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ECONOMIA PARAENSE

Preço do pescado no Pará continua caro, com altas acima da inflação

Entre janeiro e abril, dos pescados vendidos inteiros, o maior reajuste foi verificado no quilo da Pescada Gó, com alta de 27,40%

Foto: Reprodução / Fonte: O Liberal

Mesmo com alguns recuos verificados no mês passado, preços do pescado comprado pelos paraenses em supermercados continuam caros, é o que aponta levantamento dos valores de janeiro a abril. De acordo com pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos do Pará (Dieese-PA), os reajustes não foram uniformes, mas uma quantidade expressiva apresentou aumentos acima da Inflação, calculada em 2,35% (INPC/IBGE) para o mesmo período.

Mesmo com alguns recuos verificados no mês passado, preços do pescado comprado pelos paraenses em supermercados continuam caros, é o que aponta levantamento dos valores de janeiro a abril. De acordo com pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos do Pará (Dieese-PA), os reajustes não foram uniformes, mas uma quantidade expressiva apresentou aumentos acima da Inflação, calculada em 2,35% (INPC/IBGE) para o mesmo período.

O Dieese informa que, nos supermercados, os preços dos principais tipos de pescado variam em função dos locais de vendas, das espécies comercializadas e da forma de comercialização do produto. Os principais tipos de pescados podem ser encontrados para venda de forma inteira, sem cabeça, em postas e em filés.

No mês passado, dos pescados comercializados inteiros nos supermercados, a maior queda foi verificada no preço do quilo do Tambaqui, que teve recuo de -8,03%. Em seguida, o quilo do Filhote também teve queda, de – 2,73%, enquanto o preço do quilo da Pescada Amarela registou recuo de – 1,18%.

Ficaram mais caros, por outro lado, dos pescados comercializados inteiros, o quilo da Dourada, que teve alta de 2,09%, e o quilo da Pescada Gó, com crescimento de 1,13%. Na modalidade em posta, a Dourada apresentou alta de 0,82% no preço do quilo.

Mesmo com alguns recuos verificados no mês passado, preços do pescado comprado pelos paraenses em supermercados continuam caros, é o que aponta levantamento dos valores de janeiro a abril. De acordo com pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos do Pará (Dieese-PA), os reajustes não foram uniformes, mas uma quantidade expressiva apresentou aumentos acima da Inflação, calculada em 2,35% (INPC/IBGE) para o mesmo período.

O Dieese informa que, nos supermercados, os preços dos principais tipos de pescado variam em função dos locais de vendas, das espécies comercializadas e da forma de comercialização do produto. Os principais tipos de pescados podem ser encontrados para venda de forma inteira, sem cabeça, em postas e em filés.

No mês passado, dos pescados comercializados inteiros nos supermercados, a maior queda foi verificada no preço do quilo do Tambaqui, que teve recuo de -8,03%. Em seguida, o quilo do Filhote também teve queda, de – 2,73%, enquanto o preço do quilo da Pescada Amarela registou recuo de – 1,18%.

Ficaram mais caros, por outro lado, dos pescados comercializados inteiros, o quilo da Dourada, que teve alta de 2,09%, e o quilo da Pescada Gó, com crescimento de 1,13%. Na modalidade em posta, a Dourada apresentou alta de 0,82% no preço do quilo.

Entre janeiro e abril, dos pescados vendidos inteiros, o maior reajuste foi verificado no quilo da Pescada Gó, com alta de 27,40%, seguida do quilo da Gurijuba com alta de 19,67%; da Pescada Amarela, com alta de 12,86%; do Tambaqui, com alta de 12,18%; e do quilo da Pescada Branca, que ficou 11,42% mais caro.

Entre os vendidos em postas, também nos supermercados, nos quatro primeiros meses do ano, o maior reajuste ficou por conta do quilo da Pescada Amarela; com alta de 9,04%, seguida do quilo da Dourada, com alta de 1,07%. Na outra ponta, a queda mais expressiva foi verificada no preço do Filhote, com recuo de -4,05%.

Já entre os tipos de pescados comercializados na chamada forma filetada, o maior reajuste foi do quilo do filé de Pescada Amarela sem pele, que teve alta de 12,99%, seguido do quilo do Filé de Filhote com alta de 5,47%. Também no mesmo período analisado, o quilo do filé de Dourada apresentou queda de preço de -2,24% e o quilo do Filé de Salmão, queda de -2,07%.

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