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Foto: Reprodução / Fonte: Agência Pará

PARÁ

Pará adquire 36 novos veículos para reforçar logística de vacinação da Covid-19

O governador Helder Barbalho entregou, na manhã desta quinta-feira (14), 36 novos veículos tipo caminhonetes para reforçar o plano logístico da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), na distribuição de insumos e vacina contra o novo coronavírus em todo o território paraense. O ato foi realizado no Palácio dos Despachos, sede do Poder Executivo Estadual, em Belém.

Helder Barbalho detalhou que serão entregues dois veículos para cada regional de saúde e os demais serão utilizados pela sede da Sespa na logística das vacinas e insumos. O governador reafirmou que o Estado está preparado para iniciar a vacinação assim que receber as vacinas.

“Já estamos com a logística montada para os deslocamentos rodoviário, aéreo e de embarcações para fazermos chegar o mais rápido possível em todas as 13 regionais de saúde. Já acionamos as secretarias municipais de saúde, para que elas auxiliem na busca dos insumos e vacinas em nossas regionais de saúde. O objetivo é acelerar a chegada em cada cidade”, explicou o governador Helder Barbalho.

“Estamos trabalhando com outras Secretarias do Estado, principalmente a de Segurança Pública, para assim que as vacinas forem disponibilizadas ao Pará, imediatamente, seja possível realizar toda a distribuição. Hoje entregamos novos veículos para reforçar a logística e, além destes, também temos quatro caminhões isotérmicos que serão responsáveis pelo transporte terrestre das vacinas, além de caminhões baú que serão responsáveis pelo transporte dos insumos”, completou o secretário de Estado de Saúde Pública, Rômulo Rodovalho.

O chefe do Poder Executivo Estadual afirmou que foi elaborada uma logística diferenciada para as Regiões da Calha Norte e Marajó. “Estamos atentos para as dificuldades logísticas destas regiões que necessitam de deslocamentos por barcos. Muito provavelmente, o deslocamento das vacinas nestas regiões será feita por meio aéreo, para facilitar e assegurar a chegada”, ponderou.

Se a Anvisa aprovar, vacinação pode iniciar dia 21

Helder Barbalho reafirmou que, atualmente, o Governo do Pará tem um estoque de 6 milhões de agulhas e seringas, além de 2.200 isopores. “Esse quantitativo nos coloca em uma situação de tranquilidade para o início do processo de vacinação. Aguardamos a reunião da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no próximo domingo. Estando tudo ok e a Anvisa validando as vacinas Fiocruz/AstraZeneca e Butantan/Sinovac, temos condições de, no próximo dia 21 de janeiro, iniciar a vacinação no Pará”, informou.

Pará deve receber 320 mil doses 

O governador Helder Barbalho detalhou que o governo do Estado estima que, nesta primeira fase da vacinação contra a Covid-19, o Pará deverá receber 320 mil doses da vacina. “Esta é a sinalização inicial partindo do princípio que serão aprovadas as vacinas do Butantan e Fiocruz. Isso totaliza para todo o país 8 milhões de doses que serão distribuídas proporcionalmente ao tamanho da população de cada Estado. Como o Pará corresponde à 4% da população, devemos ter 320 mil vacinados de lagarada”, analisou.

“Este número total inicial deverá corresponder ao número do público-alvo. Não vamos dividir pela metade, aguardando uma segunda dose. Temos uma sinalização que ela virá em uma segunda remessa, portanto, isso nos permitirá já iniciar com uma escala maior de atendimento”, completou o governador.

Público da primeira dose  

O chefe do Poder Executivo Estadual explicou que o Estado vai dimensionar o público-alvo que vai receber a primeira dose de acordo com o quantitativo de vacinas que será recebido. A prioridade serão os idosos, índios, quilombolas e profissionais da saúde e da segurança.

“Estamos definindo o detalhamento do grupo prioritário, porém adianto que, dentro do grupo de idosos, vamos fazer um filtro por faixa etária e, ao invés de iniciar com todos acima de 60 anos, devemos fazer uma analise de acordo com a quantidade disponibilizada. Vamos fazer simulação de quantos paraenses tem mais de 80, 75 e 70 anos para que isso possibilite fechar um número que seja conciliatório com a oferta de vacina. Índios, quilombolas e profissionais de saúde também compõem essa fase inicial”, garantiu.

Por Leonardo Nunes (SECOM)

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