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O Estado do Pará vem perdendo Jornalistas e Radialistas durante a pandemia

Foto: Reprodução / Fonte: Correio Paraense

Desde a chegada da pandemia, em março de 2020, até a última terça-feira (02/02), muitos de nossos colegas perderam a vida em nosso Estado com idades entre 33 e 81 anos. O grande número era de veteranos na área de Comunicação, muitos em plena atividade de trabalho, essas perdas como um todo e individualmente levaram a comoção de familiares, amigos e fãs.

Todos bem sabem que Radialista e Jornalista são aqueles que nem sempre podem trabalhar em casa, e também estão na linha de frente com a notícia e com a informação. Por vezes em função da profissão, é preciso ir ao encontro dela, noticiando, relatando, fotografando, filmando. Essa exposição com toda certeza contribuiu para essas perdas irreparáveis dos nossos colegas e profissionais da imprensa. Esperamos muito que seu legado não seja esquecido, e que as gerações futuras possam ouvir e falar a respeito desses ‘Grandes mestres da Comunicação’.

Entre esses grandes nomes estão:

O Radialista Costa Filho

Conhecido como “O Diplomata do Rádio”. O radialista Costa Filho, de 81 anos, natural do município de Ourém. Não resistiu às complicações do novo coronavírus. Ele começou sua carreira nas ondas de rádio do Pará ainda na década de 50, e ao longo das décadas seguintes, fez história na Rádio Clube, Rádio Marajoara e Rádio Liberal.

 A Jornalista Uliana Motta

A jornalista e empreededora paraense, Uliana Motta, de 33 anos, morreu após ser contaminada pelo novo coronavírus. Uliana era muito querida pela classe de jornalistas, mesmo não atuando há algum tempo na área.

O Jornalista João Carlos Pereira

Professor, jornalista e escritor. Ele tinha 61 anos e morreu em decorrência de complicações da Covid-19. Um dos maiores historiadores e pesquisadores sobre a história do Círio e estava preparando um novo livro sobre o tema.

O Radialista Paulinho Montalvão

Conhecido como “Repórter-Ação”, Montalvão trabalhava há nove anos na Rádio Clube em Belém, que faz parte do Grupo RBA. Atualmente, era apresentador do programa Linha de Frente. O radialista Paulinho Montalvão, de 58 anos, faleceu na tarde da última terça-feira (02) por complicações da Covid-19. Ele estava internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e chegou a ser entubado, mas não resistiu a doença.

O Radialista Astrogildo Corrêa

Conhecido como o “Amigo Público Nº 1”, sendo um dos mais antigos profissionais do rádio paraense, faleceu aos 78 anos, de pneumonia. Um  grande exemplo de profissionalismo, de simplicidade e da disponibilidade que nunca se negou de substituir um colega de profissão que eventualmente não pudesse apresentar um programa na rádio. 

O Radialista esportivo Nelson Moura

Conhecido como “Bob Nelson”, o cronista tinha 59 anos e morreu após uma parada cardiorrespiratória em Santarém. Nelson era radialista esportivo na Rádio Clube do Tapajós. O profissional da imprensa também atuou em outras emissoras, inclusive no Sistema Tapajós de Comunicação a onde iniciou a carreira. O radialista também chegou a trabalhar na capital paraense, conciliando a carreira de bancário, no Banco da Amazonia (Basa), e a paixão pelo rádio, em especial a crônica esportiva.

O radialista Gil Negrão

O radialista e advogado Gil Negrão – uma das vozes mais bonitas e marcantes de Goianésia – morreu aos 47 anos, vítima da Covid-19 em Canaã dos Carajás, no Pará. Ele foi locutor da Rádio São Carlos FM em Goianésia, por vários anos.

Radialista Oséias Silva

Conhecido como o ‘Braguinha’, menos de um mês após a morte de Astrogildo Corrêa, com quem formava a impagável dupla Braguinha & Barnabé, do lendário quadro “A Consciência do Braguinha”, na Rádio Marajoara, o radialista, ex-vereador, deputado e ex-prefeito de Belém Oséas Silva morreu, aos 87 anos, vítima de um AVC em decorrência de problemas renais.

Estamos aqui expressando toda a nossa admiração por esses grandes profissionais da área.

Por: Lia Corpes

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