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ENTRETENIMENTO

Preamar de Verão oferece apresentações de teatro e música no palco do Gasômetro

No sábado, o público assistiu a dois espetáculos teatrais. O domingo é reservado à programação musical.

Foto: Gabriella Oliveira / Fonte: Agência Pará

A programação do Preamar de Verão, que abrange diferentes linguagens artísticas, prosseguiu no sábado (17) com apresentações no Teatro Estação Gasômetro. Promovido pelo Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), o Preamar de Verão começou às 17 h, com o espetáculo do Grupo Iniciart “É o Nicota e Lelé em: O Fantasma Cabeça de Vento”, dirigido por Gláucia Pinto. Na sequência, a Cia. de Teatro Madalenas apresentou “Fashion Fake – a roupa quase nova do Rei”, direção de Leonel Ferreira.

Neste domingo (18), às 18 h, a música retorna ao palco do Gasômetro, no Parque da Residência, com Jade Lima, Pérola Negra e os Vingadores do Brega. Para assistir aos shows presencialmente, os interessados devem chegar uma hora antes e se dirigir à bilheteria do teatro. A programação também será transmitida pelo canal do Governo do Pará no Youtube e pela TV Cultura do Pará.

Em “É o Nicota e Lelé em: O Fantasma Cabeça de Vento” o público conhece um menino atrapalhado chamado Lelé, que tenta estudar para a prova enquanto é constantemente interrompido por Nicota. Quando finalmente desiste e resolve fazer uma cola para passar, ele adormece e sonha com o Fantasma Cabeça de Vento, que vai lhe ensinar uma importante lição.

A diretora da peça, Gláucia Pinto, disse que “nosso objetivo é passar uma mensagem de valorização da educação, de como é importante estudar, e como isso é um direito de todos. Trazemos o Lelé aprendendo, revisando, estudando bastante, se esforçando até conseguir tirar nota dez, ou seja, alcançar seus objetivos por meio dos estudos”. Criado em 2019 e contemplado pela Lei Aldir Blanc, por meio da Secult, o Grupo Iniciart atua no bairro da Terra Firme, levando a arte teatral para a comunidade.

“Fashion Fake – a roupa quase nova do Rei”, mostra com muito carimbó uma visão crítica da realidade. “Nesse país fictício – Brasilândia – apresentado na peça, mostramos alguns problemas vividos por seus moradores. É muito confuso quando a vida imita a arte e serve de matéria-prima para escrevermos e dividirmos histórias com as pessoas. Mesmo sendo um tema assim, pensamos em todos os públicos. Nosso espetáculo sempre tem classificação livre, justamente porque quer atingir do adulto à criança”, ressaltou o diretor Leonel Ferreira.

(Texto: Thaís Siqueira – Ascom/Secult).

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