teve um momento de fama em 2009, quando Barack Obama percebeu sua presença durante um comício.

O homem, vestindo uma camiseta que dizia “O maior apoiador de Obama do mundo” e sobressaindo-se na multidão de apoiadores reunidos, trocou um aperto de mão com o então presidente democrata.

Por Val-André Mutran

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